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Blog Ciência Maluca
15 Agosto 2008
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Nina Weingrill trabalhou na Super e agora colabora com as melhores revistas do país. Em Ciência Maluca, seu radar precioso aponta os assuntos mais bizarros do mundo das pesquisas científicas com muito bom humor

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    Para quem ri em enterros

    Você olha para os lados, respira fundo, tenta se distrair com alguma coisa, pensa em algo muito, muito triste (tipo a pessoa que acabou de morrer). E do nada, alguém te encara e você começa a gargalhar no meio dos parentes do falecido. (Isso já aconteceu comigo) Mas não é de sacanagem! Muito menos culpa sua! Cientistas descobriram que algumas pessoas apenas têm versões diferentes de um gene que faz com as respostas a uma situação de estresse e ansiedade sejam diferentes.

    O gene do riso afeta um processo químico que está ligado diretamente à ansiedade. Sinais enviados para o cérebro que controlam certas emoções, como medo e tristeza, ficam enfraquecidos. Ou seja, não é que você não tem medo, ou não está triste e emocionado. Você é um descontrolado mesmo e não adianta lutar contra.

    O estudo, publicado no Jornal Científico Behavioural Neuroscience, também descobriu que quem não tem esse gene consegue ficar menos estressado e tem menos problemas de pressão.

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    Samuel, 18 Agosto 2008 - 17:10
    Eu também acredito na versão dos cientistas , pois quando estou em qualquer tipo de situação diferente do comum a minha primeira reação é rir, e se alguem fica me olhando ai que eu não consigo parar de rir mesmo. É verdade, não é nem "retardamento mental" , nem maldade e muito menos falta de noção, pois temos atotal noção de quanto ruim é essa situação, mas fazer o que? se é defeito genetico.
    Heron, 18 Agosto 2008 - 15:43
    Eu concordo com essa explicação, eu sou uma dessas pessoas, e meus irmãos também são assim, eu rio quando estou nervoso e ansioso principalmente na frente da diretora da minha escola, eu ñ aguento...
    left, 17 Agosto 2008 - 20:48
    magina. pode até acontecer de sair um risinho né. e a dos cientistas, é verdade .Porém é uma verdadeira falta de educação e de respeito vc começar a rir pois para outros nenhum tipo de atitude anormal seria interessante . Por isso, dar uma disfarçada ou sair do local , seria uma boa opção!.
    Adriana Alves, 17 Agosto 2008 - 01:00
    Também acredito nos cientistas...E agora mesmo estou rindo de um assassinato! Assassinato da lingua portuguesa!! CAIO (não é nome de nenhum rapaz, mas sim a conjugação do verbo cair no pretérito perfeito (correto:caiu) SENA (correto: CENA (imagem) ,NUMCA (aqui vou até perdoar pode ter sido um mero erro de digitação, mas sabe-se lá...). Galera, vamos prestar atenção, custa revisar o texto?
    alexandre, 17 Agosto 2008 - 00:58
    e no caso de uma cultura que não chora em velório e faz festa quando alguém morre, deve ser o gene do debil mental que se chama craudio , sim pq só pode se chamar craudio um animal desse que ve poesia em um DM.
    QUEZIA CEZARIO , 16 Agosto 2008 - 23:27
    ACHO QUE ESSA DOS CIENTISTAS DEVE SER VERDADE,UM DIA VI UMA SENHORA DA BARRIGONA LEVAR UMA QUEDA;NÃO SEI COMO NA MINHA CABEÇA SO VINHA UMA JOANINHA COM AS PATINHAS BALANÇANDO:É QUE A SENHORA CAIO DE BARRIGA PARA BAIXO NUMCA VOU ESQUECER AQUELA SENA.
    Martha Èmelle, 16 Agosto 2008 - 22:37
    Concordo e acredito nessa explicação científica. Não atribuo isso não só em casos de velórios, mas em quaisquer situação difícil. Certa vez, um carro com uns rapazes armados fecharam o ônibus no qual eu estava. Quando vi armas sendo apontadas para o veículo não me contive e ri até chegar no colégio. Os passageiros ficaram sem entender, já que estavam todos no chão com medo.
    Claudio, 16 Agosto 2008 - 13:03
    Eu acho que vocês são retadardos. Acho que é a explicação dos cientistas para essa matéria é na verdade uma forma mais poética para definir retado mental.
    Geraldo de Caicó, 16 Agosto 2008 - 10:38
    Certa vez aconteceu com um amigo que trouxe uma criança morta do hospital em seus braços; como ele é um sujeito alto e desingoçado, sem jeito para as coisas, principalmente, da forma que ele carregava o parente dele, eu que o acompanhava, não me contive, e ri o caminho todo do hospital até à casa dele que ficava a uns trezentos metros.Ele tamém ria,mas tudo isso aconteceu pela forma como ele trazia a criança na palma das mão. O jeito dele foi um sarro.Sinto a criança.
    Verônica, 15 Agosto 2008 - 20:37
    Eu nunca fui a um enterro mais costumo rir em situações difíceis para outras pessoas. Não faço por mal,mas incomoda muita gente!
    Luíz André Corrêa de Oliveira, 15 Agosto 2008 - 19:14
    Os cientistas tem razão,não é que você têm medo, ou não está triste e emocionado. São versões diferentes sim.
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