Arquivo mensal: março de 2012

Por Atualizado em 22/03/2012

É o que alerta o cientista inglês Oleg Kirichek. Na semana passada, ele estava a fim de estudar a estrutura da matéria, mas teve que adiar seus experimentos em 3 dias porque o estoque de hélio de seu laboratório tinha acabado — e cada dia de trabalho perdido até que conseguissem encontrar mais do elemento, o que não foi fácil, custou 30 mil libras.

“Nós desperdiçamos 90 mil libras porque não conseguíamos arranjar hélio. Mesmo assim, a gente coloca o negócio em balões de festa, que deixamos escapar para a atmosfera, ou então os usamos para deixar nossas vozes fininhas e dar umas risadas. Isso é muito, muito estúpido. Eu fico realmente bravo“, disse Kirichek para o The Guardian.

Ui, nervosinho, né? Mas dá para entender a indignação dele.

O hélio é essencial para os cientistas — Oleg Kirichek, no caso, precisava dele para resfriar átomos e torná-los mais estáveis, para aí conseguir estudá-los — e, apesar de ser o segundo elemento químico mais abundante no universo, é pouco encontrado na Terra.

O Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA estima que os nossos estoques devem se esgotar em menos de 30 anos. Então, pense bem antes de brincar com o negócio.

Crédito da foto: flickr.com/thelastminute

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Por Atualizado em 21/03/2012

É provável que, enquanto lê isso, você esteja aí se lembrando de barbaridades coisas bem liberais que já fez depois de beber umas e outras. Mas, surpreendentemente, de acordo com um estudo da Universidade do Arkansas (EUA), a gente fica mais conservador quando bebe.

Por essa ninguém esperava, né? Mas os pesquisadores constataram que, quanto mais alto o nível de álcool no sangue dos voluntários, mais conservadoras eram suas opiniões em relação a sexo, educação e posicionamento político.

E o que explica esse efeito bizarro? A hipótese do estudo tem potencial para irritar o pessoal mais tradicional: o álcool deixa as pessoas mais conservadoras porque prejudica o raciocínio. É o que os pesquisadores chamam de “pensamento de pouco esforço” — segundo eles, se você não pensa direito sobre as coisas, acaba caindo nas ideias conservadoras.

Em outros testes, pessoas distraídas e com pouco tempo para pensar também se mostraram mais conservadoras do que as outras — o que dá força à explicação.

Crédito da foto: flickr.com/smull

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Por Atualizado em 19/03/2012

Sabe bad hair day, quando os seus cabelos adquirem vida própria e, não importa o que você faça, o penteado não fica bom? Uma pesquisa feita com 2 mil mulheres lá no Reino Unido, conta o Daily Mail, constatou que elas acordam nesses dias pelo menos 3 vezes por semana. Fazendo as contas, são cerca de 156 dias por ano de cabelos rebeldes. Considerando a expectativa de vida das mulheres no Brasil — que, segundo o IBGE, é de 77 anos  —, são 12.012 dias (ou 33 anos) de insatisfação capilar na vida de uma mulher.

Desesperador, né? E isso, é claro, causa um mau humor danado.

A pesquisa, que foi feita pelo cabeleireiro britânico Mark Hill, aponta que, em um bad hair day, a mulher passa no mínimo 1 hora e 25 minutos irritada e depressiva. E olha só: entre as entrevistadas, 1 em 20 já tinha levado um pé na bunda do namorado por causa dessas crises.

Por outro lado, quando acordam com os cabelos ótimos, 67% das mulheres têm um dia especialmente bom, e 56% são mais gentis do que o normal com as pessoas ao redor.

E vocês aí, sofrem desse mal? E com os homens, será que o efeito é parecido?

Crédito da foto: flickr.com/thestarmama

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Por Atualizado em 16/03/2012

E dizem eles que funciona. Eles, no caso, são o jornalista John Tierney, repórter de ciência do jornal New York Times, e o estatístico Garth Sundem.

A fórmula, que já previu corretamente o divórcio de casais como Britney Spears e Kevin Federline (na foto), Demi Moore e Ashton Kutcher e Pamela Anderson e Kid Rock (e acertou que outros, como Ben Affleck e Jennifer Garner, continuariam juntos), é a seguinte:

P = o número de vezes que os dois já foram casados antes
Ab = a idade dele
Ag = a idade dela (biológica, não cosmética) (hehe)
Gb = o número de resultados para o nome dele no Google, em milhões
Gg = o número de resultados para o nome dela no Google, em milhões
S = nas primeiras 5 fotos que aparecem quando você joga o nome dela no Google, em quantas ela está vestida sensualmente
D = há quantos meses eles se conheciam antes do casamento
T = para descobrir as chances de o casamento durar 1 ano, colocar 1; para as chances de durar 5 anos, colocar 5 etc.

Bliss é o percentual de chance de o casamento durar pelo período escolhido.

Coisinha simples, né? Recentemente, a dupla propôs uma versão atualizada da equação — que, apesar de ter acertado em vários casos, também erra de vez em quando, como quando apontou que o casamento de Tom Cruise e Katie Holmes (que segue firme) não iria longe.

A nova versão substitui a contagem dos resultados do Google por outro índice: o número de menções no New York Times (considerado uma fonte séria) dividido pelo número de menções no National Enquirer (um tablóide mais dedicado a fofocas e escândalos).

“Essa é uma grande melhoria na equação. No fim das contas, não é a fama geral que importa, e sim o tipo de fama“, explica Garth Sundem — ou seja, quanto mais figurinha carimbada dos tablóides o pessoal for, menor a chance de ficar casado por muito tempo.

Crédito das fotos: divulgação; New York Times

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Por Atualizado em 14/03/2012

Daria um belo filme de terror B, mas não, os fones não se transformam em um monstro e começam a comer o seu cérebro, ou algo assim.

A notícia é que um estudo dos EUA constatou que o número de pedestres que ficaram feridos ou morreram porque ouviam música na hora de atravessar a rua triplicou por lá entre 2004 e 2011. Segundo os pesquisadores, mais de 20% dos casos especificamente mencionavam que os motoristas tinham tocado a buzina, mas as vítimas não escutaram.

E a incidência desse tipo de acidente é bem maior entre os jovens: cerca de dois terços dos atropelados tinham menos de 30 anos, e um terço tinha menos de 18.

Uma dica? Se não for tomar cuidado ao atravessar a rua, pelo menos escolha bem a trilha-sonora para o momento. Que música você gostaria de morrer ouvindo, hein?

(Via Bussinessweek)

Crédito da foto: flickr.com/hckyso

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