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Pesquisadores criam fórmula que prevê duração dos casamentos de famosos

16 de março de 2012

E dizem eles que funciona. Eles, no caso, são o jornalista John Tierney, repórter de ciência do jornal New York Times, e o estatístico Garth Sundem.

A fórmula, que já previu corretamente o divórcio de casais como Britney Spears e Kevin Federline (na foto), Demi Moore e Ashton Kutcher e Pamela Anderson e Kid Rock (e acertou que outros, como Ben Affleck e Jennifer Garner, continuariam juntos), é a seguinte:

P = o número de vezes que os dois já foram casados antes
Ab = a idade dele
Ag = a idade dela (biológica, não cosmética) (hehe)
Gb = o número de resultados para o nome dele no Google, em milhões
Gg = o número de resultados para o nome dela no Google, em milhões
S = nas primeiras 5 fotos que aparecem quando você joga o nome dela no Google, em quantas ela está vestida sensualmente
D = há quantos meses eles se conheciam antes do casamento
T = para descobrir as chances de o casamento durar 1 ano, colocar 1; para as chances de durar 5 anos, colocar 5 etc.

Bliss é o percentual de chance de o casamento durar pelo período escolhido.

Coisinha simples, né? Recentemente, a dupla propôs uma versão atualizada da equação — que, apesar de ter acertado em vários casos, também erra de vez em quando, como quando apontou que o casamento de Tom Cruise e Katie Holmes (que segue firme) não iria longe.

A nova versão substitui a contagem dos resultados do Google por outro índice: o número de menções no New York Times (considerado uma fonte séria) dividido pelo número de menções no National Enquirer (um tablóide mais dedicado a fofocas e escândalos).

“Essa é uma grande melhoria na equação. No fim das contas, não é a fama geral que importa, e sim o tipo de fama“, explica Garth Sundem — ou seja, quanto mais figurinha carimbada dos tablóides o pessoal for, menor a chance de ficar casado por muito tempo.

Crédito das fotos: divulgação; New York Times

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Retomar o namoro com o ex é cilada

29 de fevereiro de 2012

Lá no fundo, todo mundo sabe disso. É provável que, mesmo assim, você já tenha pensado em voltar a investir em um relacionamento que acabou. Talvez já tenha até mandado alguns e-mails desesperados no meio da madrugada. Pôxa, mas vocês formavam um casal tão bacana. Esse tempo separados deve ter mudado alguma coisa. Se voltarem, dessa vez, as coisas vão ser melhores. Têm que ser. E é tão ruim ficar só. Vale a pena tentar, né?

Não, amigos, é uma má ideia. É UMA MÁ IDEIA. E não sou eu quem diz: a pesquisadora Amber Vennum, da Kansas State University (EUA), analisou casais que terminaram e depois retomaram o relacionamento e constatou que o resultado quase nunca é legal.

Logo de cara, a maioria tendia a ser especialmente impulsiva — tomavam decisões como morar juntos, por exemplo, mais rápido, talvez para compensar o tempo perdido. E aí a chance de tudo ir pelo ralo era maior. Além disso, as pessoas em relacionamentos cíclicos (o famoso vai e vem) se declaravam menos satisfeitas com o parceiro, tinham autoestima mais baixa, mais problemas de comunicação e estavam menos seguras sobre o futuro da relação.

Segundo Amber, a maioria dos casais volta a ficar junto após um término porque um acredita que o outro mudou e que a comunicação melhorou — mas isso costuma ser uma ilusão. No estudo, casais que terminaram, voltaram e acabaram se casando já começaram o casamento cheios de incertezas, menos felizes e mais propensos a brigar (e a se separar já nos primeiros 3 anos de papel passado) do que os que ficaram juntinhos desde o começo.

A dica da pesquisadora para os pombinhos que não deram certo uma vez, então, é bem clara e direta: “não voltem”, diz ela.

E aí, o que você acha? Já viveu alguma história parecida?

(Via Gizmondo, dica do @todearaujo) ;)

Crédito da foto: flickr.com/tamburix

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Ganhar um Oscar de Melhor Atriz aumenta as chances de a mulher se divorciar

24 de fevereiro de 2012

Kate Winslet, que aparece aí em cima toda feliz com a estatueta dourada nas mãos, foi vítima desse efeito bizarro: 2 anos após ganhar o Oscar por O Leitor, em 2008, anunciou sua separação do diretor Sam Mendes. E a lista continua: Bette Davis e Halle Berry, por exemplo, também ficaram solteiras pouco tempo depois de serem eleitas a melhor atriz do ano.

Pesquisadores das universidades de Toronto (Canadá) e Carnegie Mellon (EUA) dão as estatísticas: fuçando a vida de todos os indicados nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Ator do Oscar até 2010 (desde 1936, foram 751 nomes), eles constataram que os casamentos das ganhadoras do prêmio de Melhor Atriz têm 63% mais chances de acabar do que os das indicadas que não levam a cobiçada estatueta para casa.

A coisa parece ser bem séria mesmo: a pesquisa mostrou que os casamentos das vencedoras duram, em média, apenas 4,3 anos (o da Kate Winslet durou um pouquinho mais, quase 7), enquanto os das indicadas que não ganham duram, em média, 9,5 anos.

Entre os vencedores e indicados como Melhor Ator, não foram encontradas diferenças significativas. O que nos leva à suposta explicação: machismo. Segundo o estudo, é aquela velha história do marido que sente-se diminuído quando a mulher ganha mais ou se torna mais importante do que ele. E aí surgem as brigas que estragam o relacionamento.

Será que o Oscar desse ano vai acabar com a alegria da Viola Davis? E se for a Meryl Streep a ganhadora, será que o casamento de 34 anos da mulher vai pelo ralo? É melhor não torcer para a Glenn Close, coitada: ela nunca ganhou um Oscar, e mesmo assim já está no 3º marido.

Crédito da foto: divulgação

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Casamentos arranjados são mais felizes

18 de janeiro de 2012

Ao menos na Índia. De toda forma, é esquisito, né? Mas é o que aponta um estudo da Universidade de Rajasthan (Índia), que a revista Scientific American desenterrou.

Os pesquisadores entrevistaram casais indianos e constataram que, nos casamentos livres, aqueles por escolha, o amor de um pelo outro tendia a começar lá em cima, forte, e a ir diminuindo com o passar do tempo. Até aí, tudo certo (apesar de ser uma realidade triste). Outros estudos já haviam apontado que é mais ou menos isso o que acontece na maioria dos casamentos (por escolha) em todo o mundo (cuidado: no seu também).

Mas nas uniões arranjadas lá da Índia, acontecia o contrário: o sentimento do casal começava baixo — já que, normalmente, eles mal ou não se conhecem antes dos votos — e ia crescendo. Depois de 5 anos, o casal arranjado já estava se amando mais do que o casal livre. Passados 10 anos do casamento, o amor pelo(a) parceiro(a) arranjado era cerca de duas vezes maior.

Engraçado que não parece ser uma questão de comodismo, ou de costume, ou algo assim. O foco do estudo é, de fato, amor, o sentimento de um pelo outro. Quem explica?

Será que a gente realmente não sabe escolher a tampa da nossa panela?

Crédito da foto: flickr.com/dizdesigns

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Solteirões morrem mais cedo

24 de agosto de 2011

O mimimi é justificado, gente: de acordo com pesquisadores da Universidade de Louisville (EUA), os homens solteiros têm um risco de morte 32% maior do que os casados. As mulheres não ficam muito atrás: morrem 23% mais. O resultado saiu de uma superanálise de 90 estudos anteriores sobre o tema – o conjunto mostrou que o pessoal forever alone bate as botas entre 7 e 17 anos mais cedo do que as pessoas que têm aliança no dedo. Tenso, né?

O motivo é bem óbvio: os casados têm mais do chamado “suporte social” – companhia para garantir o bem-estar e para ajudar caso algo dê errado. Um outro estudo, por exemplo, feito no Canadá, mostrou que os homens casados têm mais chances de sobreviver a um ataque cardíaco porque são levados para o hospital mais cedo. No caso, pelas esposas.

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