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Fofocar faz bem pra você

10 de outubro de 2011

Sim, falar da vida alheia faz bem — muito mais quando nossos comentários são positivos, mas até um pouquinho de veneno tem seus benefícios.

A constatação veio de pesquisadores da Universidade de Staffordshire, que conduziram dois estudos sobre o assunto. No primeiro, 140 voluntários foram orientados a falar bem ou mal sobre uma pessoa fictícia; no segundo, outros 160 participantes responderam a questionários contando com que frequência faziam fofoca, como andavam suas autoestimas e como se sentiam em relação a seus conhecidos.

Os resultados: depois de comentar a vida alheia sem maldade, as emoções positivas dos voluntários subiam 3%, as emoções negativas diminuíam 6% e a autoestima crescia 5%. Não são grandes números, mas é a primeira vez que algo benéfico é atribuído à arte da fofoca — as pessoas se sentem mais felizes ao falar bem sobre as outras.

“Mas pô, fofoca quase sempre é venenosa!”. A gente sabe disso e, olha só, até esse tipo tem seus benefícios: seja doce ou cruel, a fofoca deixa as pessoas se sentindo mais próximas umas das outras, aumentando a sensação de “suporte social”, diz a pesquisa. Detonar os outros não vai nos fazer sentir melhor sobre nós mesmos, como a “fofoca boa” faz — mas certamente nos deixa sentindo menos sozinhos.

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Homens ricos gostam de mulheres magras; pobres preferem gordinhas

27 de julho de 2011

Na semana passada, a gente recebeu uma enxurrada de comentários (bem e mal humorados) quando contou que um grupo de cientistas dos EUA defendia que um casamento tem mais chances de ser bem sucedido quando a esposa é mais magra do que o marido.

O papo de hoje é parecido – mas, infelizmente, um tanto menos polêmico.

Em testes com voluntários, outros pesquisadores dos EUA constataram que, quando os homens têm pouco dinheiro, tendem a desejar mulheres mais cheinhas. Mas quando têm a conta bancária gorda, preferem as mais magras.

A explicação é isso mesmo que vocês estão pensando. “Os homens que tinham a sensação de ‘escassez’ queriam mulheres que tivessem uns quilos a mais, quase como se a gordura da parceira pudesse protegê-los de passar fome“, diz o estudo.

Segundo os pesquisadores, a falta de dinheiro ativa um estado psicológico associado à pouca comida, à fome, à sensação de que precisamos de mais calorias – no caso, de gordura. E isso é refletido no interesse sexual. O efeito ficou ainda mais claro em um teste posterior, quando os cientistas fizeram entrevistas com diversos homens na porta de um restaurante e viram que, antes de comer, eles também demonstravam preferência pelas mulheres mais gordinhas e que, depois de satisfeitos, isso tendia a mudar. Que delícia.

Em tempo: dá pra baixar o estudo completo, em PDF, aqui. ;-)

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Levar um pé na bunda deixa seu QI mais baixo

14 de julho de 2011

É, gente, só piora. Ser rejeitado por alguém, além de deixar você querendo morrer, com uma carinha desolada feito essa aí em cima, pode diminuir “dramaticamente” o seu QI e a sua capacidade de raciocínio lógico, segundo um estudo da Universidade de Ohio, nos EUA.

Foi assim: pelo bem da ciência, os pesquisadores apresentaram os voluntários do estudo a pessoas desconhecidas. Depois, os cientistas fizeram os voluntários acreditarem que nenhum dos tais desconhecidos havia gostado deles. Entre os voluntários, os que se sentiam rejeitados registravam um nível bem maior de agressividade – o que é totalmente compreensível. A novidade é que, ao mesmo tempo, a média de QI deles caía cerca de 25%. O raciocínio analítico, 30%.

A explicação, de acordo com o líder da pesquisa, Roy Baumeister, é que a rejeição mexe com o autocontrole do indivíduo. “Para viver em sociedade, as pessoas têm que ter um mecanismo interno que regula seu comportamento. A rejeição anula o propósito disso, e nos deixa impulsivos e autodestrutivos. Você precisa de autocontrole para analisar um problema em um teste de QI, por exemplo – mas, em vez disso, você acaba agindo impulsivamente”, explica.

E aí, você mudou o status para “solteiro” há pouco? Anda se sentindo especialmente “lentinho” ultimamente? Como foi isso? Conta pra gente, pode se abrir.

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Adiar o sexo faz bem para o relacionamento

1 de julho de 2011

Segurem as calças aí, gente.

Veja bem, não estamos querendo jogar balde de água fria e atrapalhar a diversão de ninguém. Mas, de acordo com pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos EUA, se você está atrás de algo sério, a dica é deixar certas intimidades mais pra frente.

“O melhor é testar a compatibilidade sexual o mais cedo possível ou investir na contenção, para que outras áreas do relacionamento possam se desenvolver?”, questiona o estudo. “Exploramos essa questão com uma amostragem de 2035 indivíduos casados, examinando o quão cedo eles se tornaram sexualmente envolvidos como casal e quais efeitos isso tem na qualidade do sexo, comunicação, satisfação e estabilidade atuais do casal”.

E não teve erro. “A contenção sexual está associada a melhores resultados no relacionamento”, pregam os pesquisadores, “mesmo levando em consideração nível de educação, número de parceiros sexuais, religiosidade e o tempo que o casal está junto”.

Só tem um detalhe. A Brigham Young é uma universidade religiosa, mantida pela igreja mórmon. Ops. E aí, a gente confia que o resultado é idôneo? Ou, por causa disso, vocês desconfiam da palavra dos pesquisadores?

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Ex-gordinhas fazem mais sucesso com os homens

21 de junho de 2011

Elas parecem ser mais amigáveis, espertas, criativas e emocionalmente equilibradas do que as mulheres que sempre foram esbeltas. Mas isso só aos olhos dos homens. As outras mulheres, talvez irritadas pela competição extra, veem as ex-gordinhas como indisciplinadas, preguiçosas e até, hum, pouco higiênicas.

O estudo vem lá da Universidade de Liverpool, na Inglaterra. Os pesquisadores mostraram a 106 homens e 96 mulheres a foto de uma mulher bonita e magra, acompanhada de uma curta biografia. Para alguns, a moça da foto tinha mantido aquele peso por toda a vida, enquanto outros eram informados de que ela costumava pesar 100kg e usar vestidos tamanho 52.

Na hora de avaliá-la, as mulheres que enxergaram a ex-gordinha não foram nada legais e abusaram dos adjetivos negativos: para elas, a modelo parecia ser, só pra começar, uma pessoa instável, desleixada e de mal com a vida.

Mas, para o sexo masculino, a suposta perda de peso era um aspecto positivo, capaz até de melhorar as avaliações que eles faziam da mulher fictícia. “Alguns homens preferiram que ela tivesse esse histórico. Eles a consideraram mais acessível. Ela não é perfeitinha. Ela tem problemas”, explica o líder da pesquisa, Jason Halford.

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