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Homens ricos gostam de mulheres magras; pobres preferem gordinhas

27 de julho de 2011

Na semana passada, a gente recebeu uma enxurrada de comentários (bem e mal humorados) quando contou que um grupo de cientistas dos EUA defendia que um casamento tem mais chances de ser bem sucedido quando a esposa é mais magra do que o marido.

O papo de hoje é parecido – mas, infelizmente, um tanto menos polêmico.

Em testes com voluntários, outros pesquisadores dos EUA constataram que, quando os homens têm pouco dinheiro, tendem a desejar mulheres mais cheinhas. Mas quando têm a conta bancária gorda, preferem as mais magras.

A explicação é isso mesmo que vocês estão pensando. “Os homens que tinham a sensação de ‘escassez’ queriam mulheres que tivessem uns quilos a mais, quase como se a gordura da parceira pudesse protegê-los de passar fome“, diz o estudo.

Segundo os pesquisadores, a falta de dinheiro ativa um estado psicológico associado à pouca comida, à fome, à sensação de que precisamos de mais calorias – no caso, de gordura. E isso é refletido no interesse sexual. O efeito ficou ainda mais claro em um teste posterior, quando os cientistas fizeram entrevistas com diversos homens na porta de um restaurante e viram que, antes de comer, eles também demonstravam preferência pelas mulheres mais gordinhas e que, depois de satisfeitos, isso tendia a mudar. Que delícia.

Em tempo: dá pra baixar o estudo completo, em PDF, aqui. ;-)

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Levar um pé na bunda deixa seu QI mais baixo

14 de julho de 2011

É, gente, só piora. Ser rejeitado por alguém, além de deixar você querendo morrer, com uma carinha desolada feito essa aí em cima, pode diminuir “dramaticamente” o seu QI e a sua capacidade de raciocínio lógico, segundo um estudo da Universidade de Ohio, nos EUA.

Foi assim: pelo bem da ciência, os pesquisadores apresentaram os voluntários do estudo a pessoas desconhecidas. Depois, os cientistas fizeram os voluntários acreditarem que nenhum dos tais desconhecidos havia gostado deles. Entre os voluntários, os que se sentiam rejeitados registravam um nível bem maior de agressividade – o que é totalmente compreensível. A novidade é que, ao mesmo tempo, a média de QI deles caía cerca de 25%. O raciocínio analítico, 30%.

A explicação, de acordo com o líder da pesquisa, Roy Baumeister, é que a rejeição mexe com o autocontrole do indivíduo. “Para viver em sociedade, as pessoas têm que ter um mecanismo interno que regula seu comportamento. A rejeição anula o propósito disso, e nos deixa impulsivos e autodestrutivos. Você precisa de autocontrole para analisar um problema em um teste de QI, por exemplo – mas, em vez disso, você acaba agindo impulsivamente”, explica.

E aí, você mudou o status para “solteiro” há pouco? Anda se sentindo especialmente “lentinho” ultimamente? Como foi isso? Conta pra gente, pode se abrir.

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Adiar o sexo faz bem para o relacionamento

1 de julho de 2011

Segurem as calças aí, gente.

Veja bem, não estamos querendo jogar balde de água fria e atrapalhar a diversão de ninguém. Mas, de acordo com pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos EUA, se você está atrás de algo sério, a dica é deixar certas intimidades mais pra frente.

“O melhor é testar a compatibilidade sexual o mais cedo possível ou investir na contenção, para que outras áreas do relacionamento possam se desenvolver?”, questiona o estudo. “Exploramos essa questão com uma amostragem de 2035 indivíduos casados, examinando o quão cedo eles se tornaram sexualmente envolvidos como casal e quais efeitos isso tem na qualidade do sexo, comunicação, satisfação e estabilidade atuais do casal”.

E não teve erro. “A contenção sexual está associada a melhores resultados no relacionamento”, pregam os pesquisadores, “mesmo levando em consideração nível de educação, número de parceiros sexuais, religiosidade e o tempo que o casal está junto”.

Só tem um detalhe. A Brigham Young é uma universidade religiosa, mantida pela igreja mórmon. Ops. E aí, a gente confia que o resultado é idôneo? Ou, por causa disso, vocês desconfiam da palavra dos pesquisadores?

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Ex-gordinhas fazem mais sucesso com os homens

21 de junho de 2011

Elas parecem ser mais amigáveis, espertas, criativas e emocionalmente equilibradas do que as mulheres que sempre foram esbeltas. Mas isso só aos olhos dos homens. As outras mulheres, talvez irritadas pela competição extra, veem as ex-gordinhas como indisciplinadas, preguiçosas e até, hum, pouco higiênicas.

O estudo vem lá da Universidade de Liverpool, na Inglaterra. Os pesquisadores mostraram a 106 homens e 96 mulheres a foto de uma mulher bonita e magra, acompanhada de uma curta biografia. Para alguns, a moça da foto tinha mantido aquele peso por toda a vida, enquanto outros eram informados de que ela costumava pesar 100kg e usar vestidos tamanho 52.

Na hora de avaliá-la, as mulheres que enxergaram a ex-gordinha não foram nada legais e abusaram dos adjetivos negativos: para elas, a modelo parecia ser, só pra começar, uma pessoa instável, desleixada e de mal com a vida.

Mas, para o sexo masculino, a suposta perda de peso era um aspecto positivo, capaz até de melhorar as avaliações que eles faziam da mulher fictícia. “Alguns homens preferiram que ela tivesse esse histórico. Eles a consideraram mais acessível. Ela não é perfeitinha. Ela tem problemas”, explica o líder da pesquisa, Jason Halford.

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Facebook melhora suas amizades da vida real

16 de junho de 2011

Conforme as redes sociais vão crescendo e ganhando mais e mais usuários – só o Facebook está próximo de chegar aos 700 milhões, o que equivale a, uau, cerca de 10% da população mundial -, cresce também aquela pregação sobre como elas criam um distanciamento entre as pessoas e enfraquecem as relações.

Parece que não é bem assim. Uma pesquisa do Pew Research Center, nos EUA, que entrevistou mais de duas mil pessoas, constatou que quem usa o Facebook tem laços mais fortes com os amigos da vida real do que os que não têm perfil por lá.

Segundo os pesquisadores, a maioria dos americanos têm, em média, apenas dois amigos que podem ser considerados próximos de verdade, parceiros mesmo, brothers para o que der e vier. Mas os usuários do Facebook têm 9% mais relacionamentos do tipo.

O sentimento de “suporte social” - o quanto você acha que pode contar com as pessoas do seu círculo – dos conectados também foi maior: numa escala de 0 a 100, 75 para os não-usuários, 80 para os usuários da rede. Para completar, os pesquisadores perguntaram aos voluntários sobre o quanto eles tendiam a confiar nas pessoas. E viram que o pessoal do Facebook é três vezes mais propenso a botar fé nos outros do que os sem perfil.

E aí, curtiu? Compartilha.

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