Gabriela Portilho 17 de novembro de 2009

"Aroma frutado, com notas de poeira e ácaro e um certo toque de naftalina…"
Às vezes, grandes descobertas dependem de ferramentas muito simples, como o… nariz, por exemplo. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Londres revela o nível de degradação dos livros por meio do olfato.
Segundo os pesquisadores, aquele cheiro característico de livros velhos é resultado do desprendimento de alguns compostos voláteis orgânicos (VOCs) do próprio papel, e pode dizer muito sobre a época em que livro foi produzido.
O interessante é que, ao contrário das análises feitas em laboratório, estes testes olfativos não danificam os livros – que às vezes já estão em um estado avançado de degradação – ajudando na preservação de obras históricas.
Os assuntos mais bizarros do mundo das pesquisas científicas com muito bom humor.
Carol Castro
É jornalista. Gosta de filmes sem sentido, livros sem clichês, comida sem carne e ciência pra divertir. Tudo sem fanatismo.
castro.g.caroline@gmail.com
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