<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ciência Maluca</title>
	<atom:link href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca</link>
	<description>Os assuntos mais bizarros do mundo das pesquisas científicas com muito bom humor.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 May 2012 21:01:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Excesso de açúcar pode te deixar menos esperto</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/excesso-de-acucar-pode-te-deixar-menos-esperto/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/excesso-de-acucar-pode-te-deixar-menos-esperto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[atividade sináptica]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[ômega-3]]></category>
		<category><![CDATA[refrigerante]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268911</guid>
		<description><![CDATA[Pois é, se o risco de ter diabetes ou engordar nunca te motivou a maneirar nos doces, agora o apelo é outro. Ou você diminui o consumo de açúcar, ou corre o risco de ficar um pouquinho menos inteligente. É o que diz um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Em testes realizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/coca1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268951" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/coca1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Pois é, se o risco de ter <strong>diabetes</strong> ou engordar nunca te motivou a maneirar nos doces, agora o apelo é outro. <strong>Ou você diminui o consumo de açúcar, ou corre o risco de ficar um pouquinho menos inteligente. </strong></p>
<p>É o que diz um <strong><a href="http://jp.physoc.org/content/590/10/2485.full">estudo</a></strong> da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Em testes realizados com ratos, os pesquisadores concluíram que o <strong>excesso de frutose pode prejudicar o aprendizado e a memória</strong>. A boa notícia é que o consumo de <strong>omêga-3</strong>, encontrado em peixes, pode <strong>amenizar esses</strong> <strong>danos</strong>.</p>
<p>Primeiro os pesquisadores ensinaram dois grupos de ratos a encontrarem a <strong>saída de um labirinto</strong> – eles memorizaram marcas visuais e decoraram o caminho. Fizeram o mesmo percurso <strong>duas vezes ao dia</strong>, durante <strong>5 dias</strong>.</p>
<p>Passado o período de treinamento, os dois grupos tiveram dietas diferentes. Ambos beberam diariamente altas doses de frutose derivada do <strong>xarope de milho - </strong>substância encontrada em <strong>refrigerantes, bolachas e bolos industrializados</strong>, que é seis vezes mais doce do que açúcar da cana. Só que um dos grupos recebeu, além do excesso de frutose, <strong>doses diárias de ômega-3.</strong></p>
<p>Seis semanas depois do início da dieta, os ratos foram colocados de novo no labirinto. Os bichinhos mais espertos, os mais rápidos no labirinto, eram aqueles que haviam tomado doses de ômega-3. Segundo os pesquisadores, os ratos mais lentos mostraram <strong>atividade sináptica </strong>menor. Ou seja, a comunicação entre as <strong>células do cérebro</strong> ficou comprometida. Aí ficou mais difícil pensar claramente e recordar o caminho aprendido.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que o <strong>excesso de frutose</strong> pode bloquear uma das funções da <strong>insulina</strong>: regular como as células usam e armazenam açúcar para gerar energia suficiente para pensar e agir. E o ômega-3 reduz esse efeito.</p>
<p>Então fica a dica: se você é do time que abusa do <strong>refrigerante e doces industrializados</strong>, é bom compensar com uma <strong>dieta rica em peixe</strong>.</p>
<p><strong><em>Crédito da foto:</em></strong><em> f</em><em>lickr.com/chasingdonguri</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/ciencia/inteligentes-dormem-mais-tarde-619611.shtml">Os inteligentes dormem mais tarde</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-inteligentes-bebem-mais/">Pessoas inteligentes bebem mais</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pesquisa-bizarra-i-agua-ou-refrigerante-o-que-e-mais-saudavel/">Pesquisa bizarra I: Água ou refrigerante. O que é mais saudável?</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/excesso-de-acucar-pode-te-deixar-menos-esperto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas testam remédio que não deixa você ficar bêbado</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cientistas-testam-remedio-para-acabar-com-a-alegria-de-beber/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cientistas-testam-remedio-para-acabar-com-a-alegria-de-beber/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268761</guid>
		<description><![CDATA[Eles querem que você beba e não sinta nada. Absolutamente nada. Adeus, fala enrolada, declarações sinceras de amor e amizade, tropeços, euforia&#8230; Parece um pouco estraga prazer, mas o objetivo é nobre: ajudar na cura do alcoolismo. A mágica está numa substância chamada iomazenil. Pesquisadores da Escola de Medicina de Yale acreditam que ela consiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/bebadopraia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268771" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/bebadopraia.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Eles querem que você beba e não sinta nada. Absolutamente nada. Adeus, fala enrolada, declarações sinceras de amor e amizade, tropeços, euforia&#8230; Parece um pouco <strong>estraga prazer</strong>, mas o objetivo é nobre: ajudar na cura do <strong>alcoolismo</strong>.</p>
<p>A mágica está numa substância chamada <strong>iomazenil</strong>. Pesquisadores da Escola de Medicina de Yale acreditam que ela consiga <strong>cortar os efeitos do álcool no cérebro</strong>. Ou seja, aquela produção extra de <strong>serotonina</strong> (neurotransmissor responsável pelo controle do prazer, humor e ansiedade) que o álcool estimula não vai mais acontecer. Seria o fim dos porres inventados para <strong>afogar as mágoas</strong> ou para <strong>perder a timidez</strong>. Beber não faria nenhum efeito e perderia a graça. E, se não tem graça, as pessoas bebem menos. (Para entender direito como o álcool age no cérebro e no corpo todo, é só clicar <strong><a href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-o-alcool-age-no-corpo">aqui</a></strong>)</p>
<p>&#8220;Uma medicação que tem o potencial de bloquear as ações do álcool no sistema nervoso central poderia agir como um medicamento único no tratamento de intoxicação alcoólica e alcoolismo”, explica Deepak D’Souza (as aspas são do <strong><a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-2143946/The-drug-stop-alcohol-making-feel-drunk--scientists-dont-want-increase-peoples-tolerance.html">Daily Mail</a></strong>).</p>
<p>Os pesquisadores já comprovaram a eficácia do <strong>iomazenil</strong> com alguns testes. Mas ainda há mais por vir. <strong>Voluntários</strong>, entre 21 e 35 anos, irão tomar o medicamento antes de começar a bebedeira e, depois de algumas doses, participarão de testes em um <strong>simulador de direção</strong>. Se tudo correr como os cientistas esperam, os motoristas não devem mostrar problemas na <strong>coordenação motora</strong>.</p>
<p><strong><em>Crédito da foto: </em></strong><em>gettyimages</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cafe-evita-amnesia-pos-bebedeira/">Café evita amnésia pós-bebedeira</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/alcool-deixa-as-pessoas-mais-conservadoras/">Álcool deixa as pessoas mais conservadoras</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cerveja-faz-bem-para-os-ossos/">Cerveja faz bem para os ossos</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cientistas-testam-remedio-para-acabar-com-a-alegria-de-beber/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você está acima do peso? Culpe o despertador</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/voce-esta-acima-do-peso-culpe-o-despertador/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/voce-esta-acima-do-peso-culpe-o-despertador/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[IMC]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268661</guid>
		<description><![CDATA[Fique tranquilo, a comida e a falta de exercício físico não têm nada a ver. Se você ganhou alguns quilinhos nos últimos anos, a culpa é do seu despertador. Segundo um estudo de pesquisadores da Alemanha, os conflitos entre nosso relógio biológico e o relógio social bagunçam o funcionamento do nosso metabolismo. E aí ficamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/relogio2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268671" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/relogio2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Fique tranquilo, a <strong>comida</strong> e a falta de <strong>exercício físico</strong> não têm nada a ver. Se você <strong>ganhou alguns quilinhos</strong> nos últimos anos, a culpa é do seu <strong>despertador</strong>.</p>
<p>Segundo um <strong><a href="http://www.cell.com/current-biology/abstract/S0960-9822(12)00325-9">estudo</a></strong> de pesquisadores da Alemanha, os conflitos entre nosso <strong>relógio biológico</strong> e o <strong>relógio social </strong>bagunçam o funcionamento do nosso <strong>metabolismo. </strong>E aí ficamos mais gordinhos.</p>
<p>Os cientistas tiveram acesso aos dados de mais de <strong>65 mil pessoas</strong> e avaliaram os horários em que dormiam e acordavam, tanto nos dias livres como nos dias de trabalho. Eles concluíram que cada hora de diferença entre o <strong>relógio natural</strong> e <strong>biológico</strong> aumenta em 33% as chances de ter um <strong>índice de massa corpórea</strong> (IMC) maior. E o pior: 70% das pessoas fazem isso.</p>
<p>Claro que o <strong>efeito</strong> não foi igual em todo mundo. Em <strong>pessoas magras</strong>, os horários de dormir e acordar não tiveram, necessariamente, uma relação com as <strong>variações</strong> <strong>de peso</strong>.  No entanto, no grupo dos mais <strong>gordinhos</strong>, os cientistas confirmaram a ligação entre aumento de peso e conflitos do <strong>relógio biológico</strong> com o <strong>social</strong>. Mesmo assim, essas diferenças não alteraram a <strong>conclusão</strong> da pesquisa.</p>
<p>E você, já mudou a <strong>rotina</strong> e percebeu alguma mudança no peso?</p>
<p><em>Via <strong><a href="http://www.livescience.com/20229-social-jetlag-sleep-obesity.html">LiveScience</a></strong></em></p>
<p><strong><em>Crédito da foto: </em></strong><em>flickr.com/jessicajuriga</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-comem-mais-quando-o-garcom-e-gordinho/">Pessoas comem mais quando o garçom é gordinho</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/mulheres-fazem-homens-comerem-mais/">Mulheres fazem homens comerem mais</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-ricos-gostam-de-mulheres-magras-ricos-preferem-gordinhas/">Homens ricos gostam de mulheres magras; pobres preferem gordinhas</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/voce-esta-acima-do-peso-culpe-o-despertador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cachorros podem diminuir estresse no trabalho</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cachorros-podem-diminuir-estresse-no-trabalho/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cachorros-podem-diminuir-estresse-no-trabalho/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação profissional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268601</guid>
		<description><![CDATA[Imagine hoje um dia cansativo, cheio de trabalho e entrega de relatórios. Acrescente umas três reuniões (uma delas marcada para começar às 18h&#8230;) e uma discussão acalorada com o chefe sobre o desempenho da sua equipe. Dia de cão. Falando nisso, como seria se você pudesse levar seu companheiro babão pra encarar essa cilada empreitada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/cathoro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268611" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/cathoro.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Imagine <span style="text-decoration: line-through">hoje</span> um <strong>dia cansativo</strong>, cheio de trabalho e entrega de relatórios. Acrescente umas três reuniões (uma delas marcada para começar às 18h&#8230;) e uma discussão acalorada com o chefe sobre o desempenho da sua equipe. <strong>Dia de cão</strong>. Falando nisso, como seria se você pudesse levar seu <strong>companheiro babão</strong> pra encarar essa <span style="text-decoration: line-through">cilada</span> empreitada ao seu lado?</p>
<p>Pesquisadores da Universidade da Comunidade da Virginia testaram essa possibilidade e concluíram: <strong>pessoas que levam o cachorro para o trabalho se estressam menos durante o expediente</strong>.</p>
<p>Eles avaliaram <strong>uma semana de trabalho</strong> em uma empresa voltada para o varejo. Durante o período, cerca de <strong>30 funcionários levaram seus cachorros</strong> para o trabalho. Os 75 voluntários que participaram do <strong>estudo</strong> completaram vários <strong>questionários</strong> e coletaram <strong>amostras da própria saliva</strong> (usada para medir o nível de<strong> estresse</strong>).</p>
<p>Pela manhã, não houve diferença no nível de <strong>estresse</strong> entre quem estava acompanhado pelo cão, quem o havia deixado em casa, e aqueles que nem sequer tinham um cachorro. Mas ao longo do dia, os funcionários “solitários” apresentaram muito <strong>mais estresse</strong> do que os felizardos acompanhados pelo bichinho.</p>
<p>E nem precisa ser o seu cachorro. Segundo os pesquisadores, <strong>a presença de qualquer</strong> <strong>cão no trabalho melhora o ânimo de todos os membros da equipe.</strong></p>
<p>Pede aí pro seu chefe.</p>
<p><strong><em>Crédito da foto: </em></strong><em>flickr.com/purpri</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-com-cachorro-se-dao-melhor-com-as-mulheres/">Homens com cachorro se dão melhor com as mulheres</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/ficar-entediado-no-trabalho-pode-matar/">Ficar entediado no trabalho pode matar</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/ser-voce-mesmo-no-trabalho-atrapalha-sua-carreira/">Ser você mesmo no trabalho atrapalha sua carreira</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cachorros-podem-diminuir-estresse-no-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Suco de romã funciona como Viagra natural</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/suco-de-roma-funciona-como-viagra-natural/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/suco-de-roma-funciona-como-viagra-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[libido]]></category>
		<category><![CDATA[romã]]></category>
		<category><![CDATA[Viagra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268531</guid>
		<description><![CDATA[A superstição sempre avisou: romã traz fartura e fertilidade. E não é que a ciência comprovou mesmo a relação dessa fruta com o sexo? (Tem a ver com fertilidade, vai) Mas não adianta só guardar as sementes na carteira. Se quiser sentir o poder afrodisíaco da romã, você vai precisa beber pelo menos um copo de suco por dia. Um estudo realizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/roma2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268541" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/roma2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A <strong>superstição</strong> sempre avisou: <strong>romã traz fartura e fertilidade</strong>. E não é que a <strong>ciência</strong> comprovou mesmo a relação dessa fruta com o <strong>sexo</strong>? (Tem a ver com fertilidade, vai) Mas não adianta só guardar as sementes na carteira. Se quiser sentir o poder afrodisíaco da <strong>romã</strong>, você vai precisa beber pelo menos <strong>um copo de suco por dia</strong>.</p>
<p>Um estudo realizado pela Universidade Queen Margaret, na Escócia, escalou <strong>58 voluntários</strong> (homens e mulheres entre 21 e 54 anos) para beber um copo de <strong>suco de romã</strong> por dia, durante duas semanas. Após o período, o <strong>nível de testosterona</strong> dos participantes <strong>aumentou de 16% a 30%.</strong></p>
<p>Se aumenta a quantidade de <strong>testosterona </strong>no corpo, cresce também a vontade de fazer <strong>sexo</strong>. E isso acontece tanto com homens quanto com mulheres.</p>
<p>Os pesquisadores ainda descobriram outros<strong> benefícios da romã</strong>. Eles mediram, antes e depois da dose diária de suco, os níveis de algumas emoções, como <strong>medo</strong>, <strong>tristeza</strong>, <strong>culpa</strong>, <strong>timidez</strong> e <strong>autoconfiança</strong>. Depois do teste, as <strong>emoções positivas aumentaram</strong> e as negativas diminuíram. Ah, e a romã ainda reduziu a <strong>pressão arterial</strong> dos voluntários.</p>
<p>Fora os benefícios para a saúde, o suco ainda sair até mais barato que o <strong>Viagra</strong>. Olha só: 4 <strong>comprimidos azuis</strong> custam uns R$ 50; já o litro do suco de romã de caixinha sai por uns R$ 10 – se for beber 250 mL todo dia, por duas semanas, os gastos serão de R$ 40. Mais barato. Mas o efeito do <strong>remédio natural</strong> deve ser bem mais fraco (sem contar que o suco industrial é “batizado”, vem com maçã e uva.). Ainda assim, você acha que vale acrescentar o suco dentro da sua dieta diária?  Vai que&#8230;</p>
<p><strong>Crédito da foto:</strong> <em>flickr.com/mizzmurray</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/melancia-e-o-novo-viagra/">Melancia é o novo Viagra</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/quem-tem-iphone-faz-mais-sexo/">Quem tem iPhone faz mais sexo</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/ciencia/viagra-revitaliza-flores-murchas-680661.shtml">Viagra revitaliza flores murchas</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/suco-de-roma-funciona-como-viagra-natural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Homens baixinhos vivem mais</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-baixinhos-vivem-mais/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-baixinhos-vivem-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 21:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[estatura]]></category>
		<category><![CDATA[homens]]></category>
		<category><![CDATA[ilha da Sardenha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268401</guid>
		<description><![CDATA[Se pessoas altas são mais felizes e pessoas felizes vivem menos, é de se esperar, portanto, que os homens baixinhos tenham uma vida mais longa, certo? A ciência acredita que sim. Os professores Poulain, da Universidade de Louvain (Bélgica), e Salaris, da Universidade de Cagliari (Itália), investigaram a vida de 500 homens, nascidos entre 1866 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/sardenhaa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268441" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/sardenhaa.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Se<strong> <a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-altas-sao-mais-felizes/">pessoas altas são mais felizes</a></strong> e <strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-felizes-vivem-menos/">pessoas felizes vivem menos</a></strong>, é de se esperar, portanto, que os <strong>homens baixinhos </strong>tenham uma<strong> vida mais longa</strong>, certo?</p>
<p>A ciência acredita que sim. Os professores Poulain, da Universidade de Louvain (Bélgica), e Salaris, da Universidade de Cagliari (Itália), investigaram a vida de 500 homens, nascidos entre 1866 e 1915, na <strong>ilha da Sardenha</strong>. A escolha não foi à toa. O arquipélago figura entre os lugares do mundo com as <strong>maiores</strong> <strong>expectativas de vida</strong> (a cada 100 mil habitantes, 22 chegam aos 100 anos) e ainda tem uma das populações mais baixinhas<strong> </strong>da Europa.</p>
<p>E, como era previsto, os pesquisadores confirmaram que <strong>homens menores </strong>realmente <strong>vivem mais</strong>. Os baixinhos têm, em média, <strong>dois anos de vida a mais</strong> que os grandões. Isso porque esses corpos pequenos têm maior capacidade de <strong>substituição das células</strong>, menor concentração de <strong>proteína C-reativa</strong> (que, em níveis elevados, pode resultar em <strong>problemas cardiovasculares)</strong>, são mais eficientes na hora de <strong>bombear o sangue</strong>, apresentam danos menores no DNA, e maior quantidade de SHBG (glicoproteína que se encarrega do transporte dos hormônios sexuais).</p>
<p>No fim das contas, <strong>o perfil de quem vive bastante tem até</strong> <strong>10% de relação com a estatura</strong>. O resto vem da alimentação, exercícios físicos, cuidados médicos, e vida social ativa e saudável. Ou seja, um pouquinho de vida saudável e nem tudo está perdido para os homens altos.</p>
<p>Via <strong><a href="http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2138214/Taller-men-live-average-years-taller-men-says-new-study-people-Sardinia.html">Daily Mail</a></strong></p>
<p><strong><em>Crédito da foto: </em></strong><em>flickr.com/piermario</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-altas-sao-mais-felizes/">Pessoas altas são mais felizes</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-felizes-vivem-menos/">Pessoas felizes vivem menos</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/mulheres-baixinhas-tem-mais-orgasmos/">Mulheres baixinhas têm mais orgamos</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-baixinhos-vivem-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Café evita amnésia pós-bebedeira</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cafe-evita-amnesia-pos-bebedeira/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cafe-evita-amnesia-pos-bebedeira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 20:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[amnésia]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[ratos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268271</guid>
		<description><![CDATA[Não sei se a dica é boa, mas se você quiser escapar da amnésia alcoólica, só precisa tomar umas xícaras de café. Com ratos funcionou bem. Pesquisadores da Universidade do Texas jogaram quatro bolinhas dentro de uma gaiola e as mantiveram lá por 24 horas. Retiraram todas por uma hora. Na sequência, colocaram três bolinhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/cafe2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268321" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/cafe2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Não sei se a <strong>dica</strong> é boa, mas se você quiser escapar da <strong>amnésia alcoólica</strong>, só precisa tomar umas xícaras de <strong>café</strong>.</p>
<p>Com <strong>ratos</strong> funcionou bem. Pesquisadores da Universidade do Texas jogaram <strong>quatro bolinhas dentro de uma gaiola</strong> e as mantiveram lá por <strong>24 horas</strong>. Retiraram todas por uma hora. Na sequência, colocaram <strong>três bolinhas</strong> já conhecidas <strong>e uma quarta</strong>, de madeira, com um <strong>odor diferente</strong> (chamada de <strong>N1</strong>). Os ratos, que pesavam entre 200 e 400 gramas, puderam explorá-las durante um minuto, por 3 vezes. Logo após a fase de reconhecimento, os cientistas injetaram <strong>doses de salina </strong>e <strong>1g/kg de etanol</strong> em um grupo, e <strong>pentilenotetrazol</strong> (substância usada para causar <strong>amnésia retrógrada</strong>), e <strong>3g/kg de</strong> <strong>etanol </strong>em outra turma de roedores.</p>
<p>No dia seguinte, os cientistas jogaram de novo quatro bolinhas: duas usadas no teste anterior, a <strong>N1</strong>, e uma nova, a <strong>N2</strong>, retirada da gaiola de outros ratos. Os animais que receberam <strong>doses menores de álcool</strong> e <strong>salina</strong> pareceram se <strong>lembrar melhor </strong>da noite anterior, já que preferiram explorar a bolinha N2 ao invés da N1. Quem tomou <strong>pentilenotetrazol </strong>e mais<strong> etanol </strong>insistiu em conhecer, de novo, o N1.</p>
<p>Um terceiro grupo de ratos, da turma do pentilenotetrazol e das altas doses de etanol, recebeu também um pouco de <strong>cafeína</strong> (5mg/kg). Aí, apesar da <strong>embriaguez</strong>, eles conseguiram <strong>se lembrar da N1</strong> e partiram para a conquista da bolinha desconhecida, a N2. Ou seja, <strong>a cafeína parece cortar o efeito da perda de memória causada pelo álcool</strong>.</p>
<p>Eu gosto de acreditar que a <strong>amnésia alcoólica</strong> é um <strong>mecanismo de defesa da consciência</strong>. Você exagera na bebida, fala um monte de bobeiras e no dia seguinte, como num passe de mágica, não se lembra de nada. Imagine, então, acordar com todas as <strong>lembranças</strong> detalhadinhas&#8230; Será que vale mesmo a pena beber um <strong>cafézinho </strong>entre uma cerveja e outra?</p>
<p>(Quem quiser pode ver o estudo na íntegra<strong> <a href="http://www.cps.utexas.edu/Research/Cormack/PDF%20files/Alcohol_induced.pdf">aqui</a></strong>)</p>
<p><strong><em>Crédito da foto: </em></strong><em>flickr.com/7989285@N07</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a title="Álcool pode te deixar mais esperto" href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/alcool-pode-te-deixar-mais-esperto/">Álcool pode te deixar mais esperto</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/7-efeitos-curiosos-do-cafe-no-organismo/">7 efeitos curiosos do café no organismo</a></strong></p>
<p><strong><a title="Álcool deixa as pessoas mais conservadoras" href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/alcool-deixa-as-pessoas-mais-conservadoras/">Álcool deixa as pessoas mais conservadoras</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cafe-evita-amnesia-pos-bebedeira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Refletir sobre a morte faz bem para a vida</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/refletir-sobre-a-morte-faz-bem-para-a-vida/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/refletir-sobre-a-morte-faz-bem-para-a-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[desastres]]></category>
		<category><![CDATA[terrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268181</guid>
		<description><![CDATA[E não é que até a morte tem um lado positivo? Pois é, a gente chora e sente tanta saudade que chega a doer&#8230; e nada disso é gostoso, claro. Mas, no fim das contas, essa tristeza nos faz refletir sobre a nossa mortalidade (e essa coisa delicada e efêmera que é a vida). E isso faz bem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/velorio2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268191" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/velorio2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>E não é que até a <strong>morte </strong>tem um <strong>lado positivo</strong>? Pois é, a gente <strong>chora </strong>e sente tanta <strong>saudade</strong> que chega a doer&#8230; e nada disso é gostoso, claro. Mas, no fim das contas, essa tristeza nos faz refletir sobre a nossa <strong>mortalidade</strong> (e essa coisa delicada e efêmera que é a vida). E isso <strong>faz bem para a vida (</strong>desde os relacionamentos até a saúde).</p>
<p>É o que concluiu uma <strong><a href="http://psr.sagepub.com/content/early/2012/04/05/1088868312440046.full.pdf+html">pesquisa</a></strong> conduzida por psicólogos da Universidade de Missouri. Eles avaliaram vários estudos anteriores para provar que <strong>desastres</strong> também podem trazer <strong>efeitos positivos</strong>.</p>
<p>Entre os estudos relacionados, um deles avaliava a <strong>reação</strong> dos americanos depois dos <strong>ataques</strong> <strong>às torres gêmeas</strong> do World Trade Center.  Quem não se lembra dos discursos americanos cheios de <strong>ódio contra os muçulmanos</strong> logo após os atentados? É, mas nem todo sentimento era relacionado à <strong>vingança</strong>. Segundo os pesquisadores, as pessoas também expressaram níveis bem maiores de<strong> gratidão, esperança, gentileza e liderança</strong>, depois do 11 de setembro.</p>
<p>Quando outros terroristas destruíram um prédio no centro de Oklahoma, em 1995, <strong>o número de divórcios na cidade diminuiu</strong> bastante. Outros estudos ainda dizem que, quando refletimos sobre a morte, somos influenciados a <strong>tomar atitudes positivas</strong>, como fazer mais<strong> exercícios físicos</strong> ou <strong>parar de fumar</strong>. E há ainda uma <strong>reavaliação sobre as coisas que valem a pena </strong>na vida. Aí surgem perguntas como “será que estou dando mais atenção ao trabalho do que à família?” e mudanças de atitudes. É quando a gente lembra que <strong>tudo tem um fim</strong>, que é melhor aproveitar o tempo.</p>
<p>Viu só, dá pra encontrar um <strong>lado</strong> positivo até na <strong>morte</strong>. Não é fácil, mas dá pra tentar.</p>
<p><strong><em>Crédito da foto: </em></strong><em>gettyimages<strong></strong></em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/morte-ajuda-a-vender-comida/">Morte ajuda a vender comida</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/ver-comedias-romanticas-faz-voce-se-decepcionar-mais/">Comédias românticas estragam a sua vida</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/quer-saber-quando-vai-bater-as-botas-clique-aqui/">Quer saber quando vai bater as botas? Clique aqui</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/refletir-sobre-a-morte-faz-bem-para-a-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pensar em outro idioma te ajuda a tomar decisões racionais</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pensar-em-outro-idioma-te-ajuda-a-tomar-decisoes-racionais/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pensar-em-outro-idioma-te-ajuda-a-tomar-decisoes-racionais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 19:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[decisões]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[racionalidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=268021</guid>
		<description><![CDATA[Tá difícil tomar decisões racionais na hora de resolver os dilemas da vida? Então tente pensar sobre seus problemas em inglês, espanhol ou em qualquer outro idioma estrangeiro. Psicólogos da Universidade de Chicago garantem: quando pensamos sobre um assunto em outra língua, o lado racional se sobrepõe ao emocional. Eles fizeram testes (o estudo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/decisoes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-268031" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/decisoes.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Tá difícil tomar <strong>decisões racionais</strong> na hora de resolver os <strong>dilemas</strong> da vida? Então tente pensar sobre seus <strong>problemas</strong> em inglês, espanhol ou em qualquer outro <strong>idioma estrangeiro</strong>. Psicólogos da Universidade de Chicago garantem: quando pensamos sobre um assunto em outra língua,<strong> o lado racional se sobrepõe ao emocional.</strong></p>
<p>Eles fizeram testes (<strong><a href="http://pss.sagepub.com/content/early/2012/04/18/0956797611432178.abstract">o estudo é esse aqui</a></strong>) com estudantes para testar a teoria. Quem topou o <strong>desafio</strong> teve de resolver alguns problemas – apresentados em <strong>idiomas estrangeiros</strong> ou na <strong>língua nativa</strong> do participante. Eram situações como essa aqui:</p>
<p><em>Uma epidemia se espalha rapidamente pelo país (tipo os zumbis do seriado The Walking Dead) e, sem medicamento, 600 mil pessoas morrerão. Você precisa escolher entre dois remédios:</em></p>
<p><em></em><em>    </em>1. <em>Medicamento A: 200 mil pessoas serão salvas;</em></p>
<p><em></em><em>    2. Medicamento B: há um terço de chances de salvar 600 mil pessoas e dois terços de chances de não salvar ninguém.</em></p>
<p>E aí, qual você escolhe?</p>
<p>Segundo os psicólogos americanos, a maioria das pessoas opta pelo medicamento A, marcado como algo que vai “salvar vidas”. Elas preferem a <strong>segurança</strong> de poupar 200 mil pessoas ao risco de curar ou matar todas. Então eles repetiram o cenário, mas sob uma <strong>perspectiva diferente.</strong></p>
<p><strong></strong><em>    1. Medicamento A: 400 mil pessoas morrerão;</em></p>
<p><em></em><em>    2. Medicamento B: há um terço de chances de salvar 600 mil pessoas e dois terços de chances de não salvar ninguém.</em></p>
<p>Nesse caso, a maior parte das pessoas prefere o remédio B. É exatamente a mesma situação. Mas, nesta nova sentença, as <strong>400 mil mortes</strong> do remédio A ficam mais em<strong> evidência</strong> do que as <strong>200 mil vidas salvas</strong>.</p>
<p>E o que isso tem a ver com os idiomas? Nos experimentos, os psicólogos perceberam que, quando as situações eram apresentadas em <strong>idiomas estrangeiros</strong>, os participantes eliminavam a <strong>aversão ao risco</strong>. Ou seja, não importava a ordem das sentenças, a <strong>escolha era sempre</strong> <strong>racional</strong>. Melhor correr o risco de salvar todo mundo do que ter a certeza de matar dois terços da população.</p>
<p>Os pesquisadores dizem que mesmo frases fofas, como <strong>declarações de amor</strong>, não têm o mesmo <strong>efeito emocional</strong> para o ouvinte quando são pronunciadas em um<strong> idioma estrangeiro</strong> ao dele. É como se nós não sentíssemos as mesmas emoções quando falamos outra língua. Parece que precisamos mais do <strong>lado racional </strong>para falar outro idioma, e, então, deixamos<strong> as emoções mais escondidas</strong>.</p>
<p>Então é isso: se for pra amar, pense em português; ser quiser ser racional (e frio), pense em uma língua estrangeira. Se alguém testar a teoria, conta o resultado pra gente?</p>
<p><strong><em>Crédito da foto: </em></strong><em>flickr.com/stuartpilbrow</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/falar-varios-idiomas-pode-deixar-voce-com-varias-personalidades/">Falar vários idiomas pode deixar você com várias personalidades</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/depressao-ajuda-a-tomar-decisoes-melhores/">Depressão ajuda a tomar decisões melhores</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/falar-mais-de-uma-lingua-atrasa-o-envelhecimento-mas-nao-para-todos/">Falar mais de uma língua atrasa o envelhecimento, mas não para todos</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pensar-em-outro-idioma-te-ajuda-a-tomar-decisoes-racionais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Homofobia pode revelar homossexualidade</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homofobia-pode-revelar-homossexualismo/</link>
		<comments>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homofobia-pode-revelar-homossexualismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 23:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Homossexuais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/?p=267871</guid>
		<description><![CDATA[Pode sair, todo mundo já te viu aí. Lembra quando o Thiago escreveu aqui no CIÊNCIA MALUCA sobre uma pesquisa antiga, publicada há mais de 15 anos, sobre a relação entre homofobia e homossexualidade? Então, recentemente, alguns psicólogos americanos resolveram revisitar essa teoria com novos estudos. E a conclusão foi exatamente a mesma: homofóbicos parecem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl>
<dt><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/armário.jpg"><img class="size-full wp-image-267891" src="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2012/05/armário.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></dt>
<dd></dd>
</dl>
</div>
<p><em>Pode sair, todo mundo já te viu aí.</em></p>
<p>Lembra quando <a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homofobicos-tem-desejo-sexual-pelo-mesmo-sexo-cientistas-dizem-que-sim/comment-page-2/"><strong>o Thiago escreveu aqui no</strong> <strong>CIÊNCIA MALUCA</strong> </a>sobre uma pesquisa antiga, publicada há mais de 15 anos, sobre a relação entre <strong>homofobia</strong> e <strong>homossexualidade</strong>? Então, recentemente, alguns <strong>psicólogos</strong> americanos resolveram revisitar essa teoria com novos estudos. E a <strong>conclusão</strong> foi exatamente a mesma: <strong>homofóbicos</strong> parecem sentir um <strong>desejo reprimido</strong> por pessoas do mesmo sexo.</p>
<p>O <strong><a href="http://psycnet.apa.org/journals/psp/102/4/815/">artigo</a></strong> descreve seis estudos com <strong>784</strong> <strong>estudantes universitários</strong> americanos e alemães. A primeira missão dos participantes foi classificar a própria <strong>orientação sexual</strong> numa escala de 1 a 10 (1 aos extremamente <strong>gays</strong>; 10 para os <strong>heterossexuais</strong> inquestionáveis). Na sequência, assistiram a uma exibição de fotos e palavras (tipo imagens de <strong>casais homossexuais</strong> ou palavras relacionadas a cada um dos dois grupos) e, na medida em que eram mostradas, precisavam encaixá-las o mais rápido possível na categoria apropriada (<strong>héteros </strong>ou<strong> gays</strong>).</p>
<p>Acontece que, antes de cada slide, aparecia na tela a palavra <strong>“eu”</strong> ou <strong>“outro”</strong>, por apenas 35 milissegundos (ou 0,035 segundos).Segundo os autores do estudo (eles escreveram um <a href="http://www.nytimes.com/2012/04/29/opinion/sunday/homophobic-maybe-youre-gay.html"><strong>artigo para o</strong> <strong>New York Times</strong></a>), esse tempo foi suficiente para que os participantes conseguissem ver a palavra <strong>subliminarmente</strong>, mas curto demais para que pudessem vê-la <strong>conscientemente</strong>.</p>
<p>Aí entra a teoria (conhecida como <strong>associação semântica</strong>)<strong>:</strong> se a palavra “eu” preceder imagens ou outras palavras que refletem a sua <strong>orientação sexual</strong> (um beijo entre homem e mulher, por exemplo, se você for <strong>hétero</strong>), fica mais fácil encaixá-la na <strong>categoria</strong> <strong>correta</strong>. Mas se você for <strong>gay</strong> e passar por essa <strong>mesma situação</strong> (foto de casal hetéro se amando + palavra “eu”), sua cabeça vai precisar de mais <strong>tempo</strong> para associá-la ao <strong>grupo correto</strong>.</p>
<p>E então as máscaras caíram. <strong>Mais de 20%</strong> daqueles que se descreveram como <strong>“muito macho”</strong>, com nota 10, tiveram <strong>resultados incoerentes</strong>. Ou seja, eles precisaram de mais tempo para classificar as figuras do <strong>mundo gay</strong> quando a palavra <strong>subliminar</strong> era “outro”. E eram eles também os mais ativos na <strong>luta contra a igualdade dos direitos homossexuais</strong> e com forte <strong>preconceito</strong> contra <strong>gays</strong>. É como se eles descontassem nos <strong>homossexuais</strong> toda a dor que sentem pelos desejos reprimidos, por não conseguirem sair do armário.E disso aí surge a <strong>homofobia</strong>.</p>
<p><strong>Crédito da foto:</strong> <em>flickr.com/rosengrant</em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/da-para-dizer-se-o-cara-e-gay-ou-nao-com-uma-silaba/">Dá para dizer se o cara é gay ou não com uma sílaba?</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-afeminados-tem-menos-problemas-de-coracao/">Homens “afeminados” têm menos problemas de coração</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/criancas-devem-aprender-sobre-homessexualidade-aos-5-anos/">Crianças devem aprender sobre homossexualidade aos 5 anos</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homofobia-pode-revelar-homossexualismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

