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Astronauta faz showzinho de flauta na Estação Espacial Internacional

Thiago Perin 7 de abril de 2011

Enquanto você lê esse post, a astronauta americana Catherine “Cady” Coleman está lá no espaço, orbitando a Terra, dentro da Estação Espacial Internacional.

Acontece que, além de passear pelo espaço, ela também faz música. E gravou um vídeo supersimpático num momento de folga, tocando flauta em gravidade zero. Olha só:

O vídeo é legal por vários motivos. Primeiro, porque Cady leva a gente em um pequeno tour pela Estação antes do show – com direito até a uma visão lindona da Terra lá de cima.

Segundo, porque é superbacana ver a falta de gravidade na prática – e sem ser no cinema. Quando a moça começa a mostrar as flautas que levou com ela, simplesmente deixa os instrumentos flutuando em frente à câmera, na maior naturalidade. Até o cabelo dela “voa”!

E terceiro porque, oras, ela toca bem mesmo. O nome da música apresentada, com o acompanhamento de uma gravação de sua banda, é “Honey, I Miss You” (algo como “Querido, Sinto a sua Falta”, mais do que apropriado para alguém que está tão longe da Terra).

Tem coisa mais maluca do que uma astronauta tocando flauta no espaço? Genial.

(Vi lá no site da Wired.)

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Casais que falam como bebê são mais felizes

Thiago Perin 6 de abril de 2011

Doxinho de coco!

Ô, delixinha minha, toisinha mais totosa do mundo! É, voxêêê, voxê meeesmo, meu bebezinho. Vem cá com o seu amorzinho! Vamos ver um filmezinho hoje? Fofurinha! (Bilú, bilú.)

Sabe aqueles casais insuportáveis que falam desse jeito? Eles são mais felizes. Insuportavelmente mais felizes.

Em uma pesquisa feita nos EUA, 75% dos participantes assumiu usar o linguajar fofinho com o parceiro. E, segundo os pesquisadores, os casais que falavam nesse tatibitati para adultos demonstraram maior satisfação, intimidade e segurança no relacionamento, além de terem uma vida sexual mais movimentada.

A justificativa é que, ao abandonar o papel de “adulto normal”, assumindo seu lado bobão e romântico sem economia, a pessoa se permite criar um nível de intimidade mais elevado com a cara-metade. E isso, é claro, favorece o relacionamento.

Alguém comprova? Quem aí curte ser tratado como criancinha pelo amorzinho? Ah, que fofinho.

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Crânio da mulher aumentou com o tempo

Thiago Perin 5 de abril de 2011

Oi, gato.

É o que indicam análises de crânios europeus que remontam a 400 anos atrás, feitas por pesquisadores dos EUA. Normalmente, assim como o corpo, o crânio do homem tende a ser maior do que o da mulher. Mas, comparando ossadas, os caras notaram que essa diferença está desaparecendo com o tempo. Eles não estabeleceram o quanto, mas afirmam que as características craniofaciais dos esqueletos femininos estão mais parecidas com as dos masculinos hoje do que eram no século 16. (O que não está, necessariamente, relacionado ao tamanho do cérebro.) A “culpa” pode ser da alimentação moderna ou de outros fatores ambientais, supõe a líder do estudo, Ann Ross. É isso aí: igualdade em todos os sentidos.

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Eis que a Terra parece… uma batata

Thiago Perin 1 de abril de 2011

Estamos acostumados a imaginar o nosso planeta bonitinho, redondinho feito uma bola de bilhar, né? Não é bem assim. A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou ontem um novo geoide (um modelo físico criado para mostrar o formato da Terra) que não deixa dúvida: ele parece uma batatona esquisita girando no espaço.

Foto: reprodução.

O modelo, construído a partir de observações via satélite (clique para vê-lo de outros ângulos e em movimento no site da ESA), foi feito para ilustrar a ação da gravidade nas diferentes partes do planeta – nas áreas amarelas, ela é mais forte; nas azuis, mais fraca; nas vermelhas, média.

A ideia nem era mostrar que a Terra é toda esquisitona, e sim usar esse geoide como referência para medir os efeitos das mudanças climáticas, como a movimentação dos oceanos e o aumento nos níveis do mar, e até para entender melhor os processos que causam terremotos – e, quem sabe, ajudar a prevê-los.

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Somos mais bonzinhos quando nos sentimos observados

Thiago Perin 31 de março de 2011

Tô de olho no senhor

A gente já contou que dormir mal pode incentivar você a fazer umas coisinhas erradas aqui e ali, e também que nos sentimos mais a vontade para fazer malandragens quando estamos no escuro. Aí vem mais um estudo para mostrar como a nossa conduta varia conforme o ambiente. Pesquisadores da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, constataram que ter olhos inquisidores vigiando você (mesmo que em foto!) é incentivo suficiente para fazê-lo se comportar bem, seguir ordens, fazer “a coisa certa”.

O teste foi o seguinte: eles penduraram dois cartazes, em dias diferentes, em um restaurante. Ambos pediam aos clientes que, em vez de deixar a bandeja em cima da mesa, jogassem o próprio lixo fora depois de comer. Só que um tinha a imagem de um vaso de flores, enquanto o outro mostrava um par de olhos pouco simpáticos. Adivinha qual funcionou melhor? É: segundo os pesquisadores, a quantidade de pessoas que pegaram a dica e limparam a própria mesa dobrou quando o cartaz exposto era o que tinha o olhar ameaçador.

Dá para conferir o estudo completo, em PDF. Trocar o tradicional smile das placas de “você está sendo filmado” por olhos de psicopata pode ser uma boa ideia, né?

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