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Chocolate contém pedaços de barata

Thiago Perin 6 de abril de 2012

A ideia não é estragar a sua Páscoa, mas achamos que você deveria saber: uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 pedaços de baratas, segundo a Food and Drugs Administration (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios lá nos EUA.

Elas não fazem parte da receita, é claro — a contaminação acontece durante o armazenamento e o transporte do chocolate. Pescamos essa informação saborosa em uma reportagem da ABCNews, que conta como cientistas acham que esse ingrediente extra, os tais pedacinhos de baratas, pode ser o responsável por causar coceira, irritação e cãimbras em pessoas que, aparentemente, são alérgicas a chocolate — e não o doce em si.

Mas calma. Para a FDA, até então, desde que não haja mais do que 60 pedaços de baratas em cada 100 g de chocolate, está tudo bem e a gente pode se esbaldar. E nem adianta fazer o radical e querer abolir o chocolate da sua vida: vários outros alimentos estão sujeitos à mesma contaminação, como frutas e queijos. “Evitar [insetos na comida] é quase impossível. Você provavelmente teria que parar de comer”, disse o alergista Morton M. Teich ao portal.

Crédito da foto: flickr.com/vipez

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Mulheres baixinhas têm mais orgasmos

Thiago Perin 30 de março de 2012

Os dados vêm de dois estudos superantigos, feitos em 1924 e 1940, mas duas pesquisadoras da Universidade de Emory (EUA) se debruçaram sobre eles em 2010 e reconfirmaram as conclusões: quanto menor é a distância entre o clitóris e o canal vaginal da mulher, maior é a probabilidade de ela ter orgasmos durante o sexo.

E sim, essa distância tende a ser menor em mulheres menores. Apesar de isso não ser uma regra, a maioria das mulheres altas está em clara desvantagem.

E qual é o espaçamento que mais favorece o prazer? De acordo com as pesquisas, que analisaram a relação entre altura e frequência de orgasmos em cerca de 90 voluntárias de todas as idades, a mulher é mais propensa a ter orgasmos se a distância entre o clitóris e o canal vaginal for menor do que a largura do próprio dedão.

(A foto que ilustra o post é de uma cena famosa do filme Harry e Sally – Feitos um para o outro, de 1989, em que a atriz Meg Ryan simula um orgasmo no meio de uma lanchonete; assista aqui. Meg tem 1,70 m e não é exatamente baixinha, mas relevem, vai.)

(Via Barking up the wrong tree)

Crédito da foto: reprodução

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Ver filmes tristes deixa você alegre

Thiago Perin 29 de março de 2012

Vocês eu não sei, mas eu lembro de não sair nem um pouco feliz do cinema depois de ver, por exemplo, o Jack morrer em Titanic. De toda forma, pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio (EUA) dizem que ver filmes tristes deixa a gente mais feliz, sim — supostamente, porque as tragédias da ficção nos fazem pensar em quem amamos, e aí rola um efeito gostoso do tipo “que sorte eu tenho de ter essas pessoas na minha vida”.

Nos testes, 361 voluntários assistiram a um trecho de Desejo e Reparação (na foto), de 2007 — um filme que, digamos (para não dar spoilers demais), não termina bem do jeito que a gente queria. Antes, durante e depois do filme, os participantes tiveram que registrar como estavam se sentindo. Ao final da sessão, mais uma tarefa: escrever um pouco sobre o que quisessem.

Segundo a líder do estudo, Silvia Knobloch-Westerwick, as pessoas que ficaram mais tristes enquanto viam o filme tendiam a escrever sobre seus relacionamentos da vida real — o que aumentava a sensação de felicidade. ”As pessoas parecem usar as tragédias ficcionais para refletir sobre a importância de seus próprios relacionamentos, e ficam gratas”, diz.

E aí, quer fazer o teste? Comece por essa cena, eleita por pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) como a mais triste da história do cinema.

Aproveita e conta pra gente: qual é o seu filme triste preferido?

Crédito da foto: divulgação

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Quem come chocolate com frequência é mais magro

Thiago Perin 27 de março de 2012

Fala a verdade, você passou a vida inteira esperando por essa notícia, né? Calma, os cientistas ainda não estão recomendando que você se atire de cabeça nos bombons. Mas um estudo da Universidade da Califórnia (EUA) apareceu para, ao menos, diminuir a sua culpa. Depois de analisar a dieta e o índice de massa corporal (IMC) de mais de mil voluntários, os pesquisadores constataram que as pessoas que comiam chocolate com moderação, mas regularmente, tendiam a ser mais magras do que as que nunca comiam chocolate nenhum.

O estudo deixa claro que ainda falta uma porção de testes para a gente entender o que, de fato, acontece. Mas sugere que o chocolate contenha certas substâncias que, em doses moderadas, podem alterar o metabolismo de forma que a quantidade de calorias consumidas que são transformadas em gordura e acabam depositadas nos seus pneuzinhos seja menor.

Já é um belo alívio. “As pessoas podem se sentir menos culpadas por comer chocolate”, reforça a médica Beatrice Golomb, líder do estudo. “Eu, com certeza, estou me sentindo menos culpada por dizer aos meus pacientes que chocolate é meu legume preferido“.

(Via BBC)

Crédito da foto: flickr.com/elkit

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Pessoas que leem são mais legais

Thiago Perin 26 de março de 2012

Pesquisadores da Universidade de Washington e Lee (EUA) constataram esse efeito com um teste bem simples: colocaram voluntários para ler uma história bem curtinha, fizeram algumas perguntas para identificar o quanto cada um tinha curtido o que leu e aí derrubaram, sem querer querendo, um monte de canetas no chão. O estudo conta que, quanto mais “transportadas” para dentro da história as pessoas tinham sido, maiores eram as chances de levantarem o bumbum da cadeira para ajudar a recolher as canetas.

A explicação é que quando lemos algo que realmente mexe com a gente, criamos empatia pelos personagens da história — e quanto maior essa empatia, mais propenso a gente fica a ser bacana com os outros na vida real. E você aí, anda lendo muito?

Crédito da foto: flickr.com/ciro

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