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Ver junk food melhora o gosto da salada

Thiago Perin 23 de março de 2012

Ótima dica para quem está de dieta. Um estudo feito lá na Suíça testou o paladar de 14 voluntários logo após eles terem visto fotos de alimentos saudáveis, como melões e vagens, ou de guloseimas supercalóricas, como pizzas e doces. Na hora do teste, nada de comida: para estimular as papilas gustativas do pessoal, os pesquisadores deram pequenos choques nas línguas de todo mundo (achou que vida de voluntário de pesquisa científica era fácil?), o que, diz o estudo, causa uma sensação de sabor neutro — nem bom, nem ruim.

Então, os participantes contaram o quanto curtiram o “gosto” que tinham acabado de sentir. Não teve dúvida: os que viram fotos de comida saborosa antes do experimento acharam o choquinho também mais saboroso. Para o pesquisador Johannes le Coultre, líder da pesquisa, não ficou dúvida: “Os resultados fornecem evidências de que imagens de alimentos de alta caloria melhoram a avaliação hedônica de gostos posteriormente apresentados”.

Opa, falou bonito, Johannes, mas simplificando: ver junk food — e só ver mesmo, não precisa nem sentir o cheiro —, aparentemente, faz até aquela saladinha sem graça parecer mais gostosa. Que tal fazer o teste e contar para a gente se funciona mesmo?

(Via Daily Mail)

Crédito da foto: flickr.com/cookiem

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Bexigas estão acabando com o hélio do mundo

Thiago Perin 22 de março de 2012

É o que alerta o cientista inglês Oleg Kirichek. Na semana passada, ele estava a fim de estudar a estrutura da matéria, mas teve que adiar seus experimentos em 3 dias porque o estoque de hélio de seu laboratório tinha acabado — e cada dia de trabalho perdido até que conseguissem encontrar mais do elemento, o que não foi fácil, custou 30 mil libras.

“Nós desperdiçamos 90 mil libras porque não conseguíamos arranjar hélio. Mesmo assim, a gente coloca o negócio em balões de festa, que deixamos escapar para a atmosfera, ou então os usamos para deixar nossas vozes fininhas e dar umas risadas. Isso é muito, muito estúpido. Eu fico realmente bravo“, disse Kirichek para o The Guardian.

Ui, nervosinho, né? Mas dá para entender a indignação dele.

O hélio é essencial para os cientistas — Oleg Kirichek, no caso, precisava dele para resfriar átomos e torná-los mais estáveis, para aí conseguir estudá-los — e, apesar de ser o segundo elemento químico mais abundante no universo, é pouco encontrado na Terra.

O Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA estima que os nossos estoques devem se esgotar em menos de 30 anos. Então, pense bem antes de brincar com o negócio.

Crédito da foto: flickr.com/thelastminute

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Álcool deixa as pessoas mais conservadoras

Thiago Perin 21 de março de 2012

É provável que, enquanto lê isso, você esteja aí se lembrando de barbaridades coisas bem liberais que já fez depois de beber umas e outras. Mas, surpreendentemente, de acordo com um estudo da Universidade do Arkansas (EUA), a gente fica mais conservador quando bebe.

Por essa ninguém esperava, né? Mas os pesquisadores constataram que, quanto mais alto o nível de álcool no sangue dos voluntários, mais conservadoras eram suas opiniões em relação a sexo, educação e posicionamento político.

E o que explica esse efeito bizarro? A hipótese do estudo tem potencial para irritar o pessoal mais tradicional: o álcool deixa as pessoas mais conservadoras porque prejudica o raciocínio. É o que os pesquisadores chamam de “pensamento de pouco esforço” — segundo eles, se você não pensa direito sobre as coisas, acaba caindo nas ideias conservadoras.

Em outros testes, pessoas distraídas e com pouco tempo para pensar também se mostraram mais conservadoras do que as outras — o que dá força à explicação.

Crédito da foto: flickr.com/smull

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Mulheres passam 33 anos da vida mal humoradas por causa do cabelo

Thiago Perin 19 de março de 2012

Sabe bad hair day, quando os seus cabelos adquirem vida própria e, não importa o que você faça, o penteado não fica bom? Uma pesquisa feita com 2 mil mulheres lá no Reino Unido, conta o Daily Mail, constatou que elas acordam nesses dias pelo menos 3 vezes por semana. Fazendo as contas, são cerca de 156 dias por ano de cabelos rebeldes. Considerando a expectativa de vida das mulheres no Brasil — que, segundo o IBGE, é de 77 anos  —, são 12.012 dias (ou 33 anos) de insatisfação capilar na vida de uma mulher.

Desesperador, né? E isso, é claro, causa um mau humor danado.

A pesquisa, que foi feita pelo cabeleireiro britânico Mark Hill, aponta que, em um bad hair day, a mulher passa no mínimo 1 hora e 25 minutos irritada e depressiva. E olha só: entre as entrevistadas, 1 em 20 já tinha levado um pé na bunda do namorado por causa dessas crises.

Por outro lado, quando acordam com os cabelos ótimos, 67% das mulheres têm um dia especialmente bom, e 56% são mais gentis do que o normal com as pessoas ao redor.

E vocês aí, sofrem desse mal? E com os homens, será que o efeito é parecido?

Crédito da foto: flickr.com/thestarmama

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Pesquisadores criam fórmula que prevê duração dos casamentos de famosos

Thiago Perin 16 de março de 2012

E dizem eles que funciona. Eles, no caso, são o jornalista John Tierney, repórter de ciência do jornal New York Times, e o estatístico Garth Sundem.

A fórmula, que já previu corretamente o divórcio de casais como Britney Spears e Kevin Federline (na foto), Demi Moore e Ashton Kutcher e Pamela Anderson e Kid Rock (e acertou que outros, como Ben Affleck e Jennifer Garner, continuariam juntos), é a seguinte:

P = o número de vezes que os dois já foram casados antes
Ab = a idade dele
Ag = a idade dela (biológica, não cosmética) (hehe)
Gb = o número de resultados para o nome dele no Google, em milhões
Gg = o número de resultados para o nome dela no Google, em milhões
S = nas primeiras 5 fotos que aparecem quando você joga o nome dela no Google, em quantas ela está vestida sensualmente
D = há quantos meses eles se conheciam antes do casamento
T = para descobrir as chances de o casamento durar 1 ano, colocar 1; para as chances de durar 5 anos, colocar 5 etc.

Bliss é o percentual de chance de o casamento durar pelo período escolhido.

Coisinha simples, né? Recentemente, a dupla propôs uma versão atualizada da equação — que, apesar de ter acertado em vários casos, também erra de vez em quando, como quando apontou que o casamento de Tom Cruise e Katie Holmes (que segue firme) não iria longe.

A nova versão substitui a contagem dos resultados do Google por outro índice: o número de menções no New York Times (considerado uma fonte séria) dividido pelo número de menções no National Enquirer (um tablóide mais dedicado a fofocas e escândalos).

“Essa é uma grande melhoria na equação. No fim das contas, não é a fama geral que importa, e sim o tipo de fama“, explica Garth Sundem — ou seja, quanto mais figurinha carimbada dos tablóides o pessoal for, menor a chance de ficar casado por muito tempo.

Crédito das fotos: divulgação; New York Times

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