Pássaros “leem” da esquerda para a direita
Gabriela Portilho 11 de março de 2010

Gabriela Portilho 11 de março de 2010

Gabriela Portilho 9 de março de 2010

"Alegria, era o que faltava em mim…"
Se você é jovem e se sente muito feliz, ainda não viu nada.
Uma pesquisa feita com 21 mil homens e mulheres na Alemanha e nos EUA procurou avaliar o quão felizes eles se consideravam em uma escala de 0 a 10. Enquanto a média dos adolescentes era de 5,5, a dos vovozinhos batia os 5,9.
De acordo com a pesquisa, os níveis de felicidade começam a decair da adolescência até os 46 anos e, daí em diante, não param de crescer, atingindo o auge aos 74.
A explicação é que nesta idade as responsabilidades e preocupações financeiras são menores. Já os mais novos vivem sob a pressão de formar família, estuturar a vida e construir uma carreira.
E você? Marcaria quantos pontos nessa escala?
Gabriela Portilho 8 de março de 2010

Complicadas e perfeitinhas
Antes de subir ao altar é melhor prestar atenção nestes dados. A noiva é cerca de 5 anos mais nova que o noivo? Ela é mais inteligente? Os dois têm um meio cultural semelhante? Para aqueles que responderem "sim" a estas perguntas mesmo antes de entrar na igreja, as chances de se ter um casamento duradouro são 20% maiores.
Pelo menos, foi essa a conclusão dos pesquisadores da Geneva School of Business na Suíça, que analisaram 1074 casais entre 19 e 75 anos. Segundo o estudo, além da idade, as esposas mais felizes são 27% mais inteligentes que os maridos e, geralmente, não se divorciaram antes.
Será mesmo, hein?
Gabriela Portilho 26 de fevereiro de 2010

You cant´t always get what you want…
Se você não consegue entender por que Paul Mc Cartney parece muito mais jovem do que o Mick Jagger, apesar dos dois terem quase a mesma idade, uma pesquisa publicada no Nature Genetics pode ajudar a responder essa dúvida.
A análise do DNA de 12 mil pessoas revelou que 38% da população têm um conjunto de genes que acelera o envelhecimento em 3 a 4 anos, enquanto outros 7% têm esse conjunto duplicado, parecendo até 8 anos mais velhos.
Já o sortudos, que ficam anos com carinha de bebês, trazem o chamado “gene de Peter Pan”. O gene está ligado ao tamanho dos telômeros – as extremidades dos cromossomos. Na divisão celular, telômeros maiores demoram mais para se reduzir e morrer – evitando assim, o envelhecimento celular e fazendo com que o rostinho jovem dure por mais tempo. Torça para ter o seu!
Gabriela Portilho 23 de fevereiro de 2010

Os assuntos mais bizarros do mundo das pesquisas científicas com muito bom humor.
Carol Castro
É jornalista. Gosta de filmes sem sentido, livros sem clichês, comida sem carne e ciência pra divertir. Tudo sem fanatismo.
castro.g.caroline@gmail.com