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Ganhar um Oscar de Melhor Atriz aumenta as chances de a mulher se divorciar

Thiago Perin 24 de fevereiro de 2012

Kate Winslet, que aparece aí em cima toda feliz com a estatueta dourada nas mãos, foi vítima desse efeito bizarro: 2 anos após ganhar o Oscar por O Leitor, em 2008, anunciou sua separação do diretor Sam Mendes. E a lista continua: Bette Davis e Halle Berry, por exemplo, também ficaram solteiras pouco tempo depois de serem eleitas a melhor atriz do ano.

Pesquisadores das universidades de Toronto (Canadá) e Carnegie Mellon (EUA) dão as estatísticas: fuçando a vida de todos os indicados nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Ator do Oscar até 2010 (desde 1936, foram 751 nomes), eles constataram que os casamentos das ganhadoras do prêmio de Melhor Atriz têm 63% mais chances de acabar do que os das indicadas que não levam a cobiçada estatueta para casa.

A coisa parece ser bem séria mesmo: a pesquisa mostrou que os casamentos das vencedoras duram, em média, apenas 4,3 anos (o da Kate Winslet durou um pouquinho mais, quase 7), enquanto os das indicadas que não ganham duram, em média, 9,5 anos.

Entre os vencedores e indicados como Melhor Ator, não foram encontradas diferenças significativas. O que nos leva à suposta explicação: machismo. Segundo o estudo, é aquela velha história do marido que sente-se diminuído quando a mulher ganha mais ou se torna mais importante do que ele. E aí surgem as brigas que estragam o relacionamento.

Será que o Oscar desse ano vai acabar com a alegria da Viola Davis? E se for a Meryl Streep a ganhadora, será que o casamento de 34 anos da mulher vai pelo ralo? É melhor não torcer para a Glenn Close, coitada: ela nunca ganhou um Oscar, e mesmo assim já está no 3º marido.

Crédito da foto: divulgação

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Falar mal dos outros é a melhor maneira de fazer amizades

Thiago Perin 23 de fevereiro de 2012

É verdade: o veneno aproxima as pessoas. Se você perguntar a um grupo de amigos porque eles são amigos, eles provavelmente vão dizer que gostam das mesmas coisas e das mesmas pessoas. Mas desgostar das mesmas pessoas também é um fator bem importante. É o que aponta um estudo feito nas universidades de Oklahoma e do Texas (EUA).

Primeiro, os pesquisadores colocaram os participantes para lembrar de como nasceram suas amizades mais duradouras (e a maioria tinha sido compartilhando opiniões negativas sobre os conhecidos em comum). Depois, perguntaram sobre como eles agiam em relação às outras pessoas quando estavam com os três amigos mais próximos (e a tendência mais forte era falar mal do pessoal ao redor — tipo a sua turma falando mal do bumbum alheio na praia, sabe?).

Por fim, propuseram um teste que mostrou que se você conhece uma pessoa que faz as mesmas ressalvas que você sobre o comportamento das outras pessoas (“ela fala alto demais”, por exemplo), as chances de você gostar dela são maiores. “Não é que a gente goste de não gostar das pessoas”, diz uma das autoras do estudo, Jennifer Bosson. “É que a gente gosta de conhecer pessoas que não gostam das mesmas pessoas”, explica.

Crédito da foto: flickr.com/idaaalen

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Ter problemas com a mãe faz você engordar

Thiago Perin 21 de fevereiro de 2012

Você luta contra a balança? Então responda: como é a sua relação com a sua mãe?

Pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio (EUA) descobriram que crianças cujo relacionamento com a mãe é problemático são pelo menos duas vezes mais propensas a serem obesas quando crescem.

Quase mil voluntários participaram do estudo — foram avaliados ainda bebês e de novo aos 15 anos. Entre os que eram bem próximos da mãe, 13% estavam acima do peso na adolescência. Já entre os que não mantinham um laço emocional forte com ela, 26% apresentavam sinais de obesidade.

A explicação é justamente a que a gente espera: segundo os pesquisadores, a hipótese mais provável é a de que as crianças comam mais e engordem ao substituir o amor da mãe por sorvete, pizza, bolo de chocolate, macarronada… Bem, você entendeu.

Crédito da foto: flickr.com/cavale

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Bodes também têm sotaque

Redação Super 20 de fevereiro de 2012

Engana-se quem achava que o sotaque era privilégio exclusivo dos humanos. Um estudo da Universidade de Londres descobriu que o balido emitido por cabras e bodes pode variar de acordo com o lugar e o rebanho no qual vivem. Tudo bem que eles não têm um vocabulário lá muito variado, mas essas diferenças sugerem que os bichos podem ser mais inteligentes do que se pensava.

Para o estudo, publicado na revista Animal Behaviour, os pesquisadores acompanharam quatro rebanhos diferentes de cabritinhos pigmeus e gravaram seus sons com um microfone escondido durante várias semanas. No início, os animais ficaram com suas mães e irmãos e copiavam seus sons. Mas, à medida que cresciam e formavam grupos sociais com seus pares – conhecido como ‘creches’ –, começaram a desenvolver um “sotaque” próprio.

Isso sugere que sotaques regionais entre os mamíferos são muito mais comuns do que se pensava. Além disso, eles podem mudar de acordo com seu ambiente social em vez de serem unicamente determinado pelos genes, como se costumava acreditar.

Via DailyMail

Imagem: Wikipedia

 


Pensar em sexo deixa você mais inteligente

Thiago Perin 17 de fevereiro de 2012

Já viu essa? A dica é do pessoal da Universidade de Amsterdã (Holanda).

Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários, homens e mulheres, pensarem em sexo. Depois, colocaram todo mundo para resolver problemas de lógica e matemática. E, surpresa, o desempenho dos que estavam com ideias safadinhas na cabeça foi melhor.

É que, segundo os cientistas, quando pensamos em sexo, nosso cérebro ativa uma área “projetada” pela evolução para ajudar a gente a se reproduzir. Daí em diante, começamos a prestar mais atenção nas outras pessoas, a achá-las especialmente atraentes, a tentar identificar sinais de interesse sexual quando flertamos com alguém, e por aí vai.

Essas mudanças mentais, que acontecem naturalmente para favorecer a reprodução, intensificam a nossa atenção e o nosso foco nos detalhes, o que deixa a percepção mais afiada e acaba favorecendo também o raciocínio, explica o estudo. Olha que beleza.

Crédito da foto: flickr.com/caveman_92223

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