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Redes sociais afetam o cérebro do mesmo jeito que a paixão

Thiago Perin 1 de julho de 2010

Como eu te amo, meu Twitter!

Como eu te amo, meu Twitter!

Eis que a ciência aparece para explicar por que a gente gosta tanto de redes sociais. O pesquisador Paul J. Zak, professor da Claremont Graduate University (EUA), descobriu que uma simples troca de tweets ou um amigo curtindo nosso status no Facebook pode aumentar nossos níveis de oxitocina, conhecida como “hormônio do amor” (ela estimula sentimentos como empatia, generosidade e confiança, e tem altas quando estamos apaixonados).

A cobaia foi o jornalista Adam Penenberg (que conta a experiência toda aqui). Ele cedeu amostras de sangue antes e depois de passar 10 minutos batendo papo no Twitter. Nesse tempinho, seu nível de oxitocina subiu 13%. (Para se ter uma ideia, uma alta equivalente à observada em um noivo prestes a subir no altar.) E nem é só isso: seus níveis de cortisol e ACTH, hormônios ligados ao estresse, caíram 11% e 15%, respectivamente.

Isso leva a crer que o cérebro percebe o tempo que “perdemos” no Twitter e no Facebook, por exemplo, como se estivéssemos interagindo diretamente com pessoas queridas. E aí libera a oxitocina, que dá um pouquinho daquele “barato” que a gente sente quando se apaixona. Sem falar que, ao suavizar os hormônios do estresse, derruba também o risco de problemas cardiovasculares, como infartos e derrames. Ou seja: tuitar é bom para o coração em todos os sentidos. Justamente a desculpa que você precisava para procrastinar sem culpa, né?

(Dica do super Kleyson)

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Comentários

Caique disse:

kkKKk…..Ta blz então, nunca vou ter infarto

Só os comentários acima já levanta o moral!
Dá pra pensar que a união de pessoas amorosas geram amor mesmo!
Não só na internet. Ela é o instrumento.
O poder da internet está só começando! Não precisa de pesquisa para perceber isso.
Veja o que está acontecendo no Oriente Médio.
A união de pessoas é muito poderosa. Cristo dizia isso!

Legal!!
Adorei o artigo, a internet tem essa de paixão incondicional, ficamos ligados no acesso sem contar o tempo.

Gisele laago disse:

Boa desculpa, santo remedio.uauauahuahuaa

La'h disse:

aaaaa adoreiiii… É a solução dos meus problemas essa pesquisa, agora terei a desculpa para a mamis ñ brigar por eu fik no pc..rsrs…

Adorei! E que venha o estímulo à oxitocina! ahah
Irei já, recomendar o blog a um amigo apaixonado por Redes Sociais e derivados…
Enfim, ótimo post!
Abraço (:

alguém disse:

Verdade, concordo com a Camila Borges…fizeram a experiência com mais gente né? Porque senão, não se pode afirmar assim

auro disse:

era tudo q eu queria saber. embora ja tivesse sentido essa sensassão.

Camila Borges disse:

mas foi feito o experimento com apenas uma pessoa e já tem toda a tese? e se ele valoriza isso mais que os outros?

Diana disse:

Na verdade, as Redes sociais afetam o cérebro do mesmo jeito que a paixão porque elas lidam coma aceitação! Todos querem ser aceitos por alguém, estimados. Aí você olha seu Twitter, Facebook, etc. com uma quantidade cada vez maior, com recadinhos mostrando que elas se lembraram de você, quem não se apaixona. É o homem é um ser carente!

Fernando disse:

A palavra “Paixão” vem do grego “Pathos” (excesso, doença, sofrimento). Podemos concluir então que as Redes Sociais nos tornarão SOCIOPATAS?

samia disse:

lindo0o0o ♥

Que bom, pois eu devo amar muito, porque eu adoro o twitter sou viciado…
Como eu te amo, meu Twitter! kkkkkkkkkkkkkkkkkk…

Krunshe disse:

Explicado o porque de ser tão mais facil se apaixonar na internet.

Miris XD disse:

Massa d+ esse artigo…

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