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	<title>Como as pessoas funcionam</title>
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	<description>Estamos de olho na produção acadêmica das maiores universidades do mundo para trazer pesquisas, dicas e reportagens que ajudem você a entender melhor como os complicados seres humanos funcionam e por que nos comportamos desta ou daquela forma. Assim, você descobre como lidar melhor com eles e o que fazer para estimular sua capacidade mental.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 May 2012 21:20:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por que as mulheres insistem em namorar babacas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 21:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Truques da mente]]></category>
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		<category><![CDATA[bad boy]]></category>
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		<description><![CDATA[Taí uma pesquisa que responde uma das grandes questões da humanidade: por que diabos as mulheres insistem em se envolver com bad boys (ou babacas ou boys lixo ou qualquer que seja a sua definição preferida para esse tipo de homem que é bonitão e cafajeste). E não estamos falando só em atração: que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/05/Barney_Stinson.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-7551" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/05/Barney_Stinson.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Taí uma pesquisa que responde uma das grandes questões da humanidade: por que diabos as mulheres insistem em se envolver com <strong>bad boys </strong>(ou babacas ou boys lixo ou qualquer que seja a sua definição preferida para esse tipo de homem que é bonitão e cafajeste). E não estamos falando só em atração: que a gente geralmente acha esse tipo sexy, todo mundo já sabe e <a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/por-que-as-mulheres-gostam-de-bad-boys/" target="_blank">eu até já escrevi a respeito</a>. O que pesquisadores da Universidade do Texas quiseram entender foi por que algumas de nós insistimos em transformar essa atração em um <strong>relacionamento de longa duração</strong>, mesmo sabendo que a chance de isso ser uma barca furada é enorme.</p>
<p>A resposta, segundo o estudo, está nos <strong>hormônios</strong> femininos e na bagunça que eles provocam na <strong>capacidade de julgamento</strong> das mulheres. Durante o período de ovulação, esses hormônios acabam influenciando a sua visão do que é um bom parceiro em potencial: elas passam a preferir os homens mais bonitos e sensuais e dar menos importância a fatores como a confiabilidade. (Dá para entender o porquê: homens lindos têm mais chances de gerar descendentes lindos, né?)</p>
<p><strong>Os experimentos</strong></p>
<p>Para chegar a essa conclusão (que está publicada no <em>Journal of Personality and Social Psychology</em>), os pesquisadores mostraram a mulheres perfis de sites de namoro de homens do tipo mais sexy e cafajeste e do tipo mais <strong>confiável</strong> (o que provavelmente significava que eram bonzinhos, mas não providos de tanto sex appeal). Elas tiveram que avaliá-los durante períodos de fertilidade alta e baixa e dizer, em cada uma dessas ocasiões, como achavam que eles se sairiam como pais caso tivessem um filho juntos.</p>
<p>Resultado<strong>: quando as voluntárias estavam sob a influência dos hormônios da ovulação</strong>, elas achavam que o homem <strong>mais sexy contribuiria mais para tarefas domésticas</strong> como cuidar do bebê, comprar alimentos e cozinhar. Segundo Kristina Durante, uma das autoras, nesse período “as mulheres <strong>se iludem</strong> <strong>em pensar que</strong><strong> os bad boys se tornarão parceiros dedicados e pais melhores.</strong> Ao olhar para eles através dos ‘<strong>óculos da</strong><strong> ovulação’</strong>, o Sr. Errado vira o Sr. Certo&#8221;.</p>
<p>Em um segundo teste, as coisas ficam mais interessantes (para as voluntárias): elas tiveram que interagir pessoalmente com atores do sexo masculino que fizeram os papéis de cafajeste sexy e pai confiável. Isso também aconteceu duas vezes, uma durante seu período de ovulação e outro durante baixa fertilidade. E de novo as mulheres na primeira condição acharam que o bad boy (e não o PAI confiável) contribuiria mais para o acolhimento de uma criança.</p>
<p>Mas olha o <strong>truque</strong> desses hormônios para empurrar as mulheres para os braços do boy lixo: <strong>a ilusão do bom pai só vale para a hipótese de eles terem um filho com elas, não com outra mulher</strong>. Quando tinham de responder que tipo de pai um homem assim seria caso tivessem um filho <strong>com outra pessoa</strong>, <strong>elas eram rápidas em apontar os seus possíveis defeitos</strong>. No entanto, <strong>caso elas próprias fossem a mãe</strong>, a coisa mudava de figura <strong>e os bad boys viravam um ótimo pai</strong><strong> para seus filhos</strong>.</p>
<p>Então ficam as lições do dia:</p>
<p>1-      Mulheres, fujam do boy lixo quando estiverem no período fértil se não querem correr o risco de se apaixonar e querer ter filhos com ele.</p>
<p>2-      Mas não fiquem desesperadas se acharem que estão apaixonadas por um desses: vai ver é só coisa de hormônios</p>
<p>3-      Boys lixo, agora vocês já sabem quando o seu poder sobre as mulheres fica maior. Mas atentem para os riscos.</p>
<p>Antes que comecem reclamações por aqui, deixemos claro que a ideia não é promover nenhum tipo de preconceito contra ninguém (até porque a própria ciência está aí para provar que a gente gosta e tal &#8211; e somos fãs do Barney Stinson, personagem de &#8220;How I Met Your Mother&#8221; que representa muito bem o tipo cafajeste). Como bem disse a pesquisadora Kristina Durante, boy lixo ou não, “<strong>nunca dá para saber quando o cara é o certo para nós</strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Via <a href="http://www.livescience.com/20294-women-choose-bad-boys.html" target="_blank">Live Science</a>)</p>
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		<title>Ciúme e inveja no trabalho são diferentes em homens e mulheres</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/ciume-e-inveja-no-trabalho-sao-diferentes-em-homens-e-mulheres/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 19:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ciúme]]></category>
		<category><![CDATA[inveja]]></category>
		<category><![CDATA[rivalidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tem jeito: ciúme e inveja são coisas que podem atingir tanto homens quanto mulheres – inclusive no ambiente de trabalho. Mas um estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Valência (Espanha), Groningen (Holanda) e Palermo (Argentina) sugere que, na firma, essas questões envolvem algumas diferenças de gênero. Por exemplo, as mulheres são mais afetadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/05/ciume-trabalho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-7501" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/05/ciume-trabalho.jpg" alt="" width="506" height="338" /></a></p>
<p>Não tem jeito: ciúme e inveja são coisas que podem atingir tanto homens quanto mulheres – inclusive no ambiente de trabalho. Mas um estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Valência (Espanha), Groningen (Holanda) e Palermo (Argentina) sugere que, na firma, essas questões envolvem algumas diferenças de gênero.</p>
<p>Por exemplo, as <strong>mulheres</strong> são mais afetadas pela <strong>competição sexual </strong>do que os homens. Já as <strong>habilidades sociais </strong>dos colegas podem provocar ciúme e inveja profissional <strong>igualmente</strong> em ambos os sexos.</p>
<p>&#8220;Mulheres com <strong>alto nível de competição intrassexual</strong> [ou seja, a <strong>concorrência com outras pessoas do mesmo sexo,</strong> causada pelo <strong>desejo de obter e manter o acesso ao sexo oposto</strong>] são <strong>mais ciumentas se a rival for mais atraente e mais invejosas se a rival é mais poderosa</strong> e dominadora”, afirmou Rosario Zurriaga, da Universidade de Valência. &#8220;Esse resultado mostra a importância das habilidades sociais em ambientes de trabalho&#8221;, completa.</p>
<p>Para entender a diferença entre os dois sentimentos, o estudo definiu assim: o <strong>ciúme</strong> é o que vem quando um <strong>relacionamento está ameaçado</strong> devido à <strong>interferência</strong> de um rival. Já a <strong>inveja</strong> foi considerada uma<strong> resposta ao sucesso</strong>, qualidades ou habilidades de outra pessoa – e envolve que você se <strong>compare</strong> com ela e deseje ter os seus atributos.</p>
<p>“A inveja e o ciúme podem causar <strong>estresse</strong> e afetar negativamente a qualidade de vida dos profissionais”, afirma Zurriaga.</p>
<p>Como <strong>evitar</strong> isso? Segundo os pesquisadores, é necessário que as pessoas <strong>modifiquem sua percepção de perda, ameaça e comparação com os outros.</strong> Tarefa nada fácil.</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>A rivalidade intrassexual foi analisada por meio de questionários distribuídos diretamente para 200 indivíduos (100 homens e 100 mulheres) em suas estações de trabalho. Do total, 26% dos voluntários trabalhavam na área de administração, 21% no setor de serviços, 30% na educação e o restante em saúde e outras profissões. A idade média era de 36 anos e eles estavam há 11 em seu trabalho.</p>
<p>&#8220;Este é um dos primeiros estudos a analisar as características de rivalidade no ambiente de trabalho e pode contribuir para uma melhor compreensão dos conflitos e problemas que podem ocorrer nessas relações&#8221;, concluem os autores no estudo, que foi publicado na “<em>Revista de Psicología Social</em>”.</p>
<p>(Via<a href="http://medicalxpress.com/news/2012-05-jealousy-envy-men-women.html" target="_blank"> Medical Xpress)</a></p>
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		<title>Por que a promessa de encontrar o “par perfeito” em serviços online de encontros não funciona</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/por-que-a-promessa-de-encontrar-o-par-perfeito-em-servicos-online-de-encontros-nao-funciona/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Serviços online de encontros estão bombando por aí. Nos Estados Unidos, sites que prometem encontrar seu par ideal fazem sucesso e são uma alternativa para quem não tem muitas oportunidades de conhecer gente nova. Mas um estudo publicado no jornal Psychological Science in the Public Interest (e disponível aqui), feito por uma equipe de pesquisadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/encontro_online.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-7441" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/encontro_online.jpg" alt="" width="338" height="447" /></a></p>
<p>Serviços online de encontros estão bombando por aí. Nos Estados Unidos, sites que prometem encontrar seu par ideal fazem sucesso e são uma alternativa para quem não tem muitas oportunidades de conhecer gente nova.</p>
<p>Mas um estudo publicado no jornal <em>Psychological Science in the Public Interest</em> (e disponível <a href="http://psi.sagepub.com/content/13/1/3.full?ijkey=cK9EB6/4zQ0AM&amp;keytype=ref&amp;siteid=sppsi" target="_blank">aqui</a>), feito por uma equipe de pesquisadores de cinco universidades, concluiu que a maioria desses sites se baseia em algoritmos pouco certeiros para encontrar tais “pares perfeitos”.</p>
<p>Segundo eles, esses algoritmos deixam passar variáveis importantíssimas para relacionamentos de longa duração. Para começar, eles fazem as combinações antes de as pessoas se encontrarem. Estudos mostraram que os fatores mais fortes para se predizer relacionamentos sólidos são <strong>suas  interações ao vivo</strong> e a habilidade de cada um para lidar com o <strong>stress</strong>.</p>
<p>Pesquisadores defendem que dados como <strong>gostos</strong>, <strong>características de personalidade e atitudes</strong>, acredite, não podem predizer bem como a interação na vida real vai funcionar. Ou seja, não é porque aquela pessoa é tão fã de Game of Thrones, New Girl, Family Guy, histórias em quadrinhos e bacon como você que foram necessariamente feitos um para o outro.</p>
<p>É por isso que tais sites levam a muitos encontros mal-sucedidos, enquanto outros com o potencial de serem ótimos podem nunca acontecer apenas porque, para o algoritmo usado, as personalidades seriam incompatíveis.</p>
<p>Outro problema é o <strong>excesso de opções</strong>. Muitas vezes, o usuário recebe um amplo leque de possibilidades e sai para vários encontros diferentes. Segundo o estudo, isso “<strong>pode levar a decisões preguiçosas e imprudentes</strong>” e até prejudicar a disposição da pessoa em se comprometer com um pretendente só.</p>
<p>Os cientistas concordam, no entanto, que esses serviços podem ajudar os usuários a conhecer gente nova mais rapidamente, o que aumenta suas chances de encontrar a pessoa certa. Mas é estatística, não psicologia.</p>
<p><strong>- Matéria relacionada: </strong></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/como-ajudar-o-cerebro-a-tomar-melhores-decisoes/" target="_blank">Como ajudar o cérebro a tomar melhores decisões</a></p>
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		<title>Está se sentindo sem tempo? Talvez o problema esteja no excesso de tempo livre</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 13:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Truques da mente]]></category>
		<category><![CDATA[correria]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você vive reclamando que a sua vida está uma correria? Um novo estudo mostra que, talvez, o problema esteja justamente no excesso de tempo livre – ou no fato de você não estar sabendo usá-lo para fins realmente importantes. Já falei aqui sobre como a percepção do tempo é algo subjetivo e depende de muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://super.abril.com.br/imagem/relogio-3.jpg" alt="" width="521" height="346" /></p>
<p>Você vive reclamando que a sua vida está uma <strong>correria</strong>? Um novo estudo mostra que, talvez, o problema esteja justamente no <strong>excesso de tempo livre</strong> – ou no fato de você <strong>não estar sabendo usá-lo para fins realmente importantes</strong>.</p>
<p>Já falei aqui sobre como a percepção do tempo é algo subjetivo e depende de muitas variáveis (<a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/por-que-as-vezes-tempo-voa-e-outras-vezes-se-arrasta/" target="_blank">Por que às vezes o tempo voa e outras vezes se arrasta?</a>). Agora, um estudo de Cassie Mogilner, especialista em percepção do tempo da Universidade de Wharton, na Pensilvânia, sugere outro fator que influencia isso: quando nos ocupamos em tarefas altruístas, temos a sensação de que o tempo está correndo mais devagar.</p>
<p>Para o estudo, Mogilner e colegas das universidades de Harvard e Yale interromperam mais de 200 alunos em uma aula e pediram que completassem diferentes tarefas por cinco minutos. Alguns tinham que riscar a letra “e” em páginas de texto, o que representou, para os cientistas, uma tarefa de desperdício de tempo. Outros tiveram que escrever uma carta para animar uma criança gravemente doente.</p>
<p>Depois, cada um teve de responder perguntas que envolviam a sua percepção do tempo futuro. Resultado: <strong>quem escreveu a carta</strong> (ou seja, se empenhou em uma atividade generosa e altruísta) foi mais propenso a concordar com afirmações como “meu futuro parece infinito para mim”, indicando a<strong> sensação de uma</strong> passagem do tempo mais lenta.</p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/138083478.jpg"><img class="alignnone  wp-image-7331" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/138083478-1024x683.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a><br />
<em>Imagens: Getty Images</em></p>
<p>Você deve estar pensando: “é, mas o tempo provavelmente correria de um jeito diferente para mim se eu também tivesse que ficar riscando a letra &#8216;e&#8217; em um texto”. Para não restar dúvidas, os pesquisadores fizeram outro teste em que a tarefa de desperdício de tempo era prazerosa.</p>
<p>Neste, um grupo de voluntários teve um período de tempo livre para fazer o que quisessem, enquanto o outro teve de usar o tempo para fazer algo em benefício de alguém. O resultado foi o mesmo, com um adicional: <strong>o grupo dos altruístas reportou ainda um senso de poder pessoal</strong> e <strong>eficácia</strong> maiores que o outro.</p>
<p>Para terminar, foi feito mais um teste, similar ao primeiro: estudantes foram interrompidos durante a aula e informados de que teriam de ajudar um aluno com dificuldades, editando um texto que seria enviado para a faculdade em que estava tentando entrar. Mas só parte deles fez isso. Os outros foram informados na última hora de que a ajuda não seria mais necessária e estavam, portanto, livres para fazer o que quisessem com o seu tempo extra.</p>
<p>Depois, eles tiveram que descrever sua percepção do tempo, dizendo quantos minutos acharam que haviam tido (seja para ajudar o aluno, seja para gastar com o que quisessem) e quanto tempo estavam dispostos a comprometer ajudando outros.</p>
<p>Os que haviam <strong>ajudado a editar o texto não só acharam ter tido mais tempo para a tarefa</strong> do que aqueles que ficaram fazendo outras coisas, como também estavam mais dispostos a usar do seu tempo de lazer em favor de outros na semana seguinte.</p>
<p><strong>Menos é mais</strong></p>
<p>Sim: ironicamente<strong>, aqueles que desfrutaram de mais tempo livre manifestaram a sensação de ter tido menos tempo disponível</strong>.</p>
<p>Cassie Mogilner acredita que ajudar os outros tenha feito com que os voluntários sentissem que podiam realizar mais em menos tempo (os testes mostraram que eles de fato se sentiam mais eficazes), e isso parece esticar o tempo em nossas mentes.  Já tentou fazer um teste parecido com os dessa pesquisa para ver se funciona?</p>
<p><a href="http://marketing.wharton.upenn.edu/documents/research/Mogilner%20Chance%20Norton%20Giving%20Time.pdf" target="_blank">- Leia o estudo aqui.</a></p>
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		</item>
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		<title>Como o seu cérebro manipula você no quesito “paixão”</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 16:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Truques da mente]]></category>
		<category><![CDATA[atração]]></category>
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		<category><![CDATA[mente]]></category>
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		<description><![CDATA[Já parou para pensar o que, exatamente, faz com que você se sinta atraído (a) por certas pessoas mesmo sem conhecê-las direito?  Ou por que aquela mulher ou aquele cara que você viu de relance parece muito mais bonita (o) do que realmente é? Tudo isso pode ser explicado com base no funcionamento “secreto” do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/flerte-na-rua.jpg"><img class="wp-image-7081 alignnone" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/flerte-na-rua.jpg" alt="" width="393" height="428" /></a></p>
<p>Já parou para pensar <strong>o que, exatamente</strong>, faz com que você se sinta <strong>atraído</strong> (a) por certas pessoas mesmo sem conhecê-las direito?  Ou por que aquela mulher ou aquele cara que você viu de <strong>relance</strong> parece muito mais bonita (o) do que realmente é?</p>
<p>Tudo isso pode ser explicado com base no funcionamento “secreto” do nosso cérebro – ou seja, toda aquela <strong>atividade que não chega até a nossa consciência</strong>.</p>
<p>No livro “Incógnito – A vida secreta do cérebro”, o neurocientista David Eagleman conta que realizou um experimento no qual exibiu lampejos de fotos de homens e mulheres a voluntários e pediu a eles que as classificassem quanto ao seu <strong>grau de atração</strong>. Depois, eles ainda as classificaram uma segunda vez, mas levando o tempo que quisessem para analisá-las.</p>
<p>O resultado mostrou que as <strong>pessoas eram sempre julgadas mais bonitas quando vistas de relance do que quando eram melhor analisadas</strong>. Isso é algo que provavelmente já aconteceu com você. Por exemplo, quando vê de relance um amigo conversando com outras pessoas e percebe que, no grupo dele, está uma mulher linda. Quando para parar falar com eles, porém, você descobre que ela estava longe de ser aquele poço de formosura que você havia inicialmente vislumbrado.</p>
<p>Estudos como o de Eagleman têm mostrado que esse tipo de engano é <strong>mais comum em homens</strong> do que em mulheres, provavelmente porque a <strong>avaliação</strong> que eles fazem do que é <strong>atraente</strong> <strong>se baseia mais fortemente em fatores visuais</strong>.</p>
<p>Mas por que isso acontece? Por que nosso cérebro sempre erra para o lado de acreditar que as pessoas são muito mais bonitas, <strong>em vez de simplesmente calcular a beleza na média</strong>? Segundo o neurocientista, isso se deve às exigências da <strong>reprodução</strong>. Expliquemos melhor: para nós, supostamente é melhor julgar um parceiro em potencial como sendo inicialmente maravilhoso porque, para comprovar ou negar isso, basta dar uma segunda olhada e pronto. No entanto, se a pessoa fosse linda e você a julgasse como sendo feia de relance, iria perder o interesse – e poderia perder a chance de ter<strong> um possível futuro genético promissor</strong>. Ou seja, <strong>para não correr o risco de perder um parceiro em potencial, o palpite é sempre para o lado positivo.</strong></p>
<p>Eagleman cita outros estudos que mostraram que homens acham mais atraentes fotos de mulheres com as pupilas dilatadas, embora esse fosse um detalhe extremamente sutil e imperceptível pela consciência. Mas há um detalhe: os homens não sabiam, mas pupilas dilatadas indicam <strong>interesse</strong> <strong>sexual</strong> (pode reparar, suas pupilas provavelmente ficam maiores quando você está olhando para a pessoa em quem está atraído).</p>
<p>Por que isso acontece? <strong>Seu sábio cérebro captou esse sinal de receptividade muito antes de sua consciência </strong>e já lançou a mensagem para você: “essa pessoa vale a pena, invista nela!”. E aí ela passa a ser vista como atraente.</p>
<p><strong>O que dançarinas de boate nos ensinam sobre o cérebro</strong></p>
<p>A atração que outras pessoas exercem sobre nós também se adapta às circunstâncias. No reino animal, a fêmea dá sinais claros de que está no cio. As fêmeas dos babuínos, por exemplo, ficam com o traseiro com um rosa vivo que é entendido pelos machos como um convite claro para o acasalamento.</p>
<p><img class="size-full wp-image-7161 alignleft" style="float: left" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/110212779.jpg" alt="" width="351" height="488" /></p>
<p>Entre os humanos, apesar de não ocorrer nada assim tão claro, a<strong>s mulheres também são consideradas mais bonitas quando estão no período fértil</strong>. “Isso é verdadeiro tanto quando ela é julgada por homens quanto por mulheres, e o efeito funciona mesmo quando o teste é feito por fotos”, explica Eagleman. Ou seja, não depende da forma como ela age – somente de sua aparência.</p>
<p><strong>Ainda não se sabe que sinal é esse que elas transmitem</strong>. Pode ter algo a ver com a tonalidade de sua pele, que muda durante essa época, ou ao fato de suas orelhas e seios ficarem mais simétricos. Nossa consciência não sabe ainda o que é – mas o cérebro sim.</p>
<p>E isso é um <strong>efeito mensurável</strong>. Cientistas do Novo México descobriam que <strong>dançarinas de boates</strong> locais ganhavam uma média de 68 dólares por hora em seu pico de fertilidade, enquanto as que estavam menstruando ganhavam apenas 35. A média geral era de 52 dólares.</p>
<p>Isso mostra que o <strong>poder da atração</strong>, apesar de estar além do nosso alcance consciente, já está <strong>determinado neurologicamente</strong>. O <strong>cérebro é muito bom na detecção de dicas sutis</strong>. Se você for medir as feições de uma pessoa que acha bonita com a de alguém que não acha, verá que a primeira apresenta uma simetria maior, mas que é tudo extremamente sutil. Um alienígena ou uma barata jamais entenderiam a diferença, assim como nós não saberíamos diferenciar um ET ou barata bonitos de outros feios. Para nós, eles têm todos a mesma cara – mas pesquisadores de baratas garantem que <strong>cada uma delas possui um rosto com traços particulares</strong>.</p>
<p>As pequenas diferenças em nossa própria espécie têm um efeito intenso no nosso cérebro, que está <strong>equipado para a seleção e busca de um parceiro</strong>. E, como escreveu David Eagleman, “tudo isso ocorre sob a superfície de nossa consciência – nós simplesmente desfrutamos das sensações agradáveis que borbulham dela.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/como-a-ciencia-explica-os-pressentimentos-e-por-que-voce-precisa-deles/" target="_blank"><strong></strong>- Como a ciência explica o que chamamos de pressentimento (e por que precisamos dele)</a></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/a-relacao-entre-a-beleza-e-o-amor/" target="_blank">- A relação entre a beleza e o amor</a></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/por-que-algumas-vezes-aceitamos-um-amor-nao-correspondido-e-outras-vezes-nao/" target="_blank">- Por que algumas vezes aceitamos um amor não correspondido e outras vezes não?</a></p>
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		</item>
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		<title>Cientistas criam exame de sangue para detectar depressão em jovens</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/cientistas-criam-exame-de-sangue-para-detectar-depressao-em-jovens/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 18:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[exame]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje, médicos e psiquiatras fazem o diagnóstico da depressão com base no relato dos pacientes sobre seus sintomas – o que é algo totalmente subjetivo, ainda mais porque às vezes a tristeza tem motivo (perda de um ente querido, fim de um casamento etc.) e nem sempre isso é levado em conta. Agora, pesquisadores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/exame-sangue-depressao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-7041" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/exame-sangue-depressao.jpg" alt="" width="477" height="358" /></a></p>
<p>Hoje, médicos e psiquiatras fazem o diagnóstico da <strong>depressão</strong> com base no <strong>relato dos pacientes sobre seus sintomas</strong> – o que é algo totalmente <strong>subjetivo</strong>, ainda mais porque às vezes a tristeza<strong> tem motivo</strong> (perda de um ente querido, fim de um casamento etc.) e nem sempre isso é levado em conta.</p>
<p>Agora, pesquisadores da Northwestern University (EUA) desenvolveram uma opção que pode ser muito mais confiável: um <strong>exame de sangue</strong> capaz de diagnosticar a doença em adolescentes e <strong>diferenciar</strong> a depressão maior e a depressão maior combinada com ansiedade.</p>
<p>O teste, desenvolvido ao longo de um período de mais de 10 anos, pôde identificar mais de 25 <strong>marcadores genéticos</strong> (mais precisamente, no RNA mensageiro) para a depressão com base em estudos com ratos gravemente deprimidos e ansiosos (pois é, os bichos também podem ter dessas).</p>
<p>Estudos adicionais em seres humanos descobriram que muitos desses marcadores também são válidos para adolescentes humanos, e a combinação entre eles permitiu aos pesquisadores usarem o exame de sangue por si só para determinar com precisão quais dos voluntários estavam deprimidos e/ou ansiosos e quais estavam completamente sãos.</p>
<p>Mas uma das autoras do estudo, a professora de psiquiatria Eva Redei, disse ao site <a href="http://www.foxnews.com/health/2012/04/17/scientists-develop-first-blood-test-to-diagnose-depression/" target="_blank">FoxNews.com</a> que o teste <strong>não deve eliminar as conversa</strong>s entre o médico e o paciente para o diagnóstico. A ideia é servir apenas como um <strong>complemento</strong>.  &#8220;O teste apenas ajuda a informar. Queremos dar aos pacientes deprimidos – e existem muitos – <strong>a mesma chance que nós estamos dando para quem sofre de diabetes</strong>, hipertensão e outras doenças para as quais existem exames”, explicou ela.</p>
<p><strong>Vencendo estigmas</strong></p>
<p>Segundo Redei, a meta de longo prazo é não apenas fornecer aos médicos uma ferramenta para diagnosticar pacientes de forma objetiva, mas também r<strong>emover estigmas relacionados à depressão</strong>.  Ela explicou que há um pouco de <strong>vergonha</strong> associada à doença: como até então nao havia um exame como os que existem para diabetes e coisas do tipo, os pacientes muitas vezes <strong>não encaram a depressão como uma doença</strong> de fato e se sentem <strong>culpados</strong> por nao conseguirem melhorar o próprio humor. Um exame de sangue comprovando que o problema está em parte enraizado na genética, fora do controle do paciente, pode ajudar.</p>
<p>O teste também pode ajudar muito no <strong>tratamento</strong> da doença, permitindo entender por que alguns medicamentos funcionam para alguns pacientes e não para outros. “Hoje, mesmo os melhores psiquiatras não podem fazer nada mais do que prescrever de um a três diferentes tipos de medicamentos ou tratamentos baseados na experiência prévia e de <strong>tentativa e erro</strong>&#8220;, disse ela.</p>
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		<title>Achar que está alcoolizado faz você se sentir mais sexy</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 19:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Truques da mente]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
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		<description><![CDATA[O efeito do álcool é importante até quando ele nem foi consumido de fato. Que ele deixa outras pessoas mais atraentes é fato conhecido. Mas um estudo da Universidade Pierre Mendès France descobriu que o mesmo vale para quem bebeu: quanto mais as pessoas acham que beberam, mais sexy elas se sentem. E isso vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/117144759.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6921" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/117144759.jpg" alt="" width="338" height="507" /></a></p>
<p>O <strong>efeito do álcool</strong> é importante até quando ele <strong>nem foi consumido de fato</strong>. Que ele deixa outras pessoas mais atraentes é fato conhecido. Mas um <a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-2123461/Bottoms--People-feel-sexier-think-consumed-alcohol-scientists-find.html" target="_blank">estudo </a>da Universidade Pierre Mendès France descobriu que o mesmo vale para quem bebeu: q<strong>uanto mais as pessoas acham que beberam, mais sexy elas se sentem</strong>.</p>
<p>E isso vale <strong>mesmo quando a bebida não tem álcool </strong>nenhum<strong>. Basta achar</strong> que você bebeu e a sua <strong>autoavaliação já melhora</strong>.</p>
<p>Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores dividiram o estudo em duas partes. Na primeira, 19 voluntários (dois quais dois terços eram homens) tomaram alguns drinks e tiveram que dar uma pontuação de 1 a 7 dizendo quão sexy se achavam.</p>
<p>Um exame com um bafômetro foi feito para verificar os níveis de álcool no organismo de cada um. Conclusão: <strong>quanto mais bebiam, maior a nota que eles davam para si mesmos</strong>.</p>
<p>A segunda fase da experiência incluiu tendo um grupo de 94 homens que acreditavam estar participando da avaliação do sabor de um coquetel de frutas novo.</p>
<p>O grupo foi dividido em dois, e os pesquisadores disseram a eles que metade iria receber uma versão alcoólica do coquetel e outra metade receberia uma versão sem álcool.</p>
<p>Então cada um teve que <strong>gravar em vídeo</strong> uma mensagem para a empresa que eles acreditavam estar ajudando, falando sobre a bebida. Depois, eles assistiram ao vídeo e tiveram que avaliar sua performance <strong>dizendo quão atraentes, originais e bem-humorados </strong>haviam sido.</p>
<p><strong>Os participantes que acreditavam ter ingerido álcool deram a si mesmos notas maiores, mesmo quando nao havia bebido nada alcoólico de fato. </strong></p>
<p>Por outro lado, <strong>quem acreditava ter recebido a bebida sem álcool deu a si mesmo notas mais baixas. </strong></p>
<p>O estudo indica que as pessoas <strong>correlacionam o</strong><strong> seu nível de atratividade ao álcool</strong>. Segundo os autores da pesquisa, que será publicada no British Journal of Psychology, isso se deve ao <strong>fato de que o álcool está ligado à lubrificação social, </strong>que faz com que você se<strong> sinta mais à vontade</strong> com os outros.</p>
<p>Mas importante dizer: <strong>por mais sexy que você esteja se achando, a forma como outras pessoas veem você pode ser muito diferente.</strong> Alguns dos participantes do estudo deram notas baixas para quem se achava muito sexy.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/estudo-sugere-motivo-de-algumas-pessoas-ficarem-agressivas-quando-bebem/" target="_blank">- Estudo sugere motivo de algumas pessoas ficarem agressivas quando bebem</a></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/por-que-algumas-pessoas-tem-amnesia-alcoolica/" target="_blank">- Por que algumas pessoas têm “amnésia alcoólica”?</a></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/estudo-define-oito-tipos-de-bebedores-com-base-na-forma-como-seguram-o-copo/" target="_blank">- Estudo define oito tipos de bebedores com base na forma como seguram o copo</a></p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/entenda-alguns-fatores-que-afetam-a-sua-tolerancia-ao-alcool/" target="_blank">- Entenda alguns fatores que afetam a sua tolerância ao álcool</a></p>
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		<title>Pequenos choques na cabeça podem melhorar suas habilidades mentais</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/pequenos-choques-na-cabeca-podem-melhorar-suas-habilidades-mentais/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 15:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[choque]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Já pensou se houvesse um jeito de melhorar suas habilidades matemáticas, por exemplo, de uma forma simples e rápida? Pois pesquisadores descobriram que isso é possível com a estimulação elétrica do cérebro. Calma, não estamos falando da eletroconvulsoterapia, usada no tratamento psiquiátrico. A técnica é conhecida como ETCC, ou estimulação transcraniana por corrente contínua. Ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/96612440.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6831" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/96612440.jpg" alt="" width="437" height="390" /></a></p>
<p>Já pensou se houvesse um jeito de melhorar suas habilidades matemáticas, por exemplo, de uma forma simples e rápida? Pois pesquisadores descobriram que isso é possível com a estimulação elétrica do cérebro. Calma, não estamos falando da eletroconvulsoterapia, usada no tratamento psiquiátrico.</p>
<p>A técnica é conhecida como ETCC, ou estimulação transcraniana por corrente contínua. Ela consiste em aplicar fracas correntes eléctricas na cabeça das pessoas, através de eletrodos, por alguns minutos. As correntes passam através do crânio e alteram a atividade neural espontânea. Alguns tipos de estimulação podem excitar os neurônios, enquanto outros podem suprimir sua atividade.</p>
<p><strong>Isso é indolor:</strong> as pessoas geralmente sentem apenas um leve formigamento por menos de 30 segundos. Mas os efeitos, segundo os pesquisadores, podem durar até 12 meses. Roi Cohen Kadosh, da Universidade de Oxford, explica que isso “provavelmente ocorre devido a alterações moleculares e celulares” relacionados à aprendizagem e memória.</p>
<p><strong>Desafios quase impossíveis</strong></p>
<p>Pesquisadores da <a href="http://medicalxpress.com/news/2012-03-impossible-problem-non-invasive-brain.html" target="_blank">Universidade de Sidney, na Austrália</a>, descobriram que a ETCC pode aumentar a habilidade das pessoas em resolver problemas complexos que exijam aquela coisa de “pensar fora da caixa”.</p>
<p>Para o experimento, foi usado o desafio abaixo. Você consegue unir todos os nove pontos usando apenas quatro traços retos sem tirar a lápis da página?</p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/1-impossiblepr.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6841" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/1-impossiblepr.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<p>Parece simples, mas, segundo o professor Allan Snyder, líder do estudo, pesquisas feitas ao longo do último século mostraram que quase ninguém consegue resolver isso. A estimativa muda radicalmente quando as pessoas recebem estímulos elétricos não invasivos. Bastaram 10 minutos disso para que mais de 40% dessas pessoas conseguissem resolver o desafio.</p>
<p>Nesse caso, o que garantiu o sucesso cerebral foi o fato de que a ETCC inibiu o lobo temporal anterior esquerdo do cérebro, enquanto o lobo temporal anterior direito foi ativado. Isso, segundo Snyder e seus colegas, permitiu a melhora da percepção e memória dos voluntários.</p>
<p><strong>Estimulando as habilidades numéricas</strong></p>
<p>O já citado Cohen Kadosh, da Universidade de Oxford, também descobriu que a ETCC, quando aplicada ao córtex parietal posterior, pode melhorar a <a href="http://medicalxpress.com/news/2012-04-brain-speech-memory-numerical-abilities.html" target="_blank">habilidade das pessoas com os números</a> &#8211; e os efeitos duraram até 6 meses.</p>
<p>Kadosh também fez o teste em pessoas com discalculia (o equivalente à dislexia para os números). A ETCC também funcionou para eles, mas somente quando aplicada em regiões diferentes do cérebro em relação a quem não tinha o problema. Para ele, &#8220;isso sugere que pessoas com discalculia recrutam diferentes áreas do cérebro para o processamento numérico, provavelmente devido à reorganização cerebral&#8221;.</p>
<p>As descobertas abrem boas perspectivas e já estão sendo feitos estudos para a aplicação desse método na melhora da aprendizagem matemática em crianças que tenham dificuldades. Vamos acompanhar.</p>
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<p>Para quem ficou curioso, a resposta do desafio &#8220;impossível&#8221;é essa:</p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/Image9.gif"><img class="alignnone  wp-image-6851" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/04/Image9.gif" alt="" width="227" height="227" /></a></p>
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		<title>Segurar uma arma deixa você mais propenso a achar que outros estão armados</title>
		<link>http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/segurar-uma-arma-te-deixa-mais-propenso-a-achar-que-outros-estao-armados/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 15:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Truques da mente]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece coisa do Ciência Maluca, mas resolvi escrever sobre isso aqui em vez de mandar para o nosso amigo Thiago Perin porque é um exemplo ótimo de como aquilo que vemos é influenciado pelo que está rolando em nossa mente. E isso é algo fundamental para ajudar a entender como as pessoas funcionam. O professor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/03/segurar-arma.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6731" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/03/segurar-arma.jpg" alt="" width="600" height="800" /></a></p>
<p>Parece coisa do <strong><a href="http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/" target="_blank">Ciência Maluca</a></strong>, mas resolvi escrever sobre isso aqui em vez de mandar para o nosso amigo Thiago Perin porque é um exemplo ótimo de como <strong>aquilo que vemos</strong> é <strong>influenciado</strong> pelo que está rolando em<strong> nossa mente</strong>. E isso é algo fundamental para ajudar a entender como as pessoas funcionam.</p>
<p>O professor James Brockmole, especialista em cognição humana da Universidade de Notre Dame, liderou cinco experimentos cujo resultado mostrou que <strong>segurar uma arma</strong> (mesmo sendo de brinquedo, como era o caso) <strong>aumenta a nossa tendência a enxergar armas</strong> nas mãos de outras pessoas.</p>
<p>Para o estudo, a ser publicado no <em>Journal of Experimental Psychology: Human Perception and Performance</em><strong><em>, </em></strong>foi dada aos<strong><em> </em></strong>participantes uma arma de brinquedo ou uma bola de espuma para segurar enquanto viam rapidamente várias imagens de pessoas em uma tela de computador. Eles tinham de <strong>dizer se elas estavam segurando uma arma ou um objeto neutro</strong>, como uma lata de refrigerante ou telefone celular. Em cada teste, os pesquisadores mudavam alguns detalhes – como a etnia das pessoas que apareciam na tela ou a <strong>resposta que os voluntários</strong> <strong>deveriam ter</strong> caso vissem alguém armado.</p>
<p>O resultado foi que, independentemente de outros fatores, <strong>quem tivesse que empunhar</strong> <strong>a arma para atirar</strong> caso visse a imagem de alguém armado <strong>foi mais propenso</strong> a <strong>achar que objetos comuns eram armas </strong>e, assim, tomavam atitudes induzidas pela ameaça.</p>
<p>&#8220;<strong>Crenças, expectativas e emoções</strong> podem influenciar a capacidade de um observador para <strong>detectar e classificar</strong> objetos como armas&#8221;, disse Brockmole. “Parece que as pessoas têm <strong>dificuldade em separar os seus pensamentos</strong> sobre o que <strong>percebem</strong> e os seus pensamentos sobre como eles podem ou devem <strong>agir</strong>.”</p>
<p><strong>Pesquisas anteriores</strong></p>
<p>A ideia de pesquisar o tema, segundo o professor, veio de estudos anteriores, que haviam mostrado que a forma como as pessoas<strong> percebem o ambiente</strong> ao seu redor é <strong>influenciada </strong>pela sua<strong> capacidade de executar determinada ação</strong>.</p>
<p>Só para se ter uma ideia, uma pesquisa havia mostrado que <strong>pessoas com ombros mais largos</strong> tendem a enxergar portas como sendo <strong>mais estreitas</strong> do que são – e <strong>jogadores</strong> de softball com maiores médias de rebatidas tendem a <strong>perceber a bola como sendo maior</strong>.</p>
<p>Já parou para pensar se forma como você percebe o mundo difere muito dos seus amigos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Via <a href="http://medicalxpress.com/news/2012-03-gun.html" target="_blank">Medical Xpress</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que algumas pessoas têm “amnésia alcoólica”?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 20:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carolina Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[bêbado]]></category>
		<category><![CDATA[bebida]]></category>
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		<category><![CDATA[fim de semana]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[sexta-feira]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente o fim de semana chegou e a maioria das pessoas vai poder curtir um bar sem ter que se preocupar em acordar cedo no dia seguinte. Você costuma ter a famosa “amnésia alcoólica” depois de passar a noite bebendo? Ou é daqueles que sempre se lembram de tudo, não importa quanto beba? Uma pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/03/bebedeira.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6701" src="http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/files/2012/03/bebedeira.jpg" alt="" width="507" height="338" /></a></p>
<p>Finalmente o <strong>fim de semana</strong> chegou e a maioria das pessoas vai poder curtir um bar sem ter que se preocupar em acordar cedo no dia seguinte. Você costuma ter a famosa “<strong>amnésia alcoólica</strong>” depois de passar a noite bebendo? Ou é daqueles que sempre se lembram de tudo, não importa quanto beba?</p>
<p>Uma pesquisa da Universidade da Califórnia em San Diego, feita com imagens de ressonância magnética, sugere que, diferente do que se costuma pensar, esse esquecimento <strong>não depende da quantidade de álcool ingerida</strong>. Ao que parece, é tudo uma questão de <strong>genética</strong>.</p>
<p>Algumas pessoas têm um componente <strong>bioquímico no cérebro</strong> que faz com que o álcool afete mais fortemente a atividade cerebral em áreas ligadas ao <strong>autodomínio, atenção e memória de trabalho</strong>.</p>
<p>Com isso, elas ficam <strong>mais propensas a perder a memóri</strong>a quando bebem – e nem precisa ser uma bebedeira daqueeeelas. É por isso que certas pessoas podem matar engradados inteiros de cerveja e continuar bem, enquanto outras já ficam tontinhas com três míseros copos.</p>
<p>Segundo Reagan R. Wetherill, uma das autoras do estudo, os “apagões” em que a pessoa acorda sem fazer a menor ideia do que aconteceu na noite anterior são raros. Já o esquecimento de detalhes é mais comum – e ela acredita que cerca de <strong>40% dos estudantes</strong> vai passar por isso enquanto estiver na faculdade.</p>
<p><strong>O estudo</strong></p>
<p>A pesquisa foi feita com 24 alunos universitários – 12 dos quais esqueceram detalhes e 12 que mantiveram a memória intacta. Cada um teve de completar exercícios envolvendo <strong>memória de curto prazo e “multitasking”</strong> (a habilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo) antes e depois de beber (e a gente aposta que os pesquisadores se divertiram fazendo esses testes).</p>
<p>O resultado mostrou que os dois grupos mostraram <strong>habilidades</strong> semelhantes nos testes enquanto <strong>sóbrios</strong>. Depois de <strong>beber</strong>, porém, foi como se a parte do cérebro responsável por essas coisas <strong>deixasse</strong> <strong>de</strong> <strong>funcionar</strong> <strong>para alguns deles</strong>.</p>
<p>Isso sugere que exista uma espécie de <strong>gatilho bioquímico</strong> que faz com que algumas pessoas esqueçam o que acontece <strong>durante a bebedeira</strong>.</p>
<p>Por meio da análise de imagens do cérebro, os pesquisadores descobriram uma mudança nos <strong>padrões do fluxo sanguíneo e da atividade neural</strong> das pessoas que costumavam ter a chamada amnésia alcoólica. Mas essa alteração só se manifestou depois de beberem.</p>
<p>&#8220;A intoxicação por álcool <strong>reduziu a atividade</strong> em uma região do cérebro envolvida no <strong>multitasking</strong>”, disse Wetherill ao jornal <a href="http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2115963/Brain-scans-people-black-drinking--remember-gloat-morning.html" target="_blank">Daily Mail</a>. “Isso afeta a capacidade de alguns para esse tipo de tarefa, bem como para engajar áreas cerebrais necessárias para a <strong>codificação e lembrança de experiências anteriores</strong>.&#8221;</p>
<p>A descoberta traz duas lições importantes, segundo os pesquisadores: a primeira é que há <strong>diferenças individuais em como o cérebro é afetado pelo álcool</strong>. Isso significa que cada um deve conhecer os próprios limites e<strong> não querer imitar o coleguinha</strong> na bebedeira.</p>
<p>E a segunda é melhor explicada na fala de Weatherill: “Se você está experimentando apagões após beber, isso é um <strong>sinal importante de que consequências negativas em sua saúde e vida pessoal poderão aparecer</strong>&#8220;. Quando se está bêbado e seu cérebro tem esse tipo de interação com o álcool, cria-se um estado de vulnerabilidade em que aumentam as chances de ocorrer todo tipo de problema. Você pode não se preocupar em ter que acordar cedo amanhã, mas é bom pensar um pouquinho nos efeitos em seu cérebro.</p>
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