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7 objetos que geram dúvida na hora separar resíduos para reciclagem

29 de janeiro de 2013

1. Vidros

Embalagens de vidro e garrafas podem ser encaminhados para reciclagem. No caso de vidro quebrado, não esqueça de protegê-lo com jornal ou caixa e fazer alguma identificação para evitar que alguém se machuque.

Espelhos, cerâmicas e louças não são recicláveis e são exemplo comuns de “contaminação” no processo de reciclagem. Como são fundidos juntos, acabam formando pedras no produto final, provocando quebra espontânea do vidro reciclado.

2. Marmitex e papel alumínio

Estão liberados, desde que limpos! Uma lavadinha rápida para tirar resíduos de comida já resolve o problema.

3. Plásticos em geral

Na dúvida, separe. Embalagens como de detergente e produtos de beleza (limpas), tampas plásticas, sacos (de arroz, feijão, pão…), garrafas de refrigerante e água, a parte de fora de canetas esferográficas (a “capinha”) e até capinhas de CD e DVD, que são plástico misto mas podem ser encaminhadas para reciclagem…

Alguns objetos como cabos de panela, tomadas, teclados de computador e acrílicos não são recicláveis.

4. Fitas adesivas

Colou e tirou? Vai para o lixo comum. Fita crepe, etiquetas e outros tipos de adesivo não são recicláveis.

5. Artigos sujos de comida

Vão para o lixo comum. Guardanapos e lenços de papel com restos, caixas de papelão com gordura da pizza, copinho sujo de café… nada disso serve no processo de reciclagem.

6. Fotografias

Quer se desfazer do passado? Jogue no lixo comum. Papel celofane e papéis metalizados, parafinados ou plastificados também não são recicláveis. Um bom exemplo são aqueles cartões de visitas brilhantes, com uma fina camada de plástico por cima do papel. Se possível, evite.

7. Isopor

O processo de coleta e reciclagem do material não é tão simples. Como é leve, porém muito volumoso, o transporte acaba sendo caro. Para que seja viável, as quantidades devem ser muito grandes e muitas cooperativas não estão preparadas – por isso, muitas nem se interessam pelo material. O melhor a fazer é evitar embalagens de isopor desnecessárias, como aquelas bandejas prontas de frios e legumes vendidas em supermercados.

E não custa lembrar:

Oléo de cozinha também é reciclável!



Muita coisa pode ser feita com ele: fabricação de tintas, sabão, detergentes e biodiesel. Alguns países como Bélgica, Holanda, França, Espanha e Estados Unidos possuem até recomendações oficiais para o descarte correto de óleos e gorduras de frituras.

Jogar o óleo usado pela pia entope canos, pode romper redes de coleta, prejudica o funcionamento das estações de tratamento de água, exige uso de produtos químicos altamente tóxicos para limpeza de encanamentos contaminados, compromete o equilíbrio ambiental quando chega a rios e oceano e impermeabiliza solos.

Armazene-o em garrafas e procure postos de coleta. Dicas de onde procurar:

- O site da Ecóleo (Associação Brasileira para sensibilização, coleta e reciclagem de resíduos de óleo comestível) mostra alguns ecopontos de coleta por todo o Brasil;

- O eCycle pode te ajudar a achar pontos mais próximos, com um mecanismo de busca para descarte de diversos materiais;

- A ONG TREVO, especializada em coleta e reciclagem de resíduos de óleo, disponibiliza uma lista com alguns endereços de postos de coleta em São Paulo;

- O Instituto Akatu tem uma lista nacional de postos de coleta de óleo usado (lembrando que a lista pode ajudar, mas é de 2010. Antes de levar o óleo, vale tentar se informar por telefone).

Fontes:
Instituto Akatu
Instituto de Biociências/USP

Imagens: SXC.HU

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