Lydia Cintra 1 de agosto de 2011
Como saber se um produto realmente é aquilo que mostra a embalagem? O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) estabeleceu uma série de normas éticas, que começam a valer hoje, para quando o apelo publicitário é voltado à sustentabilidade.
O objetivo é evitar o chamado greenwashing – a “maquiagem verde”, ou seja, quando um produto ou serviço se diz sustentável, mas não é. O texto do Conselho diz que “o sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banalizá-lo ou confundir os consumidores.”
Para isso, as campanhas e produtos que façam menção ao tema devem obedecer aos princípios da: veracidade (as informações devem ser verdadeiras e passíveis de comprovação); exatidão (informações precisas, sem dados vagos e genéricos); pertinência (a informação “verde” deve ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados) e relevância (qualquer benefício ambiental anunciado deve ser significativo em termos de impacto sobre o meio ambiente).
O Conar poderá advertir ou suspender campanhas de empresas que não comprovarem os benefícios ambientais daquilo que estão oferecendo. Segundo o Conselho, a ideia não é punir as empresas, mas “elevar o nível da publicidade sobre sustentabilidade.” As normas valem para todos os meios de comunicação.
Ideias e soluções para implementar a sustentabilidade no seu dia a dia.
Lydia Cintra
Jornalista apaixonada por meio ambiente, viagens e cultura. Acredita em um mundo melhor, sem clichês.
lydia.cintra@gmail.com
Mais uma medida inútil e para verdinhos que acham que reciclar uma latinha ou comer somente “orgânicos” (sic), ajuda alguma coisa.
Doug, não acho inútil. A ideia não é impactar os verdinhos. É evitar que pessoas que não têm senso crítico (ou distraídas, ou porque querem se enganar) se apoiem em uma propaganda enganosa não-fundamentada de sustentabilidade. OU seja, a medida corrige possíveis falhas de comunicação, ou até mesmo a veiculação de mentiras – o que é perigoso, sim, e uma boa iniciativa. Resta saber quais serão os critérios e se serão cobrados à risca.
Acho louvável a inciativa pois ajuda a prevenir golpes comuns ao consumidor.
Falou e disse Stripolias, concordo plenamente com você
Doug
Se a reciclagem e a busca por alimentos cuja forma de produção impacte menos o meio ambiente são inúteis, o que é útil então?
Graças a gente como esse Doug a gente chegou onde chegou… affff
agora o verde vira alvo do capital.
[...] O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) estabeleceu uma série de normas éticas (www.conar.org.br) para quando o apelo publicitário é voltado à sustentabilidade. O objetivo é evitar o chamado greenwashing – a “maquiagem verde”, ou seja, quando um produto ou serviço se diz sustentável, mas não é. O texto do Conselho diz que “o sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banalizá-lo ou confundir os consumidores.” Informação da Super http://bit.ly/pl1vjc [...]
[...] Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/novas-normas-para-evitar-publicidade-%E2%80%9Cverde%E2... [...]
Acho que é o consumidor que tem que utilizar essa ferramenta,
como a sociedade em geral nem sabe o que é sustentabillidade então resta aos verdinhhos agirem e denunciarem as irregularidades.
[...] o Ideias Verdes retoma o assunto e mostra algumas formas para reconhecer o que é verdade e o que é mentira nos produtos [...]
[...] o Ideias Verdes retoma o assunto e mostra algumas formas para reconhecer o que é verdade e o que é mentira nos produtos [...]
AO conar verificar propagandas enganosas de produtos q dizem ser bons p coraçao cerebro emagrecedores p/ reumatismo abaixar o colesterol ruim artrose etcque nao dao o preço na tv e depois querem enganosamente vender mais produtos juntos passando como brindes como fermentos , revistasde re ceitas, porta capsu las etc o quetorna o produto carissimo, sendo que a pessoa compra coisas sem pedi r e na hora dereclamar nao e atendida.A distribuidora desses produtos deveria colocar um preço unico e nao no site um preço no atendimento telef outro preço. P recisa ser tomada uma providenciap o consumidor nao ser lesado. Pr odutos a base de oleos e vegetais que sem duvida fazem algum bem mas sera q e como propagam?
[...] o Ideias Verdes retoma o assunto e mostra algumas formas para reconhecer o que é verdade e o que é mentira nos produtos [...]