Blogs

Cansado de construir fazendinhas e casinhas? Destrua cidades famosas em “ApocalipCity”

Fred Di Giacomo 26 de abril de 2012

Já viu o vídeo abaixo?


É o teaser de “ApocalipCity“, novo game da SUPERINTERESSANTE para Facebook.  Esse jogo surgiu pra dar um final ao  nosso social game “Quiz City“. Em “Quiz City”, assim como em games como “CityVille” e “Farmville“, o negócio era construir. No caso, construir uma cidade ecologicamente sustentável. Em “ApocalipCity” a coisa é diferente. Trata-se de um ANTI-SOCIAL GAME.  Aqui você não tem que construir cidades, aqui você é a própria natureza em fúria arrasando as principais cidades do mundo com chuvas de meteoros. Não para aí, as chuvas de meteoro podem gerar combos  destruidores como terremotos, tsunamis, supervulcões e… APOCALPZILLA. (Uma surpresinha medonha para quem mandar até 6 meteoros nas águas que rodeiam cada cenário).

O jogador de “ApocalipCity” também pode desafiar amigos para ver quem ganha mais pontos, inscrever seu nome no ranking dos campeões AND ganhar e compartilhar medalhas divertidas como “Noob” (para quem jogou pela primeira vez) e “Thriller” (para os que destruíram todas estátuas de Michaek Jackson presentes num cenário).

ApocalipZilla dá as caras no rio Sena, em Paris.

Assim como “Filosofighters” (que ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo, na categoria “Uso de redes sociais”), “ApocalipCity” é um newsgame (jogo jornalístico) 360º (produto multiplataforma). Ele é um newsgame porque usa informação da matéria de capa da SUPER de dezembro de 2011, pra explicar pros jogadores sobre terremotos, tsunamis e supervulcões e as possibilidades de eles colaborarem para um suposto fim do mundo. (Claro que nos jogo usamos muita licença poética, mas se você clicar no botão “informação” quando aparece uma catástrofe, pode conferir conteúdo jornalístico sobre o tema).

Ele é 360º porque se espalha por várias plataformas:

1) Em junho vai rolar uma matéria na revista impressa com as 10 cidades mais destruídas por catástrofes naturais.
2) No tumblr, você pode mandar sua própria foto de cidade arrasada
3) Um maluco conhecido como “Profeta Delfim” está propagandeando o fim do mundo no Twitter e no Youtube. Assista o vídeo do maluco. Dá medo de ver! :-O

4) No Youtube você confere o teaser acima, animado pela grande ilustrador Alisson Lima.

Jogue nosso “anti-social” game e diga o que achou! Pra jogar, clique aqui!


Indústria de games precisa de escritores

Fred Di Giacomo 18 de abril de 2012

O sonho de todo aspirante a escritor é publicar seu livro, ganhar uns prêmios e – se ele for um cara muito multimídia – fazer roteiros de filmes e séries. Bom, agora ele pode adicionar a essa lista a profissão de roteirista de games. Sim, use todas suas leitures de Shakespeare e Conan Doyle para ajudar a criar jogos e entrar neste mercado promissor. Considerando que a indústria de jogos só cresce e quanto mais profundos/complexos se tornam os lançamentos, mais eles precisam de um bom enredo para amarrar as dinâmicas e desafios.

No vídeo abaixo, Aunim Hossain, CEO da empresa de social game Tista Games, fala sobre o assunto.


Filosofighters vence Prêmio Abril de Jornalismo

Otavio Cohen 17 de abril de 2012

Nove meses depois do lançamento do jogo, o sucesso continua. Depois de ganhar destaque no site da revista britânica PC Gamer e aparecer até em um blog do site do jornal Le Monde Diplomatique, o projeto Filosofighters ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo na categoria Uso de Redes Sociais. A premiação aconteceu no dia 17 de abril, em São Paulo.

Ainda não conhece o jogo? Trata-se de uma batalha de ideias épica entre nove dos maiores pensadores de todos os tempos. Seus golpes mais fortes são seus conceitos filosóficos que influenciaram toda a cultura ocidental. Dá uma olhada:

Além do jogo, você também pode seguir os Filosofighters no Twitter, acompanhar o Tumblr, conferir o infográfico que saiu na versão impressa da Superinteressante. Tem até uma versão em inglês do jogo para você mostrar para aquele seu amigo gringo.

No Instagram da SUPER você vê fotos da equipe responsável pelo game na premiação. Segue lá: @revistasuper.

Veja também:
Jogue Filosofighters
Jogue Filosofighters (versão em inglês)
Filosofighters: conheça os bastidores do newsgame 360º lançado pela SUPER
Aprenda a jogar Filosofighters
Teste – Que Filosofighter é você?
Vídeo: Filosofighters
Siga os Filosofighters no Twitter


Filosofighters faz sucesso no exterior

Otavio Cohen 23 de fevereiro de 2012

Alguns dos filósofos mais importantes da história subiram no ringue em junho do ano passado para uma batalha épica de ideias. De lá para cá, foram-se alguns meses e muita pancadaria – os filosofighters já se enfrentaram mais de 290 mil vezes. Confira o que falaram sobre o game mundo afora:

No dia 23 de fevereiro, o Filosofighters ganhou destaque no site da revista PC Gamer. A publicação britânica, que está entre as mais vendidas do mundo no gênero, considerou o jogo uma “surpresa agradável”. O colunista Chris Thurtsen elogia a “batalha de ideias” e diz ter se divertido ao ver Nietzsche usando o golpe “Deus está morto” contra Santo Agostinho.

Em setembro de 2011, o francês Florent Maurin, blogueiro do site do jornal Le Monde Diplomatique, rasgou elogios ao newsgame da SUPER em sua conta do Twitter. O post foi só um exemplo da repercussão internacional do jogo.

O post fez sucesso entre os seguidores de Maurin. Surgiram na nossa timeline alguns tweets em francês.

Nos Estados Unidos e na Argentina, o Filosofighters também bombou. O game animou nossos hermanos argentinos da Faculdade de Ciência Sociais da Universidade de Buenos Aires.

Já aqui no Brasil, o game apareceu em blogs de temas variados– de design a religião, de nerdices a feminismo. Se você ainda não disputou uma partida de Filosofighters, aproveite para jogar agora. Para facilitar, já lançamos uma versão do game para quem não fala português – e essa você pode mostrar para aquele seu amigo gringo.

Veja também:
Jogue Filosofighters
Jogue Filosofighters (versão em inglês)
Filosofighters: conheça os bastidores do newsgame 360º lançado pela SUPER
Aprenda a jogar Filosofighters
Teste – Que Filosofighter é você?
Vídeo: Filosofighters
Siga os Filosofighters no Twitter


Biblioteca gamer: “A Theory of Fun for Game Design” mistura teoria com cartoons

Fred Di Giacomo 22 de fevereiro de 2012

“O destino inevitável de um game é ficar chato”, Raph Koster

- 7 livros sobre newsgames que você tem que ler

Despretensiosamente pretensioso, “A theory of fun for game design” sempre divide suas duplas de páginas entre uma de teoria, com texto tradicional, e outra com um cartoon divertido que ilustra o tema central do capítulo.  Seu autor, Raph Koster, é escritor, pesquisador e chief creative officer da Sony Online Entertainment. Em linguagem pop e fluida, Koster defende a diversão como parte fundamental do processo de aprendizado, essencial para o desenvolvimento humano.  E  jogos (que ele chega e definir como “exercícios para nossos cérebros”)  têm como ingrediente básico de sua mecânica a diversão.   Mas vale a nota: jogos usam a diversão como ferramenta de aprendizado (aprendizado aqui não se aplica só a “ir pra escola”, vai desde aprender a tocar um instrumento até aprender a dirigir um avião), mas não precisam ter a diversão como seu único fim. É aí que Koster entra na parte mais “cabeçuda do livro”: para ele está na hora dos games deixaram de ser apenas entretenimento para ganharam o status de arte. Para isso, precisam variar sua temática (ainda muito ligada às funções básicas de sobrevivência do homem primitivo) e evoluir para tratar de questões não resolvidas da condição humana. Segundo Koster, as primeiras pinturas e as primeiras narrativas também eram focadas em atividades básicas: caçar, guerrear, explorar o território. Elas se tornaram arte quando passaram a tratar de temas mais complexos e abstratos.  Para ele, arte e entretenimento não são palavras que distinguem categorias, elas distinguem a intensidade de um meio.

Raph Koster, autor do livro "A Theory of Fun for Game Design"

O livro, por enquanto, só foi publicado em inglês e pode ser encontrado na Amazon.  Ele mescla um pouco de dicas práticas de game design com teoria sobre o que é diversão, o que são jogos e por que os jogos são importantes. Tem tudo a ver com o pensamento de game designers como Jane McGonigal (que defende que games, e consequentemente a diversão, podem mudar o mundo) e Ian Bogost (quando fala sobre videogames serem vistos como arte).  E, no final das contas, consegue aplicar na prática sua teoria sobre diversão, ensinando conceitos complexos pro leitor sem deixá-lo entediado.


Veja também:

-Fabiano Onça explica o que faz um game designer
-10 jogos para entender os newsgames no Brasil
-7 truques que os games usam para conquistar você

 

 


Página 10 de 20primeira...89101112...20...última