Qual o jogo de videogame mais vendido da história?

Por Atualizado em 10/09/2012

Querido Oráculo, qual é o jogo de computador mais bem sucedido da história?
Juliano Bottan, João Neiva, ES

Bagulho é louco.

Sua pergunta é relativa. O que é bem sucedido? O que mais vendeu unidades? O que mais influenciou jogadores e criadores de games? O que se tornou o maior ícone cultural? O que virou a franquia mais lucrativa? O que O Oráculo gosta mais?

Mas não deixamos ninguém sem resposta.

Se considerarmos o jogo mais bem sucedido aquele com o maior sucesso de vendas, nada bate Call of Duty: Modern Warfare 3, lançado em dezembro de 2011. “Foram cifras medonhas em questão de dias, provocando verdadeiras filas para pegar o jogo no lançamento”, lembra André Pase, PhD em Estudos Comparados de Mídia, com ênfase em jogos e, claro, gamer de carteirinha. O novo Call of Duty alcançou US$ 1 bilhão em vendas em apenas 16 dias de prateleira.

A marca rendeu ao jogo o título de “produto de entretenimento mais vendido de todos os tempos”, de acordo com o jornal britânico The Guardian. O último filme da saga Harry Potter, por exemplo, demorou 17 dias, um a mais que Call of Duty, para atingir US$ 1 bi.

  • Lih Medeiros

    Bianca, o estudo de Feinberg mencionado na matéria, procede.
    Mas a introdução dela e seu titulo, deslegitimam o propósito do estudo.
    Ao dissertar sobre um trabalho desenvolvido por outro, é necessario nos atentar à fidelidade em seu próposito: Isso além de ser academico é tambem respeito autoral.
    A chamada da materia delimita sim, todo o restante todo o restante do conteudo.
    Quando escrevemos, devemos pensar na possibilidade de muitos se atentarem apenas ao titulo…sabemos que isso ocorre. Por isso é preciso atenção ao que será escrito.
    Se o proposito é levar informação sobre um estudo feito sobre diversas pessoas, não tem que haver distinções…então o texto e seu conteudo devem abranger todos.
    Abs
    .

  • Dan Sales

    Sei que já se passaram 9 meses, mas gostaria de esclarecer o questionamento de alguns aqui.
    O estudo diz que pessoas que tem reações de constrangimento (incluindo a ruborização facial) tendem a inspirar mais confiança. Em nenhum momento o estudo diz que quem não ruboriza é necessariamente menos confiável. Essa argumentação pode ser considerada facilmente como uma falácia “Non Sequitur” pois a conclusão a que vocês chegaram, não é uma consequência lógica das premissas. Ainda, pelo que pude perceber, todas as citações ao estudo falam em sinais de constrangimento, mas apenas no texto feito pelo autor da reportagem aparecem os termos “ruborizar” ou “ficar vermelho”. Ou seja, tem gente querendo apontar a fraqueza do que foi dito no estudo, por causa daquilo que foi dito pelo repórter.