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Blog Planeta Sustentável
03 Abril 2008
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Para ajudar a salvar o planeta, é preciso assumir responsabilidades, mudar hábitos, transformar o cotidiano. É sobre isso que as jornalistas Mônica Nunes (editora), Thays Prado, Débora Spitzcovsky, Mônica Pileggi e Manoella Oliveira, do site Planeta Sustentável, falam neste blog.

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    Sua última boa ação

    Morrer sai caro não só para o bolso, mas também para o meio ambiente. Veja o impacto que os cerca de 56.600.000 funerais causam todos os anos, no mundo:

    - só na Índia, 50 milhões de árvores são cortadas, anualmente, para alimentar a queima de cadáveres, emitindo 8 milhões de toneladas de carbono;
    - 16% das emissões de mercúrio, no Reino Unido, são provenientes da queima das obturações dentárias em crematórios. E deve crescer em 25% até 2020;
    - 1,6 milhões de toneladas de concreto são utilizadas todos os anos, nos Estados Unidos, para a construção de túmulos.
     
    No final do mês passado, o blog TreeHugger fez um guia sobre como tornar o seu funeral mais sustentável (leia How to Green your funeral).

    Mesmo que esteja bem longe de você bater as botas, é bom deixar uma listinha ou até preparar um documento formal com seus últimos desejos verdes. Em um momento difícil como a morte, provavelmente, ninguém da família e nem seus amigos vão ter cabeça para se preocupar com isso. E mesmo que pensem nisso, talvez não saibam quais as melhores escolhas a fazer em prol da natureza.

    Cada vez mais gente tem procurado deixar esse mundo da mesma maneira como tentou viver por aqui: cuidando do meio ambiente. Mas, se o assunto te deixa atordoado, ou se a tradição dos rituais é sagrada para você, saiba que existem boas dicas que podem tornar um funeral mais sustentável, sem prejudicar a cerimônia:

    - pode ser uma boa fazer uma pesquisa para descobrir quais funerárias oferecem as opções de velório e enterro mais sustentáveis;
    - caixões com madeiras super resistentes retardam a decomposição do corpo, prefira materiais biodegradáveis;
    - quem precisa de um local para se lembrar de quem partiu pode optar por plantar uma árvore ou um arbusto sobre o local onde o corpo foi enterrado, em vez de túmulos de concreto. Certamente a visita vai se tornar mais leve e reconfortante.
    - em vez de flores, que têm uma vida muito curta depois de cortadas, pode-se pedir que os amigos doem o valor das coroas para instituições de caridade. Como diria o TreeHugger, “nada melhor do que se lembrar de quem morreu, fazendo algo de bom por alguém que ainda está vivo”;
    - se fizerem questão das flores, que optem pelas orgânicas, produzidas no local;
    - santinhos e folhas com os cantos da cerimônia podem ser feitos em papel reciclado;
    - se o velório e o enterro forem em locais diferentes, as pessoas podem se organizar para utilizar menos carros no deslocamento;
    - caso seja servido lanche no velório, é legal saber a origem dos alimentos oferecidos;
    - e o líder religioso pode fazer um discurso que ressalte a iniciativa ecologicamente correta e lembre as boas ações verdes que o falecido praticou em vida.

    Atenção, claustrofóbicos! A cremação não é uma opção muito indicada: além da poluição causada pela queima do corpo - com emissão de óxidos de nitrogênio, monóxido de carbono, enxofre, metais pesados e partículas -, pode haver liberação de substâncias tóxicas provenientes de embalsamamento. Além disso, por mais que nosso apego não nos deixe ficar à vontade com a idéia, a decomposição do nosso corpo é importante para o fechamento do ciclo da cadeia alimentar e a devolução de nutrientes ao solo.

    Se, ainda assim, você não consegue se imaginar debaixo da terra, mesmo depois de morto, procure crematórios que façam controle de emissão de gases e do tipo de material utilizado nos caixões.

    No Brasil, existem regulamentações específicas para crematórios e cemitérios e licenças ambientais para que eles possam funcionar. Confira o que é lei no seu estado na página do Sindicato dos Cemitérios Particulares do Brasil – Sincep.

    Daí, quando for a hora, saia desse corpo que não te pertence mais, deixando a consciência – e o meio ambiente – limpos! E descanse em paz...

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    Eser Pio Servio, 06 Abril 2008 - 00:00
    Há um engano na informação sobre cremação, ambientalmelte a cremação é a forma mais correta de desfazer de um cadaver, pois se for feita corretamente, com a temperatura ideal e com a filtração dos gazes oriundos da cremação, o que vai sobar é a agua,em forma de vapor que compõe 80 % em media de um organismo vivo + um residuo na sua maioria de carbonato inorganico de calcio- a natureza tem como abesorver esses carbonato, principalmente se for descartaddo no mar.
    Eser Pio Servio, 06 Abril 2008 - 00:00
    Há um engano na informação sobre cremação, ambientalmelte a cremação é a forma mais correta de desfazer de um cadaver, pois se for feita corretamente, com a temperatura ideal e com a filtração dos gazes oriundos da cremação, o que vai sobar é a agua,em forma de vapor que compõe 80 % em media de um organismo vivo + um residuo na sua maioria de carbonato inorganico de calcio- a natureza tem como abesorver esses carbonato, principalmente se for descartaddo no mar.
    luciano, 05 Abril 2008 - 00:00
    uma vez 1 traficant d drogas n sei d ond?matou seus devedores e cremo os corpos e usou as cinzas como adubo orgânico p/ plantaçao d maconha!veja só até bandido das pesadas tem conciencia ecologica!nada como usar o útil ao agradavel!?
    luciano, 05 Abril 2008 - 00:00
    uma vez um traficant d drogas n sei d ond? matou seus devedores e os cremou e usou as cinzas como adubo orgânico! veja só até traficantes com conciência ecológica!nada como usar o úti ao agrdavell
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