Débora Spitzcovsky 16 de setembro de 2009

Os efeitos do aquecimento global têm chocado tanto que acabaram roubando a cena e deixando o “ex-famoso” buraco da camada de ozônio em segundo plano. Mas hoje, dia 16 de setembro, data em que comemora-se o Dia Internacional da Preservação da Camada de Ozônio, o tema voltou a ser assunto na mídia e de forma positiva!
A OMM – Organização Meteorológica Mundial acaba de anunciar que há grandes chances do buraco da camada de ozônio sobre o Oceano Atlântico diminuir cerca de dois milhões de quilômetros quadrados, em relação ao ano passado.
Em 1989, entrou em vigor um acordo, chamado Protocolo de Montreal, para diminuir o uso dos CFCs – gases utilizados, principalmente, em aerosóis e geladeiras, que contribuem bastante para a destruição da camada de ozônio –, que parece ter sido eficiente. Desde 2006, os cientistas já comemoravam o fato de termos conseguido interromper o crescimento do buraco.
Agora, com o novo dado, que já estava sendo sinalizado pela NASA há algum tempo, muitos reavivaram as esperanças de conseguirmos recuperar totalmente a camada de ozônio em 2075. Será? Alguns especialistas acreditam que isso é impossível e afirmam, ainda, que 3% a 7% da camada já foi totalmente destruída pela ação do homem.
De qualquer forma, a notícia da OMM foi um presente de aniversário e tanto, não?! Além de um ótimo lembrete para todos nós: apesar de esquecido, o buraco na camada de ozônio não desapareceu e, para receber mais boas novas sobre ele, precisamos continuar fazendo nossa parte!
Foto de NASA/Goddard Space Flight Center Scientific Visualization Studio mostra a situação da camada de ozônio em 2005. A parte rocha representava a porção degradada, na época.
Leia também:
Por que o buraco na camada de ozônio é ruim?
Por que há um buraco na camada de ozônio da Antártida…
Como ele afeta nossa vida?
*Protocolo de Montreal no Brasil
*OMM – Organização Meteorológica Mundial
Ser sustentável é assumir responsabilidades, mudar hábitos e transformar o cotidiano para que todos vivam melhor. Essa é a ideia que o movimento Planeta Sustentável dissemina em seu site e, também, nas páginas de 38 publicações da Editora Abril (e seus sites), entre elas a revista Superinteressante. A gente acredita que é preciso fazer algo e é possível fazer muito, mas já! E isso não é utopia, como mostramos neste blog.
Mônica Nunes
É editora do Planeta Sustentável
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Débora Spitzcovsky
É repórter do Planeta Sustentável
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Marina Franco
É repórter do Planeta Sustentável
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Ana Luiza Vastag
É estagiária do Planeta Sustentável
ana.vastag@abril.com.br
Só faltava que em 2100, talvez quando a camda de ozonio estiver de volta, odos vão pensar:
“Eba! Como temos a camada de novo podemos poluir!”
E bom saber disso
Isso não deixa de ser uma boa notícia
O buraco do camada de ozônio é um pequenino problema, se comparado ao resto.