Carne, mas sem matar animais
Redação Planeta Sustentável 2 de julho de 2009

Para resolver, de uma só vez, os muitos problemas enumerados pelos ambientalistas – alvo de polêmicas intermináveis – sobre os impactos do consumo de carne no aquecimento global e, claro, poupar os bichos, o Peta – People for the Ethical Treatment of Animals está oferecendo um milhão de dólares para o primeiro cientista a desenvolver carne in vitro.
A ideia é fazer as células animais crescerem e se reproduzirem em um outro meio até formar um alimento que possa ser cozido, frito e assado normalmente. De acordo com a ONG, muito já tem sido feito por essa tecnologia, mas estamos muito distantes de termos carne de laboratório nas prateleiras. Por isso, o apoio financeiro.
Segundo o Peta, apesar de os seres humanos não precisarem consumir carne, muitas pessoas se recusam a abandonar o hábito, então, essa seria a melhor solução para conciliar sua dieta favorita ao fim do sofrimentos dos 40 bilhões de aves, porcos, vacas e peixes sacrificados, anualmente, com um destino certo: o prato dos norteamericanos.
O prazo para desenvolver carne de frango e comercializá-la é 30 de junho de 2012. O produto final deve obedecer a dois critérios. O primeiro é que a textura e o gosto seja indistinto da galinha de verdade. Além disso, a carne deve ser vendida a um preço competitivo, em pelo menos dez estados.
A proposta é séria e a intenção é boa, mas, vem cá, com tanta coisa para comer…
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Mônica Nunes
Débora Spitzcovsky
Marina Franco
Ana Luiza Vastag
Vegans e afins..no fundo não resistem a um belo bifão!
rsrsrrsrsrsrs
Vamos fazer a ciência avançar, afinal os vegans clamam por um belo churrascão!
nossa, num deu vontade não….
Essa alternativa ou opção de carne seria viável para alimentar as milhões de pessoas que vivem na miséria.
Mas sem efeito algum se for enriquecer os que tem alimento em abundância.