Débora Spitzcovsky 8 de setembro de 2009

Muito popular entre pessoas de todos os cantos do mundo, o automobilismo não faz muito sucesso com os ambientalmente corretos. Os carros são grandes bebedores de gasolina, o que faz com que o esporte lance uma quantidade imensa de gás carbônico na atmosfera. Mas tudo isso pode mudar!
Na Inglaterra, engenheiros mecânicos da Warwick Innovative Manufacturing Research Centre desenvolveram um carro de corrida mais verde, provando que a velocidade das disputas automobilísticas e a preservação do meio ambiente podem, sim, coexistir.
Batizado de WorldFirst F3, o carro de Fórmula 3 é ecológico do começo ao fim.
- Os assentos foram produzidos com óleo de soja e espuma de poliéster;
- as rodas são feitas de fibra de cenoura e endurecidas com ecoresina;
- os vidros retrovisores foram confeccionados com amido de batata;
- todo o corpo do carro foi construído com fibras de linho e garrafas recicladas;
- os discos de freio são feitos de casca de caju, que substitui o ferro fundido;
- e por último e mais importante: o veículo é movido a biodiesel extraído de gordura de coco e óleo vegetal, produzido a partir do descarte de frituras de peixes e batatas.
Duvida que o carro tenha o mesmo potencial dos veículos de corrida normais? Nos testes drive, a máquina chegou a atingir 217 km/h e, quando os engenheiros descartaram algumas peças desnecessárias, a velocidade aumentou para 257 km/h.
Por enquanto, o maior empecilho é o preço. O carro está avaliado em US$ 250 mil, mas, ainda assim, os fabricantes garantem que várias montadoras de automóveis já pediram mais informações sobre as tecnologias usadas para fabricar o WorlFirst F3.
Será que a tendência vai se espalhar pelo mundo do automobilismo?
Foto: Divulgação
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E se todos os carros…
Ser sustentável é assumir responsabilidades, mudar hábitos e transformar o cotidiano para que todos vivam melhor. Essa é a ideia que o movimento Planeta Sustentável dissemina em seu site e, também, nas páginas de 38 publicações da Editora Abril (e seus sites), entre elas a revista Superinteressante. A gente acredita que é preciso fazer algo e é possível fazer muito, mas já! E isso não é utopia, como mostramos neste blog.
Mônica Nunes
É editora do Planeta Sustentável
monica.nunes@abril.com.br
Débora Spitzcovsky
É repórter do Planeta Sustentável
debora.spitzcovsky@abril.com.br
Marina Franco
É repórter do Planeta Sustentável
marina.planeta@gmail.com
Ana Luiza Vastag
É estagiária do Planeta Sustentável
ana.vastag@abril.com.br
Muito descente, muitoooooooo!!! Deve ser adotado esse novo carro por questões ecológicas( que deveriam ser as principais), e questões econômicas.
ué? e em que parte do comentario eu disse que o rubinho era ruim? cada interpreta como quer, oras
Se custa só 250 mil dolares, entao todas as Fórmulas vão adotar… porque o carro da F3 inglesa, um carro lixo, custa 1,9 milhão (completo)… equanto que o da F1, custa quase 3 milhões de dolares… por temporada, cada carro consome o equivalente a 180 milhões…
lÁ VEM OS COMENTÁRIOS IDIOTAS SOBRE RUBINHO! AFF!
SERÁ Q AS PESSOAS NÃO VEÊM QUE SE ELE TÃO RUIM QUANTO FALAM, ELE NÃO ESTARIA NA f!
A RESPEITO DO CARRO, ACHO Q ELE VAI CHEGAR A SER UTILIZADO MSM, O MUNDO REALMENTE ESTÁ ACORDANDO PARA O FUTURO!
Deviam inventar uma nova categoria do automobilismo, a Formula Verde. Alguma coisa que acelerasse as pesquisas nessa área botando as empresas para competir.
esse dai é pro rubinho hahaha