Redação Planeta Sustentável 8 de julho de 2008

O aquecimento global provavelmente derreterá as geleiras e o nível dos oceanos aumentará. Muitas cidades ficarão alagadas. As pessoas terão que migrar para o interior, ou, então, morar em pleno oceano. Sim, nos oceanos. Um arquiteto francês criou uma cidade flutuante para abrigar os refugiados do clima.
A idéia é simples. Como o nível dos oceanos irá aumentar, por que não usar as águas salgadas como moradia? O arquiteto Vincent Callebaut desenhou uma cidade flutuante que pode abrigar cerca de 50 mil moradores. A criação funcionaria como um iceberg, ou seja, parte ficaria para fora das águas, outra dentro. A energia usada para manter a ilha artificial seria inteiramente de recursos renováveis, como eólica, solar e de ondas.
Os Lilypads, como são chamadas as cidades, foram inspiradas no formato das vitórias-régias, muito comuns na região Amazônica, que são grandes, pesadas, mas se mantém na superfície da água. Tudo que puder ser reciclado, será, fazendo com que as cidades-flutuantes sejam totalmente livres de emissões de carbono ou maiores danos ao meio ambiente. A “ecopolis” também utilizaria a chuva para encher um lago central de água doce e regar diversos tipos de plantas.
Agora, só falta saber o que é viável e o que é puro realismo fantástico…
Ser sustentável é assumir responsabilidades, mudar hábitos e transformar o cotidiano para que todos vivam melhor. Essa é a ideia que o movimento Planeta Sustentável dissemina em seu site e, também, nas páginas de 38 publicações da Editora Abril (e seus sites), entre elas a revista Superinteressante. A gente acredita que é preciso fazer algo e é possível fazer muito, mas já! E isso não é utopia, como mostramos neste blog.
Mônica Nunes
É editora do Planeta Sustentável
monica.nunes@abril.com.br
Débora Spitzcovsky
É repórter do Planeta Sustentável
debora.spitzcovsky@abril.com.br
Marina Franco
É repórter do Planeta Sustentável
marina.planeta@gmail.com
Ana Luiza Vastag
É estagiária do Planeta Sustentável
ana.vastag@abril.com.br
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Isso é, se não acabarmos com os oceanos antes de as geleiras terminarem de derreter…o plástico já está tomando conta. Seria melhor se projetassem cidades que flutuem sobre plástico. Cômico se não fosse tão trágico, triste, amedrontador!!!! Além de reduzir o consumo, o que mais podemos fazer que seja efetivo, eficaz e rápido?
Site demais fala das nossa morte
bem temos que ser realistas o aquecimento global realmente é um problema e as cidades flutuantes no é uma ideia de todo ruim porem não tem como ter certeza se dariam certo pois na imaginação tudo é otimo mas na pratica é bem dificil.
Temos que pensar no hj,fazer nossa parte,essa frase esta na moda hj,mas a prática não é feita.
Temos que ensinar a todos como preservar o que temos hj,reciclando,usando com consciência água isso inclui banhos rápidos,usar água da chuva ou de maquina de lavar para lavar quintal entre outras coisas,não disperdiçar alimentos,usar sacolas ecologicas,diminuindo assim o consumo de sacolas plásticas que levam milhares de anos para se decompor…
Vamos pensar no hj!
Temos que pensar no hj,fazer nossa parte,essa frase esta na moda hj,mas a prática não é feita.
Temos que ensinar a todos como preservar o que temos hj,reciclando,usando com consciência água isso inclui banhos rápidos,usar água da chuva ou de maquina de lavar para lavar quintal entre outras coisas,não disperdiçar alimentos,usar sacolas ecologicas,diminuindo assim o consumo de sacolas plásticas que levam milhares de anos para se decompor…
Vamos pensar no hj!
É muito interessante a projeção de Vincent Callebaut! Nada fora do possível, nas condições ambientais atuais, na destruição que estamos fazendo ao planeta! Quase tão impressionante é a descrença de que o planeta possa chegar numa situação destas! Para onde imaginam que irão as águas dos degelos?
Tem gente que ta viajando muito na maionese ai… nunca iram sobrar somente oceanos, a não ser que as terras afundem, é bom pesquisar antes de comentar…
e acredito que essa cidade flutuante seja possível, mas não viável, como se, por exemplo alguém de Bangladesh fosse morar ai, nunca! somente pessoas de poder aquisitivo alto iriam poder.
Acredito que tudo isso é uma tremenda viagem alucinógena. Não tenho dúvidas de que a imaginação humana muitas vezes se transformou em realidade, mas também é certo que a destruição causada por elevações tão catastróficas não deixariam “pó” pra ser usado como materia prima para a construção de uma “geringonça” de cidades desta (resta saber se pobre ia morar num lugar desses!!!). Sugiro encaminhar a matéria para conhecimento do Kevin Costner, lembram do filme fracassado dele?
Se sobrar só oceanos, ninguém vai querer continuar vivendo não…. Ou de repente começa a nascer guelras na moçada… só se for assim… Imagina os rachas de botes salva-vidas? Fora as cidades flutuantes de bate-bate, hahahahahaha
Depois que as mulhers começarem a ter filhos, o número da polulação aumentará. Para onde irão todos?
Será que serão jogados no mar, para que não falte espaço?
E o povo vai morrer de sede?
Como iremos beber agua?
Da chuva?
E se nao chover?
A verdade é que centenas de grandes empresas estão torcendo para que os efeitos do aquecimento chequem rápido,só assim elas vão conseguir ganhar dinheiro fácil com obras emergenciais sem concorrencia já pensou nisso.As empresas de construção civil vão ri a tôa kkkkkkkkkkkkkkkkkkk……………….
Esta cidade está mais para à arca de noé nos tempos modernos rs rs rs rs rs rs rs rs.