Redação Planeta Sustentável 19 de dezembro de 2009
Acompanhe a cobertura da COP15, no site do Planeta Sustentável Thays Prado, de Copenhague
"COP15: Acabou!", foi o que twittamos pelo @psustentavel há poucos minutos. Os retweets questionaram: "E chegou a começar de verdade?", " Acabou ou acabaram com ela?" e "Agora é só esperar o mundo acabar!"
A decepção é generalizada, não apenas entre quem acompanhou tudo pela Internet, como para quem esteve aqui no Bella Center (onde ocorreu a Conferência) durante toda a madrugada vendo de perto a superficialidade das negociações, que terminaram em nada.
O resultado é um documento político redigido pela presidência da COP, que ninguém precisa, de fato, cumprir, já que ele não tem força de lei – os países não quiseram que tivesse, e com razão, pois seu conteúdo é muito fraco. O que há ali são apenas algumas intenções. E quem é que já não ouviu o velho ditado de que de boas intenções o inferno está cheio? Só esperamos que o planeta não se esquente a tal ponto!
Mas nem tudo está perdido. O próprio secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que esse é um primeiro passo para que uma decisão mais ambiciosa seja tomada no ano que vem.
Ao que tudo indica, deve haver uma COP 15 BIS, ou COP 15,5, entre o final de maio e o início de junho, em Bonn, na Alemanha. A idéia é não ter que esperar até a COP16, que será no Mexico, no final de 2010, para fechar um acordo jurídico.
Em 15 COPs, essa seria a segunda vez em que os países precisariam de uma prorrogação para tomar alguma decisão melhor do que puderam fazer em duas semanas. A primeira vez em que isso aconteceu foi na COP6, em 2000, na Holanda.
Naquele ano, as negociações foram suspensas porque União Européia e Estados Unidos não entraram em um acordo sobre sumidouros de carbono (atividades que retiram carbono da atmosfera, como o plantio de árvores) e mudanças no uso da terra.
A COP 6,5 também foi realizada em Bonn, as discussões seguiram até a COP7 e, então, os Estados Unidos abandonaram as negociações, dizendo que seria muito caro para a economia americana reduzir suas emissões. Eles ainda questionaram o fato de os países em desenvolvimento não terem metas de corte de carbono.
Qualquer semelhança será mera incompetência! coincidência!
Ser sustentável é assumir responsabilidades, mudar hábitos e transformar o cotidiano para que todos vivam melhor. Essa é a ideia que o movimento Planeta Sustentável dissemina em seu site e, também, nas páginas de 38 publicações da Editora Abril (e seus sites), entre elas a revista Superinteressante. A gente acredita que é preciso fazer algo e é possível fazer muito, mas já! E isso não é utopia, como mostramos neste blog.
Mônica Nunes
É editora do Planeta Sustentável
monica.nunes@abril.com.br
Débora Spitzcovsky
É repórter do Planeta Sustentável
debora.spitzcovsky@abril.com.br
Marina Franco
É repórter do Planeta Sustentável
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Ana Luiza Vastag
É estagiária do Planeta Sustentável
ana.vastag@abril.com.br
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É lamentável a falta de compromisso que esses cidadãos tem com a melhoria do nosso planeta. Bom, o tempo está passando… coitado de nós seres humanos! Será que, mais uma vez a lei de Darwin terá que ser acionada? Pois bem, triste dos mais fracos.
abraços
É lamentável a falta de compromisso que esses cidadãos tem com a melhoria do nosso planeta. Bom, o tempo está passando… coitado de nós seres humanos! Será que, mais uma vez a lei de Darwin terá que ser acionada? Pois bem, triste dos mais fracos.
abraços
É lamentável a falta de compromisso que esses cidadãos tem com a melhoria do nosso planeta. Bom, o tempo está passando… coitado de nós seres humanos! Será que, mais uma vez a lei de Darwin terá que ser acionada? Pois bem, triste dos mais fracos.
abraços
THAIS.
O JORNAL THE GARDIAN, de 03/12/2009, o diretor do Instituto Goddarde Estudos Espaciais da NASA, comentou que seria melhor o fracasso da COP 15 de um acôrdo nos moldes da orientação do IPCC orgão da ONU. Procure saber o porque. E por gentileza coloque isto também da informações da Google Obrigado Abraços CXarlos Antonio