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Em Londres, quem andar a pé ou de bicicleta terá descontos em lojas e cinemas

Débora Spitzcovsky 19 de outubro de 2011

Que tal ser recompensado, financeiramente, por deixar o carro em casa e se locomover pelas ruas da cidade a pé ou de bicicleta? Essa é a mais nova medida londrina para estimular a mobilidade sustentável – e, consequentemente, reduzir os níveis de poluição e congestionamento na capital inglesa.

A bonificação funcionará com a ajuda de um aplicativo para smartphone, criado pela empresa Recyclebank, com o apoio da prefeitura de Londres. Ao ser instalado no celular, o app é capaz de mensurar e pontuar os deslocamentos feitos a pé ou de bicicleta pelo usuário do aparelho, que poderá converter os pontos em prêmios e descontos, nas lojas e cinemas que participam da ação.

A iniciativa foi anunciada nesta semana pelo governo londrino e será testada, por um grupo de pessoas, até o final do ano, para finalmente ser lançada no segundo semestre de 2012 – não por acaso, quando começarão os Jogos Olímpicos de 2012, na cidade.

O Brasil também será sede das Olimpíadas, em 2016. Você acha que a medida adotada pela prefeitura de Londres poderia ser copiada pelo Rio de Janeiro para incentivar a mobilidade sustentável na capital fluminense e reduzir o trânsito caótico que esse tipo de evento esportivo mundial costuma causar nas cidades que o sediam?

Imagem: Missionlessdays/Creative Commons

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Comentários

Lucas disse:

O desconto nao é exatamente pra quem andar de bicicleta e sim pra quem tem dinheiro pra ter um smartphone

Rodrigo Calvet disse:

Moro em Londres mas ainda não ouvi falar dessa iniciativa. A onde posso me informar?

Algum link?

Muito obrigado!

Thaís Vaz disse:

SIM!!! Mas o mínimo não existe. Queria convidar o senhor Eduardo Paes e o Sr. Sergio Cabral a fazer um tour de bicicleta, simples, de Copacabana a Ipanema. Em Copacabana já começamos enfrentando as pessoas que não respeitam a ciclovia.Atravessam sem olhar! E não são os turistas que fazem isso, porque eles lá tem ciclovia em qualquer lugar e a respeitam. São os próprios cariocas. Bêbados, casais com filhos pequenos, idosos. Agora vê se eles atravessam a rua sem olhar. Eu acho que se tivesse uma mini muretinha em toda a extensão e com aberturas nos sinais, já obrigariam as pessoas a simplesmente OLHAR e atravessar nos sinais. Segundo problema: A parte de ligação do forte de Copacabana não tem a menor divisão; É pedestre, bicicleta, carro, e salve-se quem puder. No começo do Arpoador é a mesma coisa a ciclovia é muito menor, o estado do chão é lastimável, e quando você chega finalmente a praia corre o risco de ser atropelado pelos carros que saem do Arpoador e pegam acesso a pista.(Aconteceu isso comigo semana passada) Resultado machuquei o meu pulso no choque contra o carro) Isso senhores é o mínimo. Eu não to nem falando de criar uma faixa para os ciclistas na rua eu to falando de DEIXAR A CICLOVIA UTILIZÁVEL. Porque do jeito que tá da vontade de colocar a bicicleta no avião e ir morar FORA DO PAÍS.

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