Thays Prado 30 de abril de 2009

Aproveitando a onda do post anterior de falar sobre a contribuição das vacas para o aquecimento global, aqui vai uma boa dica de como utilizar o esterco bovino para ajudar o meio ambiente: fabricando tijolos!
Há dois dias, estudantes indonésios da Prasetiya Mulya Business School, ganharam um prêmio de U$25 mil na competição Global Social Venture, da Haas School of Business, em Berkeley, pela brilhante invenção.
O EcoFaeBrick, como foi batizado, é 20% mais leve e mais forte que o tijolo feito de argila, e ainda contribui para a redução de danos causados ao arquipélago com a escavação para a retirada da matéria prima. A opção pelo esterco também evita a emissão de 1.692 toneladas de CO2, caso fosse utilizada a madeira.
Isso sem falar nos benefícios de redução de custos de produção, de diminuição da quantidade de resíduos, e de se aproveitar o metano como biogás para a fabricação dos tijolos, de modo que ele não seja lançado na atmosfera. Os fazendeiros locais também podem ter aí uma nova fonte de renda.
Bem que a ideia podia ser replicada no Brasil, país com maior gado bovino do planeta.
Você teria uma casa feita de esterco?
Ser sustentável é assumir responsabilidades, mudar hábitos e transformar o cotidiano para que todos vivam melhor. Essa é a ideia que o movimento Planeta Sustentável dissemina em seu site e, também, nas páginas de 38 publicações da Editora Abril (e seus sites), entre elas a revista Superinteressante. A gente acredita que é preciso fazer algo e é possível fazer muito, mas já! E isso não é utopia, como mostramos neste blog.
Mônica Nunes
É editora do Planeta Sustentável
monica.nunes@abril.com.br
Débora Spitzcovsky
É repórter do Planeta Sustentável
debora.spitzcovsky@abril.com.br
Marina Franco
É repórter do Planeta Sustentável
marina.franco_clb@abril.com.br
Ana Luiza Vastag
É estagiária do Planeta Sustentável
ana.vastag@abril.com.br
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Esta idéia por sinal não é tão original assim. Aqui no interior da Bahia as olarias já utilizam o esterco de gado para dar consistência à massa e os tijolos ficam melhores. Entretanto a intenção dos oleiros não é contribuir para a sustentabilidade do planeta, mas, econômica: com os tijolos melhores, os preços também são mais altos.
Esta idéia por sinal não é tão original assim. Aqui no interior da Bahia as olarias já utilizam o esterco de gado para dar consistência à massa e os tijolos ficam melhores. Entretanto a intenção dos oleiros não é contribuir para a sustentabilidade do planeta, mas, econômica: com os tijolos melhores, os preços também são mais altos.
Lega!! Sou suspeita em dizer que aprovo pois minha vida é reaproveitar … moraria com certeza em uma casa feita com esses tijolos e seria uma das proezas da casa …
há 100 anos já se usava esterco de vaca para barrear as paredes e o chão das casas de barro de nossos avós – não fede e é resistente, e ficava bonito – o premio deveria ser dado desde aqla época – não tem nada de novo.
Que bom fazer uma casa feita de esterco, isto ajuda no combate ao aquecimeto global, não prejudica o aquípelágo, e ajuda a reduzir o CO2.
Felipe, após queimar a altas temperaturas o tijolo vai estar completamente livre de bactérias.
O problema pe quebrar o tabu, e a difusão do método aqui.
sim
se não feder, tá mais que aprovado.
Bem, e por que não? Já estamos na m*, mesmo…
Não acredito que isso pegue aqui, exatamente por esse tipo de gozação. No mais, o ranço psicológico: qual o processo que garante que isto seja livre de bactérias, constituindo em um material realmente se não saudável, neutro para o bem-estar dos moradores?