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No Impact Man na telona

Thays Prado 2 de setembro de 2009


Será exibido hoje, em primeira mão, em Nova York o documentário “No Impact Man”, que traz a história de Colin Beavan, o escritor de ficção que decidiu passar um ano (entre 2006 e 2007) gerando o menor impacto possível sobre o meio ambiente – o que incluía as atitudes da mulher, da filha, na época com 2 anos, e do cachorro. A exibição integra a série Green Screens (Projeções Verdes) do cinema do Lincoln Center, que apresenta filmes com uma pegada sustentável.

Para cumprir o objetivo de impacto quase zero, Colin e a família, que continuaram morando em Manhattan, adotaram uma série de medidas, entre elas:

- para sair do apartamento, no nono andar de um prédio, só usando as escadas;
- eles aboliram táxi, carro e metrô. Para as longas distâncias valia usar um triciclo feito especialmente para isso;
- não consumiram carne vermelha;
- só compraram comida produzida por fazendas que ficavam a até 400 km de sua casa;
- nada de TV, ar condicionado ou máquina de lavar louça;
- no lugar de xampu, usaram bicarbonato de sódio;
- não usaram pasta de dentes e nem papel higiênico;
- não compraram água em garrafa;
- reciclaram seu lixo;
- limparam, voluntariamente, praias poluídas e
- plantaram árvores.

A história da família foi registrada no blog de mesmo nome (que citamos aqui em 2007) e acaba de virar livro. O lançamento aconteceu ontem, nos Estados Unidos. 

O documentário de 93 minutos entra em cartaz no dia 11 deste mês, em Nova York e em Los Angeles.

Depois de um ano, a rotina da família Beavan deixou de ser tão radical, mas eles aprenderam a viver de maneira bem mais sustentável.

Você encararia um programa de redução de impacto como esse?

Leia também:
Colin Beavan: um homem de impacto
 

Veja o
blog No Impact Man

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Comentários

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Digodo disse:

Inicialmente achei a idéia meio absurda, mas ontem assisti ao filme e simpatizei.
Colin explica não ter a pretensão de ser seguido, é apenas um objetivo pessoal.
A esposa, tão relutante a tudo, acaba se acostumando a não precisar das futilidades da sociedade consumista.
Mas o mais interessante de observar são as descobertas da bebê do casal, pra quem tudo é um aprendizado divertido.
Essa é a maneira que deveríamos encarar uma atitude dessa e não martirizar o cara por não usar papel higiênico, mero detalhe do processo.
Engraçado foi comentar no dia seguinte com minha mãe a respeito e ouvir dela:
“Eu cresci desta forma”
É algo a se refletir…

Rodrigo disse:

soh achei ridiculo nao usar pasta de dentes e nem papel higienico, q eh o minimo de higiene de um ser humano

Marcus Vinicius Pinto Schtruk disse:

comentario

Marcus Vinicius Pinto Schtruk disse:

comentario

joao disse:

“espero que esse cara lance esse livro em papel reciclado” AHUahuaHUuhahuauhauhauhahuauhauhauhaHUAHUAHUaUHaHUuahhuahuahuahuahuAUHAHUAUHauha uhhuahuaHUAuhahuAuhaUH. MUITO BOA =~~~~~)

Jim disse:

A intenção é boa, mas não gostei de não poder usar sequer o metrô, e o papel higienico… não comprar água engarrafada também… olha o gosto ruim da água da torneira!

Leandro Maia disse:

Talvez não assumisse uma postura tão rígida, mas com certeza toparia abdicar de várias atividades que causam impacto no ambiente.
É certo que algumas eu considero impossíveis (até absurdas, dada a necessidade contemporânea) de se estabelecer, mas viver de forma sustentável pode ser exercitada com pequenas mudanças.

Felipe Furlanetto disse:

Aposto que depois desse ano de confinamento a família toda foi ao McDonald’s

Rafael Bananinha disse:

Eu não!! Só se eu morasse no mato… Espero que esse cara lance esse livro em papel reciclado.. haha

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