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O garoto do plástico

Débora Spitzcovsky 5 de agosto de 2009


Daniel Burd sempre foi um exemplo de menino. O garoto canadense faz parte do conselho estudantil do seu colégio, integra o Comitê de Caridade e, ainda, passeia voluntariamente com cachorros do seu bairro. Mas, no ano passado, o menino, de apenas 16 anos, superou todas as expectativas desenvolvendo um projeto que promete dar uma grande contribuição ao planeta.

Daniel encontrou um jeito de acelerar (e muito!) o processo de decomposição do plástico polietileno – aquele derivado de gás e petróleo, que é usado na confecção de sacolinhas plásticas, por exemplo.

Depois de pesquisar muito, o menino descobriu que existem dois tipos de bactérias raríssimas que se desenvolvem na natureza, uma do gênero Sphingomonas e uma do Pseudômonas, que, ao serem isoladas, são capazes de decompor o plástico em seis semanas – ao invés de 400 anos, como acontece no processo natural de decomposição – e, tudo isso, sem gerar nenhuma substância nociva ao meio ambiente ou à saúde humana.

A ideia de investigar sobre o assunto surgiu do jeito mais banal: Daniel fazia serviços domésticos todos os dias para ajudar os pais e percebia a quantidade de sacolas plásticas que existiam em sua casa. Com mania de questionar sobre tudo, o menino se perguntou qual era o destino dos sacos e, insatisfeito com a resposta que encontrou, resolveu desenvolver, ele próprio, um jeito mais sustentável de se livrar do material.

Por enquanto, a iniciativa é apenas um projeto, mas já rendeu a Daniel o prêmio “Canada Wide Science Fair”, que oferece $ 10 mil em dinheiro e $ 20 mil em bolsas de estudo para cada um de seus ganhadores. Além disso, o menino está experimentando, aos 16 anos, um pouquinho do gosto da fama. Na internet, já existe um site para Daniel: The Unofficial Daniel Burd Fan Club.

E aí, você entraria para esse fã-clube?  

Foto: Divulgação

Leia também:
O perigo da sacola plástica
Saco é um saco   
Engodo plastificado
Plástico é vida??? 
SC: sacolas plásticas nunca mais!  
Sopão de plástico

Veja também:
Embalagem eficiente   
O futuro das sacolas 

* Canada Wide Science Fair    
* The Unofficial Daniel Burd Fan Club

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Comentários

DUNHA CUNAUNHA disse:

Foram brasileiros os primeiros a fazer este tipo de experimento…. Site de merda com reporteres incompetentes…. Vai puxar saco de gringo em outro lugar !

Marcelo disse:

Desculpem mas como há comentário idiota aqui! Deveria colocar um mediador…
O menino tem 16 anos e fez isso, metade dos que leram e comentaram nem ao menos entenderam a matéria

Décio disse:

Quem tiver interesse em saber mais sobre bioplásticos, sugiro o meu blog: http://bioplasticnews.blogspot.com

Décio disse:

Quem tiver interesse em saber mais sobre bioplásticos, sugiro o meu blog: http://bioplasticnews.blogspot.com

Décio disse:

Um grande problema é a poluição ocasionada pelo plástico, mas outro grande problema é que o petróleo vai acabar, não adianta encontrar bactérias que comem plástico se não tiver petróleo para fazer plástico, o mais correto é investir nos bioplásticos, compostáveis e biodegradáveis provenientes de fontes renováveis, esta sim é a solução do problema.

Nome disse:

Até que fim alguem que nasceu no Acre fez alguma coisa pelo nosso país , não fez igual muitos que se pinta de vermelho e preto para se aparecer na foto

flavios disse:

Homens cuidado! Este maricas quer proliferar bactérias que comem sacos!!!

Vou cuidar do meu!

Iguana disse:

Como paliativo para o problema das sacolas adorei a idéia do garoto!
Entretanto o problema só será resolvido após o colapso total da “sociedade do consumo” quando a toda a dinâmica da educação, da política e do próprio consumo serão repensadas, pois – mesmo após anos de alerta – constatar-se-a que nosso atual padrão de consumo é INSUSTENTÁVEL.

Francisco Borges Neto disse:

Infelizmente, as inovações que vêm do exterior tentem a ser mais exaltadas aqui no Brasil do que aquelas desenvolvidas “em casa”.
O que quase ninguém sabe é que este tipo de tecnologia já está sendo desenvolvida pela bióloga Ketlyn Rose Inácio da Silva, da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP.
Para quem quiser saber mais, acesse http://www.portalcbncampinas.com.br/noticias_interna.php?id=22766&busca=unicamp e ouça a “novidade”.

Koichi Osamura disse:

Não entraria para esse fã clube, por que nerds são gays.

jose roberto disse:

muito interessante

as bacterias do genero pseudomonas não são tão raras assim, elas vivem inclusive em nosso organismo, em alguns pacientes elas podem desencadear infecções hospitalares graves e de difícil tratamento, pois tem grande capacidade de desenvolver resistencia aos antibioticos, principalmente se utilizados sem cuidados, mas isoladas no ambiente não trazem nehum perigo a população em geral

celso luiz disse:

EU ACHO Q SACOLA DO CARREFOUR MAIS BONITA QUE A DO EXTRA

celso luiz disse:

EU ACHO Q SACOLA DO CARREFOUR MAIS BONITA QUE A DO EXTRA

Eduardo Carreria disse:

Gostaria de saber como as pessoas ecologicamente corretas fazem para acondicionar e livrarem-se do lixo que elas produzem. Será que elas o comem? Viva a sacola de plástico dos supermercados. Grátis e com mil e uma utilidades.

celso luiz disse:

esse bernardino ou é parente do garoto ou é gay

Norberto Vaz disse:

Esse garoto é um gênio ! Se ele estudar o suficiente sobre os “políticos corruptos brasileiros e a relação com seu eleitorado – canalha vota em canalha” talvez ele acabe com a ignorância nacional.

Ângela Scorsin disse:

Sensacional !!! Este guri tem um futuro brilhante.

Bernardino Bandeira disse:

É necessário divulgar o processo de dissolução do plástico. Muito mais importante, ainda, o efeito colateral da separação e uso das bactérias raríssimas que se desenvolvem na natureza, uma do gênero Sphingomonas e uma do Pseudômonas que ao, que se supõe, irão se proliferar.

João Mastur Banno disse:

alguem sabe quanto foi meu curintia onte ???/

João Mastur Banno disse:

alguem sabe quanto foi meu curintia onte ???/

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