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Insetos mortos ganham funeral nos EUA

Débora Spitzcovsky 23 de abril de 2012

Pare e pense: quantas baratas, abelhas, formigas e pernilongos, entre tantos outros insetos, você já matou – propositalmente ou não – durante sua vida? Com a intenção de chamar a atenção para o “inseticídio” no mundo, a agência de criação Carmichael Collection*, de Minneapolis, nos EUA, decidiu prestar uma homenagem aos animais mortos. Como? Promovendo funerais nas ruas da cidade.

As homenagens, feitas em tamanho micro, contam com fotos do inseto, flores, velas e ursinhos, que são colocados nas calçadas para tentar chamar a atenção das pessoas que por ali passam. O funeral de uma barata rendeu até vídeo (assista abaixo).

Achou ridículo? Na verdade, o propósito da Carmichael Collection é muito maior do que, apenas, fazer uma homenagem póstuma às formigas que são pisoteadas nas ruas ou às borboletas que, acidentalmente, vão parar embaixo de alguma roda de carro. O que a agência de criação quer é provocar as pessoas a pensarem na falta de atenção que andamos tendo com a vida a nossa volta.

Na opinião dos criadores da iniciativa, se cada um de nós fizer um exercício diário para olhar além dos nossos umbigos, as cidades passarão a ser um lugar muito melhor para se viver. Você concorda?

*Carmichael Collection

Foto: Carmichael Collection/Divulgação

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Acompanhe terremotos, furacões e tempestades em tempo real

Marina Franco 20 de abril de 2012

Você tem curiosidade de saber em que parte do planeta ocorreu o último abalo sísmico? Se tem, a resposta (até este post ser publicado) é: Mar das Molucas, na Indonésia, às 17:23 do dia 19/04, com magnitude de 5.3 graus, segundo o Instituto de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos. E quanto a grandes tempestades, gostaria de saber se há possibilidade de chuvas fortes ou ciclones na sua cidade?

Para quem se interessa pelos fenômenos naturais, uma boa dica é o aplicativo Painel Global*, que reúne diferentes informações do monitoramento da Terra em tempo real. Os dados são oficiais e chegam ao aplicativo assim que são reportadas por instituições científicas. O mapa, que está repleto de imagens de satélite, também aceita contribuições de internautas sobre novos eventos.

É possível acompanhar as atividades de vulcões e a ocorrência de eventos climáticos extremos como terremotos, furacões, tsunamis ou tempestades. O Painel Global também repassa informações de aeroportos sobre as temperaturas recordes no Brasil e no resto do mundo e monitora a Estação Espacial Internacionalos dados como latitude, longitude, altitude, distância até São Paulo e período de órbita estão à esquerda do mapa mundi e as linhas pontilhadas mostram o seu percurso.

No site do aplicativo ainda há um fórum onde trocam-se informações sobre os fenômenos naturais e um grupo de perfis do Twitter que postam sobre meteorologia e outros assuntos. Acesse e nos conte o que achou!

*Painel Global

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Não é privilégio dos humanos: papagaios também dão nome aos seus bebês

Débora Spitzcovsky 18 de abril de 2012

Pesquisa realizada na Cornell University, nos EUA, revelou que os papagaios, assim como os seres humanos, têm o hábito de batizar seus filhotes com um som característico.

O nome – que, no caso, trata-se de um piado exclusivo – é dado aos pequenos, pelos pais biológicos, antes mesmo deles conseguirem emitir qualquer tipo de som. Então, quando estão mais crescidinhos, os filhotes começam a reproduzir o barulho – e, em alguns casos, fazer ajustes no nome escolhido pelos pais, quando há dificuldades de reproduzi-lo corretamente.

Segundo o estudo, liderado pelo cientista Karl Berg, os “nomes” têm um porquê: eles servem para garantir a organização social desses animais, que – assim como os golfinhos, que também tem um sistema de identificação característico – frequentemente mudam de bando. Com um som próprio que os identifique, fica mais fácil saber quem está aonde. Você sabia dessa?

Foto: Jerry Oldenette

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Papel higiênico usado pode virar envelope e papel de parede

Marina Franco 16 de abril de 2012

Aparentemente não há solução para o lixinho do banheiro. Ele deve ser jogado fora junto com os resíduos orgânicos e enviado ao aterro sanitário. Mas uma iniciativa israelense pretende mudar essa realidade. A empresa Applied CleanTech* desenvolveu uma técnica que recicla papel higiênico usado. Isso mesmo!

Que tal decorar a sua casa com um papel de parede ou usar envelopes que foram produzidos a partir da reciclagem do papel que usamos no banheiro? Se você estranha que o “material fecal” possa ser reciclado, saiba que isso ocorre, justamente, por ele ter a celulose que vem dos vegetais que comemos. Outro produto derivado dessa técnica seria um biocombustível.

Segundo a Applied CleanTech, 60% do lixo do banheiro pode ser transformado. O resíduo passa por alguns processos de tratamento químico que eliminam o cheiro ou risco de contaminação. Além disso, outro aspecto importante é que a planta de reciclagem ainda economiza energia em relação a outros tratamentos de lixo – de acordo com a empresa, entre 20% e 30%.

Mas ainda há uma barreira que a invenção precisa superar: o estranhamento do público de ter um produto feito de papel higiênico reciclado. Seus criadores garantem que, resolvida esta questão, o volume de lixo orgânico poderia diminuir até 30%. Um bom resultado, não é mesmo?

Então, responda a pergunta que não quer calar: você usaria produtos derivados de papel higiênico usado?

*Applied CleanTech

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Imagem: Divulgação

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Swap-O-Matic: máquina automática permite troca de objetos

Débora Spitzcovsky 13 de abril de 2012

Esqueça as convencionais máquinas de venda automáticas, em que você precisa depositar dinheiro para retirar o produto que deseja. Com a Swap-O-Matic*, desenvolvida pela designer americana Lisa Fenequito, tudo funciona na base da troca: para conseguir um objeto que está dentro da máquina, você precisa depositar outro, que já não utiliza mais.

A ideia é incentivar a cultura do escambo entre os cidadãos. Para utilizar a Swap-O-Matic, basta informar seu nome e e-mail no visor touchscreen da máquina. Os cadastrados podem trocar um objeto por outro na Swap-O-Matic ou, ainda, pegar ou doar um artigo para a máquina – sendo que, para estas duas últimas atividades, são necessários créditos. Ao doar um artigo, você ganha um crédito, e ao retirar, perde um.

Entenda melhor no vídeo, abaixo.

Por enquanto, há apenas uma unidade da máquina em funcionamento, instalada em uma sorveteria do Brooklyn, em Nova York. Mas Lisa Fenequito quer mais é que a novidade se espalhe mundo afora. Você aprova?

*Swap-O-Matic

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Foto: Divulgação/Swap-O-Matic 

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