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Pare de fumar… fumando!

Débora Spitzcovsky 29 de maio de 2009


Calêndula, camomila, jasmim, menta, rosas, sálvia, tabaco orgânico natural e a promessa de parar de fumar. Esse é o Kumbayá, um cigarro natureba que ajuda as pessoas a largarem o vício do fumo.

A composição do cigarro tem “apenas” 20% de tabaco natural, o que significa que seu processo de fabricação não inclui nenhum aditivo ou banho químico. O fumante sente, de leve, o gosto do tabaco e já sacia a necessidade química que criou no organismo. Assim, pouco a pouco, pode se libertar do vício.

Mas o produto – claro!! - não faz milagre. Segundo os fabricantes, se o consumidor estiver realmente disposto a parar de fumar, esta é uma alternativa interessante. Caso contrário, só vai trocar de vício.

No verso do pacote, inclusive, há um aviso: “Para aqueles que já foram fumantes e não fumam mais, não recomendamos o uso do Kumbayá. Há riscos de vivenciar novamente o ‘prazer’ do cigarro e voltar ao antigo vício”.

Então, às vésperas do Dia Mundial sem Tabaco, comemorado em 31 de maio, a gente pergunta: para aqueles que, realmente, querem largar o cigarro, pequenas doses de tabaco – como as do cigarrinho de ervas – funcionam ou é melhor cortar logo o mal pela raiz? 

* As ervas do Kumbayá são vendidas em um pacotinho, a R$ 8, na Morada da Floresta e, também, na Ultra Eco e no Espaço Luzeiro. Aí, cabe ao consumidor enrolar o próprio cigarro, com papel específico, vendido nas mesmas lojas.

Foto: Divulgação

Comentários

RE:Afonso disse:

Acredito que a matéria fala sobre parar de fumar, FUMANDO. Acreditando nessa filosofia, ao praticá-la o ser humano passa a não ter essa tal mudança drástica. O intuito é largar o comércio do cigarro pelos males que a nicotina e das trocentas substâncias são encontradas em um baseado. Ops! Falei a erva proibida! IOUHEIOUHE Eu tava era falando cigarro. Só ele possui essa capacidade de ter um trilhão de substâncias tóxicas que viciam seu organismo. Abraços, amigo Afonso.

Afonso disse:

Antes de tudo: não sou médico.
mas cada caso é um caso.
Ouvi a respeito de uma pessoa que sofria de fortes dores no peito e resolveu consultar um cardiologista. Durante a consulta o cardiologista perguntou se o paciente tinha mudado drasticamente de hábitos, a resposta à indagação foi sim. O paciente havia largado o fumo, fumante por mais ou menos 40 anos(não lembro ao certo o tempo da dependência) e agora sofria as consequência de sua longa parceria com o cigarro.
O cardiologista o pediu encarecidamente que voltasse a fumar e que largasse o hábito gradualmente pois a mudança de drástica havia o levado a sérios problemas cardiacos!(…)

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