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Arquivo de julho de 2011


Microsoft decide contribuir com a nova versão do Linux

18 de julho de 2011

Está chegando a versão 3.0 do kernel do Linux – é o “miolo” do sistema operacional, presente em todas as distribuições (versões) do sistema que existem por aí, como Ubuntu, Debian, etc. E a Microsoft, veja só, decidiu ajudar. Sim: a empresa de Steve Ballmer, que sempre atacou duramente o Linux (chegando a dizer que ele é “um câncer”), forneceu nada menos do que 361 melhorias que foram incorporadas ao novo software do pinguim, o que a coloca entre as 10 maiores contribuitoras de código para o Linux 3.0. O que a Microsoft quer? Fazer sabotagem? Altruísmo? Nem uma coisa nem outra: as contribuições da MS incluem drivers que permitem usar o Linux com o periférico Kinect e melhoram sua integração com o gerenciador de sistemas HyperV -  em ambos os casos, produtos da própria Microsoft. Interesse próprio.


Microsoft prepara rede social para concorrer com Facebook e Google+

15 de julho de 2011

A rede se chama Tulalip (nome provisório e incompreensível) e apareceu ontem, quando alguém da Microsoft acidentalmente (?) colocou a home page do serviço no ar. A página logo foi deletada – se você tentar acessá-la agora, verá apenas uma mensagem dizendo tratar-se de um projeto interno da Microsoft Research, divisão de pesquisas experimentais da empresa. A Tulalip é uma rede social nos moldes clássicos, com perfis e tudo mais, e duas grandes diferenças. Você não precisa se cadastrar – basta se logar com uma conta do Twitter ou do Facebook -, e a nova rede incorpora todo o conteúdo desses outros serviços (você vê todos os posts dos seus amigos no Twitter e no Facebook, podendo interagir normalmente com eles).

Ou seja: mais do que uma rede social, a Tulalip funcionaria como agregador social – algo que reúne e organiza todas as suas interações com outras pessoas na internet. É uma ideia genial, que faz o Google+ parecer bobo e ultrapassado. Tomara que o serviço seja lançado logo.


Homem pega 18 anos de cadeia por invadir Wi-Fi do vizinho – e usar a conexão para fazer coisas ruins na internet

13 de julho de 2011


O americano Barry Ardolf, 46, fez uma coisa meio comum hoje em dia: invadiu a conexão Wi-Fi dos seus vizinhos. Mas não se contentou em usar a internet alheia para navegar e baixar. Barry usou a conexão para criar um perfil falso no MySpace, que supostamente pertencia a seu vizinho Matt. Aí, ele colocou fotos de pedofilia no perfil – e enviou essas imagens para os colegas do pobre Matt. Como se isso não bastasse, começou a mandar e-mails ameaçando vários políticos de morte, tudo como se fosse obra do vizinho.  Até que o FBI apareceu, descobriu tudo e prendeu Barry, que acaba de ser condenado a 18 anos de prisão.

Ele decidiu começar toda a campanha de difamação depois que o vizinho Matt o acusou de pedofillia (Barry teria dado um selinho na boca do filho dele). Que história, hein? E antes que você pergunte, a rede do vizinho estava sim protegida com senha. Só que ela era do tipo WEP, bem fraca e fácil de quebrar. Se você tem rede Wi-Fi em casa, é essencial configurá-la para que use senha do padrão WPA (consulte o manual do roteador para saber como).


Google+ alcança a marca de 10 milhões de usuários

12 de julho de 2011


Segundo uma estimativa não-oficial, a rede social do Google deve chegar a 10 milhões de usuários hoje. Uma migalha perto do Facebook e seus 750 milhões, mas que assinala um ritmo de crescimento acelerado – só nos últimos dois dias, o serviço teria recebido 3 milhões de pessoas, numa onda movida pela flexibilização do acesso (desde sábado, grande parte dos usuários ganhou permissão para convidar amigos). É apenas uma modinha, ou o começo de uma mudança capaz de abalar o Facebook? Até onde o Google+ pode chegar?


Google+ fica sem espaço em disco

11 de julho de 2011


Quem diria. Neste final de semana, parte dos servidores que hospedam a rede social Google+ ficou sem espaço em disco, provocando um bug no serviço (que por causa disso enviou várias vezes as mesmas mensagens de notificação para alguns usuários). Falhas acontecem. Mas acabar o espaço em disco? Em se tratando do Google, que é o rei do cloud computing e vive
se vangloriando de ter data centers gigantescos, é meio embaraçoso.


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