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Arquivo de janeiro de 2012


Casal é deportado dos EUA por fazer piada no Twitter

30 de janeiro de 2012


Excitado com uma viagem turística aos EUA, o inglês Leigh Van Brian decidiu descarregar toda sua animação em dois tuites, que diziam “vou destruir a América” e “vou desenterrar a Marilyn Monroe”. Pura bobagem. Só que o Department of Homeland Security não gostou, e barrou a entrada de Brian, que estava viajando com uma amiga. Ambos foram detidos ao chegar nos EUA, e deportados 12 horas depois. O caso apareceu nos tablóides ingleses, o que desperta alguma desconfiança, mas aparentemente é verdadeiro – mesmo porque o DHS admite monitorar as redes sociais. Moral da história: se você planeja ir aos EUA, convém evitar
tuites que possam ser mal-interpretados pelo pessoal da imigração.


Twitter poderá censurar mensagens por país

27 de janeiro de 2012


O Twitter está anunciando que, a partir de agora, possui a capacidade técnica de censurar tuítes por país - bloqueando uma ou mais mensagens apenas em determinado lugar. Segundo os donos do site, trata-se de uma boa notícia, pois é melhor fazer um bloqueio regional do que impor a medida aos usuários do mundo inteiro. O comunicado é um pouco vago sobre o que poderá ser deletado ou censurado, mas diz o seguinte:

“Com nosso crescimento internacional, vamos entrar em países que têm ideias diferentes sobre liberdade de expressão. Alguns desses países diferem tanto das nossas ideias que não poderemos existir neles. Outros são similares mas, por motivos históricos ou culturais, restringem certos tipos de conteúdo, como a França ou a Alemanha, que proibem conteúdo pró-nazismo.”

Tuites pró-nazismo são inadmissíveis em qualquer lugar do mundo, não apenas nessas nações. Logo, o exemplo não justifica o controle regional. E o resto é meio estranho. Se o Twitter diz que há países tão repressores que o serviço não poderá “existir neles”, por que criou uma ferramenta para remover conteúdo local? Ou o site deixa um país que considere repressor, ou utiliza a ferramenta para atender ao governo dele. São coisas mutuamente excludentes.


Nokia exibe propaganda subliminar em TV da Inglaterra

27 de janeiro de 2012

O vídeo acima é uma compilação da publicidade que a Nokia veiculou no Channel 5, da TV aberta inglesa. Observe com especial atenção os dois primeiros segundos do clipe. Eles contêm o logotipo do celular Lumia, que aparece na tela por aproximadamente 0,4 segundo. É difícil de ver, pois está no limite da percepção visual humana para imagens desse tipo (PDF). Ou seja: tecnicamente, trata-se de propaganda subliminar. A Ofcom, agência do governo inglês que fiscaliza a mídia, não empregou esse termo – mas entendeu ter havido violação das normas vigentes no país, que exigem clara identificação de mensagens publicitárias.


iPhone já gera mais receita do que a Microsoft inteira

26 de janeiro de 2012


Saiu o novo relatório financeiro da Apple, com os bons resultados de sempre. No último trimestre fiscal, foram 15,4 milhões de iPads e 5,2 milhões de Macs vendidos. Mas o que realmente impressiona é o iPhone: 32,5 milhões de unidades, gerando US$ 24,4 bilhões em faturamento para a Apple – US$ 3,5 bilhões a mais do que a Microsoft inteira faturou no mesmo período. Sozinho, o iPhone já é maior do que Windows, Office, Xbox e todos os demais produtos da MS somados. O aumento de até 44% no preço dele deve estar ajudando.


Criador do Wikileaks vai apresentar programa de TV

24 de janeiro de 2012


Julian Assange ficou meio sumido depois do furacão Wikileaks. Mas acaba de anunciar seu novo projeto: um programa de entrevistas, que será apresentado por ele e irá trazer “ativistas, pensadores e revolucionários” para discutir o futuro do mundo. Serão dez episódios, com meia hora cada, a partir de março. Assange não revelou onde o programa será exibido, mas diz ter acordos com empresas de TV a cabo, via satélite e emissoras convencionais que, juntas, chegam a 600 milhões de espectadores. Considerando a situação jurídica do criador do Wikileaks, que está em liberdade condicional na Inglaterra e luta contra sua extradição para a Suécia (que poderia transferi-lo aos EUA), isso seria um feito e tanto. Mas se o programa for exibido via internet, já estará ótimo. E o projeto parece bem interessante.


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