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Posts da categoria ‘Nenhuma Categoria’


BlackBerry mostra nova versão, compatível com Android, para tentar ganhar sobrevida

Bruno Garattoni 2 de maio de 2012

As coisas não vão bem na Research in Motion. A criadora do BlackBerry, que praticamente inventou e dominou o mercado de smartphones, tem perdido cada vez mais espaço. Nos últimos anos, a RIM só deu bolas fora. Menosprezou o iPhone e os smartphones sem teclado, que comeram grande parte do mercado. Depois, sofreu um megablecaute global em seu serviço – e lançou um tablet terrivelmente incompleto, sem aplicativo de e-mail. As ações da empresa caíram 75% no último ano, e na semana passada o CEO pediu afastamento.

Um cenário terrível. Mas a empresa tem uma (última?) arma para tentar virar o jogo: o sistema operacional BlackBerry 10, primeiro inteiramente projetado para smartphones sem teclado – que ela promete lançar até o final do ano. A RIM divulgou um vídeo que não mostra muito, mas mostra o suficiente: uma plataforma moderna e ágil, que não tem nada de espetacular mas está mais ou menos no mesmo nível de iPhone e Android.

Na prática, o sucesso ou fracasso depende muito do ecossistema – quais fabricantes apoiam, quem está fazendo apps, etc. E nesse aspecto, a RIM está surpreendentemente bem. Ao contrário da Microsoft, ela produz e controla o próprio hardware. Ao contrário do Windows Phone, o BlackBerry -ainda- é muito usado, principalmente em empresas. Há demanda por uma nova geração de BlackBerries, e eles irão rodar os aplicativos de Android (basta que o criador do app faça uma conversão simples). Em suma: a Research in Motion pode estar em apuros, mas ainda tem uma chance de se reencontrar e preservar um nicho de mercado. E essa chance parece maior que a da Nokia. Quem diria.

 


RIM organiza protesto em frente a loja da Apple. Veja o vídeo

Bruno Garattoni 26 de abril de 2012

Update 03/05: e não é que não foi a Samsung? Foi a RIM!

Dois dias após insinuar que os usuários de iPhone são “ovelhas”, a Samsung decidiu intensificar os ataques e partir para o marketing de guerrilha. Mandou um ônibus cheio de atores e figurantes para a porta de uma loja da Apple na Austrália, onde eles desceram e começaram a protestar, gritando e segurando cartazes com a expressão wake up – “acorde”. Veja neste vídeo acima, que foi capturado por um blogueiro (o protesto começa em 0:35).

O ônibus não traz o logo da Samsung. Mas a autoria do protesto é revelada pelo site Wake Up Australia – que traz uma contagem regressiva para o lançamento do novo smartphone da marca, o Galaxy S III. Boa ideia, ou passaram da conta? Não sei. Mas o fato é que, depois de passar anos ridicularizando os usuários de Windows, a Apple não tem o direito de reclamar de provocações do tipo.

(via SAI)


Anúncio do Google Chrome mostra rapaz tentando reconquistar a ex-namorada

Bruno Garattoni 26 de abril de 2012


A nova propaganda, bem simpática, é estrelada por um sujeito chamado Mark – que usa o navegador Chrome e serviços como Google Docs, Maps, Earth, Translate e Picasa para tentar reconquistar uma garota. Bacaninha.


1 em cada 5 Macs tem vírus – para Windows

Bruno Garattoni 25 de abril de 2012

wikimedia commons
Segundo um relatório da empresa de segurança Sophos, nada menos do que 20% dos Macs contêm algum vírus de computador. Mas, veja só que curioso, quase sempre esses vírus são inofensivos para o OS X. Na verdade, são pragas que atacam o Windows – e foram parar dentro do Mac junto com filmes, músicas ou outras coisas que o usuário baixou. Bizarro. Seja como for, a Apple já não é o que era em termos de segurança: como ela demorou para corrigir um problema no OS X, recentemente uma epidemia do vírus Flashback infectou centenas de milhares de Macs (visite este site para saber se o seu é um deles).


Chegou o esperadíssimo Google Drive – mas com apenas 5 GB de espaço grátis

Bruno Garattoni 24 de abril de 2012


O Google Drive, sobre o qual tanto se falou nos últimos anos, finalmente está no ar – com 5 GB de espaço para você guardar os seus arquivos. É mais que o dobro do oferecido pelo Dropbox, que dá 2 GB de graça, mas não é exatamente impressionante – sobretudo se você considerar que até o bom e velho Gmail possui mais capacidade. O Google Drive também terá planos pagos, a saber: 25 GB (US$ 2,50 mensais), 100 GB (US$ 5) e 1 TB (1 terabyte; US$ 50 mensais).

Mas, na prática, a esmagadora maioria das pessoas optará pelo serviço gratuito. E 5 gigabytes é pouco. Não é o suficiente para guardar todas as fotos, músicas ou vídeos de um usuário normal. Ou seja: o Google Drive não irá revolucionar a maneira como armazenamos arquivos. Bem que o Google, com toda a sua expertise em data centers, poderia dar mais capacidade grátis – e inaugurar de vez a era da computação em nuvem. Perdeu a chance.