Blogs

Posts da categoria ‘Nenhuma Categoria’


Simulador de guerra para Xbox atira de volta em você – com paintballs

20 de outubro de 2011


A tela é imensa, com 4×9 metros e 180 graus – o suficiente para preencher totalmente o campo de visão do jogador. Você não usa um joystick para andar pelo game: fica em pé sobre uma esteira omnidirecional, que se adapta aos seus movimentos e permite andar sem sair do lugar. Na sua mão, uma arma sem fios. Do outro lado, os inimigos do jogo – e uma bateria com 12 canhões de paintball, que atiram contra você se você for alvejado no game. Essa invenção incrível, que custou US$ 650 mil, não foi desenvolvida pelo Exército dos EUA. O megasimulador roda Battlefield 3, do Xbox 360 (o Kinect é usado para captar parte dos movimentos do jogador), e é criação do Gadget Show, um programa da TV inglesa. Ele só irá ao ar (por lá) no dia 24, mas já divulgaram um trailer. Veja aí em cima. Inacreditável.


Microsoft mostra nova versão do Windows – que carrega em apenas 2 segundos

9 de setembro de 2011


Dê só uma olhada nesse vídeo aí de cima, que mostra um protótipo do Windows 8. Veja só quanto tempo o sistema operacional leva para carregar. Rápido, não? Descontando o tempo de BIOS da máquina, dá apenas 2 segundos. É muito menos do que o Mac OS X ou o Windows atual, que demoram pelo menos meio minuto, e não tem truque – repare como o notebook está sem bateria no começo do teste. Um avanço impressionante, que poderá dar aos PCs e notebooks a mesma agilidade do iOS e do Android (sem perder a sofisticação de um sistema operacional completo). Na semana que vem, quando a Microsoft deve liberar um novo beta do Windows 8, veremos isso na prática. Só espero que a nova interface de toque não seja obrigatória – e que você possa dar boot direto no desktop.

PS: estou saindo de férias e volto em 13/outubro. Até lá!


O Netflix finalmente chegou ao Brasil. Vale a pena assinar?

6 de setembro de 2011

Finalmente. Depois de anos de espera, o Netflix chegou ao Brasil. Ele é um serviço que permite ver filmes e programas de TV via streaming, e tem 25 milhões de assinantes nos Estados Unidos – é tão popular que, no horário nobre, chega a responder por 30% de todo o tráfego da internet por lá. Aqui, o Netflix chegou cobrando uma mensalidade de R$ 15, que dá direito a uso ilimitado. O serviço funciona nos consoles Wii, PS3 e Xbox 360 (extra-oficialmente, por enquanto), no Apple TV e no computador. Além disso, alguns tocadores de Blu-ray e TVs mais modernas já vêm com Netflix onboard. Mas e aí, vale a pena assinar? Vamos ver.

1. O Netflix não substitui a TV paga. Se você está pensando em cancelar sua Net, TVA, Sky ou similar, pode esquecer. Seja qual for a sua preferência, a seleção de vídeos do Netflix está longe de ser suficiente. Gosta de séries de TV? O Netflix tem Mad Men e Drop Dead Diva, por exemplo, mas não tem Breaking Bad ou The Big Bang Theory. Documentários? Você não vai encontrar nada da Discovery nem da NatGeo. Culinária, realities, variedades? São especialidades da programação Globosat, que o Netflix não oferece. E o acervo de filmes também não inclui nada muito recente.

2. E não tem como competir com a internet. O Netflix oferece as mesmas coisas que você encontraria na sua locadora de bairro, tirando os lançamentos. Isso significa uma defasagem considerável, de pelo menos 1 ano (e em alguns casos bem mais), em relação ao que está disponível para download via BitTorrent. Ok, torrent é pirataria, mas é uma realidade – que seus adeptos só irão abandonar quando houver uma boa opção legalizada, como a iTunes Store é nos Estados Unidos. O Netflix não é essa alternativa.

3. Mas vale sim a assinatura. Sabe aqueles filmes e séries que você queria ver, mas acabou esquecendo? O Netflix é perfeito para isso. Seu acervo está cheio de coisas boas e que merecem ser descobertas ou revistas. Por exemplo: eu nunca tive paciência de assistir a Mad Men, mas comecei a ver no Netflix – e gostei. Navegando pelos filmes, fiquei com vontade de rever clássicos como Faça a Coisa Certa e Curtindo a Vida Adoidado e também reparar umas falhas culturais (não me xingue, mas ainda não vi a trilogia Poderoso Chefão). O Netflix serve pra isso. É um serviço para quem gosta de fuçar e descobrir novos filmes. Para aquele dia de chuva em que bate uma vontade de assistir Stuart Little - ou Sexo, Mentiras e Videotape. É como ter uma locadora de bairro em casa. Modesta, mas com várias coisas legais.

4. Só precisa corrigir um problema. R$ 15 é bem aceitável pelo que o Netflix oferece. E o primeiro mês é gratis, então realmente vale a pena experimentar. A qualidade de imagem é bem boa, desde que você tenha internet rápida. Eles recomendam 3 Mbps – mas em testes com uma conexão de 5 Mbps, tive alguns percalços durante o streaming em SD para o Wii (o vídeo nunca trava, mas às vezes perde definição e fica meio borrado). Mas o grande problema, mesmo, é que muitos dos vídeos são dublados – e isso não fica claro durante a navegação. Imagine o desgosto ao começar a ver The Office ou Scarface e descobrir que é dublado (Scarface tem uma dublagem ridícula, a la Hermes & Renato).

Todos os vídeos têm de oferecer as opções legendado e dublado. É o mínimo que se espera de um serviço de streaming moderno. O Netflix precisa corrigir urgentemente a falha. Se fizer isso, e também adicionar filmes e séries de vez em quando, tem tudo para dar certo.


Samsung cria maior celular do mundo – do tamanho de um chocolate de 200g

2 de setembro de 2011


Ele tem processador dual core de 1,4 GHz, duas câmeras (uma traseira de 8 megapixels e outra frontal, de 2) e vem com sistema Android 2.3. Mas o que interessa no Galaxy Note, recém-apresentado pela Samsung no exterior, é a tela: uma AMOLED com gigantescas 5,3 polegadas. Pode não parecer, mas é uma enormidade – 50% maior que a tela do iPhone. A empresa diz que isso é bom porque dá muito mais espaço para aplicativos e conteúdo, exigindo “o mínimo de rolagem”. É mesmo. Mas também faz com que o aparelho seja extremamente grande. Confira no vídeo acima. Ele lembra uma daquelas barras de chocolate de 200 gramas. O preço e a data de lançamento do Galaxy Note (que além de tudo vem com uma canetinha que permite escrever e desenhar na tela) não foram divulgados. Você compraria?


12 dias depois de desistir, HP volta ao mercado de tablets

31 de agosto de 2011

httpv://www.youtube.com/watch?v=rJtShsHUWgE

Depois de comprar e matar a Palm, a HP fez uma queima de estoque: passou a vender seu tablet, o TouchPad, por apenas US$ 99. O objetivo era se livrar do espólio da Palm, cujas linhas de produto foram descontinuadas. Mas o ótimo preço (e as qualidades) do TouchPad detonaram uma corrida às lojas dos EUA. E o que faz, agora, a HP? Numa decisão chocante, anuncia que voltará a produzir o tablet. Ela não diz quantas unidades irá fabricar, nem qual será o preço. Vendido a US$ 99, cada TouchPad gera um prejuízo de US$ 207.