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Posts da categoria ‘Nenhuma Categoria’


Google lança serviço com 13 milhões de músicas para download

17 de novembro de 2011


O serviço Google Music, que havia sido lançado em maio, está ganhando uma grande reformulação. Agora, além de fazer o upload das músicas que já possui, o usuário também pode escolher entre um acervo imenso, com 13 milhões de faixas que podem ser ouvidas em streaming – ou compradas e baixadas no formato MP3. Parece bem legal. Sabe qual o único problema? Adivinhou: o Google Music não funciona no Brasil. Tente acessar a página dele e você receberá um aviso dizendo que “o serviço só está disponível nos EUA”. Poxa vida. Bem que poderiam ter seguido o exemplo do Rdio, que fez uma parceria com a operadora Oi e recentemente lançou sua versão brasileira. Se até o Rdio consegue, por que não o Google?


Novo aplicativo para iOS é primo burro da Siri – mas entende comandos em português

11 de novembro de 2011

Nos EUA, os donos de iPhone 4S estão empolgados com a Siri, aquela assistente digital que entende diversos comandos de voz. Já no Brasil, onde o novo iPhone ainda nem chegou, ela é um sonho distante. Traduzir o mecanismo de reconhecimento vocal para o nosso idioma é uma tarefa cara e difícil, que pode demorar muito – e que a Apple talvez nem se disponha a encarar. Mas há um prêmio de consolação: o Dragon Search, aplicativo de comandos de voz cuja versão em português está chegando à App Store.

É preciso selecionar o idioma português antes de rodar o aplicativo pela primeira vez (o que não é avisado ao usuário). Mas, feito esse ajuste, o Dragon é surpreendentemente preciso. Ao contrário dos comandos de voz do Android, ele quase sempre entende o que você está dizendo. Mas não possui a principal qualidade da Siri: inteligência. O Dragon não interpreta o que você está dizendo; simplesmente transforma em texto e joga no Google. Isso significa que ele não entende gracinhas nem ordens, como “restaurante japonês aqui perto” – ao dizer isso, recebi uma página de resultados nada úteis (links para casas de sushi em Portugal).

Isso é decepcionante. E preocupante também. Os comandos de voz são o futuro da interação com os smartphones (e provavelmente também com as TVs). Há diversas situações em que falar é melhor do que tocar na tela. Mas é provável que o Brasil, pela barreira do idioma, fique bem para trás na adoção dessa tecnologia – ou nem tenha acesso a ela. Triste.


Criadores do Firefox anunciam rival para o Android e o iOS

8 de novembro de 2011

Poucos dias depois de anunciar uma polêmica aliança com a Microsoft, os criadores do navegador Firefox voltam a surpreender: estão desenvolvendo um sistema operacional para concorrer com o Android e o iOS! O sistema, cujo nome provisório é Boot to Gecko (gecko, lagartixa em inglês, é o nome do ‘motor’ de visualização de páginas usado no Firefox), deverá ficar pronto no segundo trimestre de 2012. Isso tudo em tese, claro: um sistema operacional é um projeto complexo e sujeito a atrasos e litígios – dentro de um smartphone há mais de 200 mil patentes, muitas das quais a Fundação Mozilla precisaria dar um jeito de driblar. Será que o mundo realmente comporta/precisa de mais um SO para celular? E, principalmente, será que a fundação (que já anda sofrendo para acompanhar o Chrome nos desktops) tem recursos para competir com a Apple, o Google e a Microsoft? Acho que a turma do Firefox endoidou de vez.


Veja como sobreviver às mudanças no Google Reader e no Gmail

3 de novembro de 2011

Não foi uma boa semana para o Google. Primeiro, ele anunciou mudanças profundas no Google Reader – que irá perder funções de compartilhamento e será integrado à rede social Google+, com o objetivo de forçar estimular as pessoas a usá-la. Gerou revolta na internet. Depois,
veio o novo layout do Gmail – que também tem irritado muita gente e passará a ser de uso obrigatório (o Google só oferece uma opção para voltar “temporariamente” ao visual antigo).

O que fazer? No caso do Reader, não tem jeito: você terá que adicionar no Google+ as pessoas com quem deseja compartilhar links. Mas há um aplicativo que promete fazer isso com apenas um clique: o Reader to GPlus. Para mudar a cara do Gmail, clique no ícone de Configurações (que parece uma porca e fica no canto direito da tela). Você pode reverter “temporariamente” (argh) para o layout antigo ou ajustar a densidade da sua caixa postal, o que ajudará a deixá-la mais agradável e legível (a melhor opção é a “Cozy”). Fazendo essas coisas, dá para seguir em frente. Mas bem que o Google poderia ter mais juízo no futuro.


Chegou a nova versão do Google TV. Será que agora vai dar certo?

1 de novembro de 2011


Em outubro de 2010, o Google TV nasceu. Veio cercado de enorme expectativa, mas não deu certo. O grande problema é que o Google optou por fazer o lançamento ‘na raça’, sem acordos comerciais com os donos do conteúdo – as emissoras de TV, que logo passaram a bloquear o acesso do aparelho a seus serviços de vídeo online. Com poucos vídeos, o Google TV foi um fracasso de vendas – e chegou até a ter as vendas interrompidas.

Agora, pouco mais de um ano depois, está ganhando uma nova versão que promete justamente o que faltava na primeira: conteúdo. Segundo o Google, serão mais de 50 aplicativos, fornecidos por canais como TNT e HBO e serviços como Netflix e Amazon On Demand. A interface também foi reformulada, e agora destaca melhor a principal qualidade do Google TV: unificar o conteúdo “ao vivo” (os canais da TV aberta e da sua TV a cabo) e o conteúdo online num só guia de programação. Veja aí no vídeo. Parece bacana.

O Google TV 2.0 passa a ser distribuído, como atualização de software, neste final de semana – primeiro para as TVs da Sony com GTV embutido e depois para o aparelho em si, fabricado pela Logitech. Infelizmente, só nos EUA: mesmo se você trouxer um Google TV de lá, não conseguirá (com a possível exceção do Netflix) acessar a programação no Brasil. Até dá para rodar um proxy, mas é ilegal – e ilegal por ilegal, a maioria das pessoas preferirá o BitTorrent.