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Vídeo de primeiro de abril do Google provoca a Microsoft, que responde à altura

1 de abril de 2013


Para celebrar o primeiro de abril, dia da mentira, o Google criou um vídeo para apresentar seu novo produto: o Gmail Blue. ”A nossa cultura é de incorporar ideias absurdas em todos os produtos”, diz um engenheiro. “Nosso desafio era transformar completamente uma coisa, mas deixando-a exatamente igual”, explica outro. E aí eles explicam o que vem a ser o Gmail Blue: um Gmail onde tudo (botões, fontes, elementos em geral) é azul. É uma clara provocação à Microsoft – que está se preparando para lançar o sistema operacional Windows Blue.


Mas a Microsoft também aproveitou a data para cutucar o inimigo apresentando um produto falso: o buscador Bing Basic, que é uma reprodução do Google e foi criado “com uma cara de internet dial-up, de 1997″.

 


Usuários de smartphone acessam o Facebook 13,8 vezes por dia

28 de março de 2013


Essa é a conclusão da empresa de pesquisas IDC, que entrevistou 7.446 usuários de smartphone nos EUA e acaba de publicar um estudo a respeito. Segundo o levantamento, 70% das pessoas que têm smartphone acessam diariamente o Facebook – é bastante, mas fica atrás do uso de e-mail (78%) e da navegação na internet (73%). Em compensação, quem usa o Facebook é muito assíduo, e passa em média 32 minutos por dia conectado ao serviço, o que dá 25% de todo o tempo de uso do celular. E o mais interessante é que esse tempo é dividido em muitas sessões rápidas – pois o usuário médio acessa o FB 13,8 vezes por dia. É muito.


Vídeo revela o sucessor do Windows 8 – e a teimosia da Microsoft

25 de março de 2013


Uma versão de desenvolvimento do Windows Blue (nome provisório), que irá suceder o Windows 8 e deve ser lançado este ano, vazou na internet este final de semana. Ele traz alguns refinamentos sutis. Na tela inicial, agora é possível escolher os tamanhos dos blocos (tiles).
O sistema traz alguns programas novos, como despertador e gravador de som, e ficou mais fácil usar mais de um app ao mesmo tempo (aleluia).

Mas o principal é o que não mudou. O Windows Blue mantém a filosofia do W8, ou seja, combina duas interfaces gráficas num só sistema. A interface Metro, que é mais simples e tem elementos grandes, pensados para tocar com os dedos, e a interface clássica, com a cara tradicional do Windows. Quando você liga o computador, ele carrega a interface Metro – mas, se você usar algum programa que não é compatível com ela (e a esmagadora maioria não é), o Windows pula para o visual clássico. Dependendo dos softwares que você utiliza, essa transição pode ocorrer centenas de vezes por dia. E isso pode ser bem perturbador:

O único jeito de evitar esses pulos seria converter todos os softwares para a interface Metro. Mas muitos deles jamais serão convertidos, seja porque não dá (caso do Photoshop e demais programas da Adobe, visualmente complexos demais), ou porque seu criador não tem interesse nisso (caso do iTunes). Ou seja: a médio e até a longo prazo, os usuários do novo Windows continuarão a sofrer com a dicotomia Metro/Classic.

Existe uma maneira simples de resolver o problema: desligar a interface Metro. É algo absolutamente trivial, que hoje já pode ser feito instalando programas de terceiros, como o Classic Shell. Por isso, a Microsoft deveria incluir essa opção no próprio Windows Blue. A interface Metro só deveria ser obrigatória em tablets. Em desktops e laptops, deveria haver a opção de ignorá-la. Tentar obrigar os usuários e os desenvolvedores de software a usar a nova interface é uma medida muito agressiva – e arriscada. Ela pode ser necessária, a chave para renovar o Windows e garantir sua relevância no ‘mundo pós-PC’. Mas também pode intimidar as pessoas, fazer o mercado fugir do Windows e prejudicar a própria Microsoft.

É uma aposta muito ousada. E muito teimosa também.


CEO da Nokia joga iPhone de jornalista no chão; veja o vídeo

22 de março de 2013


O caso aconteceu num programa da TV finlandesa, em que Stephen Elop estava sendo entrevistado. Ele foi perguntado duas vezes sobre o Lumia 928, próximo celular topo de linha da Nokia, e desconversou. Aí o jornalista decidiu provocá-lo. Tirou o próprio telefone do bolso e disse: “Eu tenho um iPhone, mas eu não quero ter um iPhone. Eu quero ter um Lumia 928. Quando ele será lançado?” Elop respondeu: “Eu posso resolver isso agora mesmo para você”. Pegou o iPhone da mão do entrevistador, jogou no chão e disse: “Pronto, já era”. Foi uma resposta bem-humorada, porém evasiva, a uma cobrança pertinente – o Lumia 928 é muito esperado porque supostamente é de alumínio e por isso irá corrigir o grande problema de seu antecessor, o peso excessivo (185 gramas, contra 115 do iPhone 5 e 130 do Galaxy S4).


Falha permite destravar senha dos celulares da Samsung; iPhone tem o mesmo problema

21 de março de 2013


A técnica, que foi descoberta por um pesquisador inglês, permite burlar o padrão de travamento – aquele desenho que você faz na tela do celular e  funciona como senha de proteção no Android. O macete é trabalhoso porém simples [veja no vídeo acima], e supostamente afeta alguns modelos da Samsung, como o Galaxy Note II e o Galaxy S3, que têm Android 4 e um botão “Home” de verdade, ou seja, físico (tentei com um Galaxy Nexus, onde esse botão é virtual, e não deu certo). A Samsung admitiu o problema, e diz que está preparando uma atualização para corrigi-lo. No mês passado, o iPhone foi vítima de um problema similar, que foi corrigido pela Apple. Mas não adiantou muito – pois hackers
acabam de descobrir um novo jeito de violar a senha do aparelho.

obs: a versão 6.1.3 do iOS, última liberada pela Apple, também está sujeita ao problema.