Re:Bit Re:Bit

Por Atualizado em 07/07/2015

Oi pessoal, tudo bem? Chegou a terceira edição do Teste SUPER! Neste mês, ele é sobre celulares baratos. Testamos seis aparelhos, todos com preço entre R$ 500 e R$ 700 – e publicamos os resultados na SUPER deste mês e, em vídeo, aqui no blog. Mas qual dos celulares é a melhor opção? Clique aí em cima para descobrir. Abraço!

PS: se você gostar, confira também:

Teste SUPER #2: caixas de som Bluetooth
Teste SUPER #1: máquinas de café expresso

Por Atualizado em 30/06/2015

applemusic
O Apple Music, que foi apresentado em junho, acaba de entrar no ar. Ele é um serviço de música por streaming, ou seja, você pode escutar o que quiser dentro de um acervo com milhões de músicas. Exatamente como Spotify e Deezer, mas com algumas diferenças. O Apple Music tem uma estação de rádio ao vivo, com locutor e tudo (ela se chama Beats One), e promete mais  ênfase na curadoria do conteúdo – com playlists criadas por experts em música, não por algoritmos. Sua interface supostamente é melhor. E, o principal, ele não é gratuito. Custa US$ 10 mensais.

Mas você pode experimentar de graça por três meses. No iPhone ou iPad, o caminho é atualizar o iOS para a versão 8.4, lançada hoje. Ela traz o aplicativo do Apple Music (e, antes que você pergunte, não ocupa muito espaço: tem 180 MB). É só clicar em Ajustes, Geral e Atualização de software. No Mac ou PC, é necessário atualizar o iTunes para a versão 12.2 – que ainda não foi liberada, mas deve sair nas próximas horas. Feito isso, basta acessar o serviço usando sua senha da Apple (ele está em português e aceita login da App Store brasileira). Também haverá uma versão para Android, mas só nos próximos meses.

Por Atualizado em 22/06/2015

kindle-voyage-3
A partir do dia 1 de julho, a Amazon vai adotar um novo modelo de remuneração. Os autores não serão mais pagos de acordo com a quantidade de livros vendidos – mas conforme o número de páginas que tiverem sido lidas, de cada livro, ao todo, no Kindle. É uma experiência, e por enquanto só valerá para os livros publicados pela própria Amazon (no esquema Kindle Direct Publishing) e acessados por meio do Kindle Unlimited – um serviço que permite baixar livros à vontade por US$ 10 mensais. Mas não é impossível que, a depender do resultado, o novo esquema venha a ser adotado com os demais ebooks.

Segundo a Amazon, a ideia é remunerar os escritores de forma mais justa: quem escreve mais, e é mais lido, ganha mais. À primeira vista, é difícil argumentar contra essa lógica. De certa forma, só reproduz digitalmente algo que já acontece no mundo offline (livros de papel com mais páginas tendem a custar mais caro). Mas também abre espaço para distorções preocupantes. Com o pagamento por página, os escritores passam a ter um estímulo fortíssimo para enrolar, ‘encher linguiça’. Mas o pior é que, na prática, receberão muito menos. Por um motivo simples.

As pessoas dificilmente leem 100%, de cabo a rabo, todos os livros que compram. Todo mundo para no meio, desiste às vezes. É normal. Como é normal ir ao cinema, não gostar do filme e sair na metade, ou ir a um restaurante e deixar comida no prato. Acontece. Mas, nesses casos, paga-se o preço inteiro – porque o trabalho que outras pessoas tiveram para fazer aquilo não muda por você não ter gostado.

Se a Amazon quiser ir adiante com o pagamento por página, e adotá-lo em todos os ebooks, certamente enfrentará resistência de editoras e escritores. A dúvida é quão forte, ou eficaz, ela poderá ser. Porque a Amazon é muito grande, controla mais da metade do mercado de livros na internet e tem força para impor preços e condições. Talvez o mercado de livros vá passar pelo que aconteceu com a música – onde os artistas recebem menos de US$ 0,01 a cada vez que uma de suas faixas é tocada.

Por Atualizado em 17/06/2015


A brecha afeta os celulares Galaxy S6, S5, S4, S4 Mini, e outros modelos – ao todo, estima-se que 600 milhões de aparelhos estejam vulneráveis. O problema está no aplicativo “Teclado Samsung”, que vem instalado de fábrica. De tempos em tempos, esse app verifica se existe alguma atualização disponível na internet. Porém, se um hacker estiver conectado à mesma rede Wi-Fi que você, pode interferir nesse processo e plantar uma versão falsa do “Teclado” no seu celular. A partir daí, assume o controle do aparelho – podendo roubar dados, como contatos e senhas.

É um problema sério. Enquanto não surge uma atualização para corrigir a falha, a melhor coisa a se fazer é evitar redes Wi-Fi que sejam totalmente abertas (não exijam senha). Ou se conectar a elas usando uma VPN (Virtual Private Network) – para fazer isso, é só instalar e rodar o aplicativo Opera Max, que é grátis.

PS: a Samsung ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto. O post será atualizado quando isso ocorrer.

Update 18/6: A empresa enviou a seguinte nota: “A Samsung considera possíveis ameaças de segurança um assunto de extrema relevância. Estamos cientes das questões relatadas por vários meios de comunicação e empenhados em oferecer o que há de mais recente em segurança móvel. O Samsung Knox tem a capacidade de atualizar a política de segurança dos smartphones, automaticamente e sempre que necessário, para invalidar quaisquer vulnerabilidades potenciais. As atualizações de políticas de segurança começarão a ser implementadas em poucos dias. Além disso, também estamos trabalhando com a SwiftKey, desenvolvedora do teclado, para controlar eventuais riscos daqui para frente”.

Por Atualizado em 09/06/2015

Oi pessoal, tudo bem? Chegou a segunda edição do Teste SUPER! Neste mês, ele é sobre caixas de som Bluetooth, sem fio. Testamos seis – e publicamos os resultados na revista e, em vídeo, aqui no blog. Qual delas é a melhor? Clique aí em cima para descobrir. Abraço!

PS: se você gostar, confira também o vídeo do Teste SUPER #1: máquinas de café expresso.