Bruno Garattoni 3 de abril de 2012

Boa parte do equipamento militar dos EUA, de armas a veículos, contém peças made in China – escolhidas porque são mais baratas. Se você acha isso surpreendente, ainda não viu nada. Uma nova investigação do Government Accountability Office, espécie de corregedoria do governo americano, descobriu 13 empresas chinesas que oferecem componentes eletrônicos para o caça F-15 e dois modelos de submarino nuclear dos EUA. Sem se identificar, os investigadores compraram as peças. Adivinhe só: eram falsificações, que não funcionavam direito. E não é a primeira vez que isso acontece. No final do ano passado, o Senado descobriu chips falsificados em helicópteros e no avião militar C27-J, onde poderiam causar erros no cockpit.
Mas como as peças chinesas vão parar em aviões, submarinos e armas dos EUA? Elas são compradas por golpistas americanos, que revendem o material a fornecedores do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Segundo o GAO, 40% de todo o aparato militar do país é afetado de alguma forma pelas peças falsificadas. E isso é um risco, claro: porque mais do que pifar ou não funcionar corretamente, os chips podem conter backdoors e outras armadilhas.
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Bruno Garattoni 2 de abril de 2012

Ele se chama Girls Around Me, e faz o seguinte: escaneia o Foursquare em busca de garotas que estejam perto, e aí fuça automaticamente o Facebook delas em busca de fotos, posts e updates, juntando tudo numa só tela – as moças aparecem num mapa, e é só clicar em cima de cada uma para ver mais detalhes sobre ela. Tecnicamente, ele é legal, pois só utiliza informações disponíveis abertamente na internet (não acessa dados que estiverem configurados como “privados”). Mas é bem assustador também, o que levou o Foursquare a bloqueá-lo – e o desenvolver do app a retirá-lo da App Store. Sorry, stalkers.
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Bruno Garattoni 29 de março de 2012

Os novos Macbooks, que deverão ser lançados em abril ou maio, devem trazer telas do tipo Retina Display, como a usada no novo iPad. A suposta prova disso está no Mac OS X 10.8, cuja versão beta já está liberada para desenvolvedores de software. Fuçando no sistema, é possível encontrar ícones com o dobro da resolução atual - ou seja, adaptados para uma eventual Retina Display. Faz todo o sentido. E, se acontecer, terá outra consequência boa. Para alimentar uma tela de altíssima resolução, os novos Macbooks terão de vir equipados com chips de vídeo muito potentes – capazes de rodar games 3D com qualidade jamais vista em laptops.
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Bruno Garattoni 28 de março de 2012

A novidade se chama Account Activity, e funciona como uma espécie de Google Analytics da sua vida: mostra quantos emails você enviou e recebeu, com quem mais se comunicou, que tipo de buscas fez e até os lugares onde esteve (caso você seja usuário do serviço Google Latitude, coisa que pouca gente é). A ideia é interessante, principalmente se integrarem mais serviços do Google – a ferramenta poderia destacar que tipo de foto você mais postou no Picasa -como paisagens, bichos de estimação ou pessoas específicas- ou os assuntos que mais comentou no Google+, por exemplo. O outro porém é que não dá para acessar as estatísticas em tempo real. Só consultá-las num relatório que o Google manda por e-mail depois que você se cadastra no novo serviço, e pode demorar “alguns dias” para chegar. Poxa vida.
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Bruno Garattoni 28 de março de 2012

A empresa acaba de receber uma patente pela tecnologia Fringe Field Switching (FFS), um novo tipo de LCD que promete maior qualidade de imagem, com mais brilho e cores melhores do que as televisões tradicionais. O interessante é que essa tecnologia existe desde 2003, mas ninguém conseguia aplicá-la em telas de TV porque os circuitos eletrônicos bloqueavam parcialmente a imagem – coisa que, aparentemente, a Apple descobriu como resolver.
É muito provável que a tela ‘Super FFS’ seja usada na televisão que a empresa deverá lançar. Se não na primeira versão dela, com certeza nos modelos seguintes. É um avanço científico importante, e bom argumento contra quem acusa a Apple de só apostar em marketing e design (sobre isso, veja também a tela eletrônica híbrida em desenvolvimento para o iPad).
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