Re:Bit Re:Bit

Por Atualizado em 05/07/2011

Um grupo de suiços que odeia bullets e slides está tentando criar o APPP: sigla em inglês que significa Partido Anti-PowerPoint. Segundo eles, a Suíça perde US$ 2,5 bilhões anuais devido ao tempo gasto fazendo e assistindo a apresentações – e deveria proibir o uso do programa da Microsoft. A coisa toda é uma brincadeira (criada por um sujeito que está lançando um livro sobre PowerPoint), mas tem um lado real: se eles conseguirem 100 mil assinaturas, a proibição será submetida a referendo no país. O mundo sem PowerPoint seria um lugar melhor?

ps: falando nisso, você já leu a matéria da SUPER sobre PowerPoint?

Por Atualizado em


Ultimamente todo mundo anda meio preocupado com a radiação emitida pelos celulares – que, segundo as autoridades de saúde, não pode ser considerada 100% inofensiva (conclusão que a SUPER antecipou em julho de 2010). O problema, se é que há um problema, só existe quando você está com o celular encostado à cabeça ou bem próximo dela. Mas se você usa o celular como despertador, no seu criado-mudo, ele pode sim ficar perto da sua cabeça – e por um período prolongado. Não há provas conclusivas de que isso seja prejudicial à saúde.

Mas se você quiser diminuir a radiação durante a noite, e de quebra dormir mais tranquilo (sem bipes, vibradas e notificações diversas), tenho a solução: instale o aplicativo Juice Defender Plus, para Android. Você encontra o app no Android Market. É superbarato, R$ 2,80, e desliga automaticamente todas as antenas do celular enquanto você dorme (é só clicar em Settings e definir o horário desejado). O aplicativo não interfere com o despertador do Android, ou seja, você acorda na hora. De quebra, faz a bateria do celular durar mais.

Como Steve Jobs é um chatonildo limita bastante os aplicativos do iOS, não conheço nenhum app que faça a mesma coisa no iPhone – a não ser que você esteja disposto a fazer jailbreak (ou colocar manualmente o telefone no modo avião). Se você souber de algum, me avise.

Obs: Como o post deixa claro, o app faz a mesma coisa que colocar o seu celular no modo avião – só que de forma automática, e portanto mais conveniente. Sem trollagem, beleza?

Por Atualizado em 01/07/2011

A rede social Google+ deu uma murchada – depois do grande influxo de usuários nos primeiros dois dias, a atividade parece ter diminuído bastante. Pode ser que o serviço naufrague. Ou não. Mas o esforço do Google já rendeu um fruto: a reformulação visual do Gmail, que agora adotou o mesmo visual clean do Google+. O resultado, como você pode conferir na foto acima (clique nela para vê-la maior), é bem bom – a caixa de entrada realmente fica mais limpa e legível. Para ativar o novo visual, é só entrar no Gmail e clicar em Configurações, Temas e escolher a opção Preview ou Preview Dense.

Por Atualizado em 30/06/2011

O novo browser se chama iChromy e não é um produto oficial do Google, mas bem que parece – é praticamente irmão gêmeo do Chrome, com todos os principais recursos: visual minimalista, abas no topo, buscador integrado à barra de endereços, atalhos para as páginas que você mais visita. Um navegador muito, muito bom – bem melhor do que os outros tabbed browsers para iPad (como o Atomic, que trava quando você tenta abrir mais de 4 abas). E é de graça. Você tem um iPad? Baixe o iChromy na App Store e me agradeça.

Por Atualizado em 28/06/2011


E lá vai ele tentar de novo. Depois do Orkut (que murchou), do Wave (que morreu) e do Buzz (que foi abandonado), o Google está lançando seu novo projeto de rede social: o Google Plus, ou simplesmente Google+. O serviço ainda não está aberto ao público em geral -o máximo que você pode fazer é entrar numa lista de espera-, mas pelo vídeo de demonstração já dá para ver do que se trata. É uma rede social com amigos, fotos e grupos (chamados de Círculos). A interface gráfica parece bacana, mais bonita e animada que a do Facebook.

Além disso, ela é integrada aos serviços do Google. Em todos eles, uma barra na parte de cima da tela permitirá interagir com os seus amigos. É um conceito poderoso. Mas será o suficiente para fazer o Google+ dar certo? A história mostra que as redes sociais dão certo quando suas antecessoras falham (o MySpace cresceu apoiado na queda do Friendster, e o Facebook só virou o que é hoje porque o Orkut se degradou). Essa lógica indica que, a menos que o Facebook cometa algum erro importante, não corre risco de perder a liderança. Será?