Por Atualizado em 01/04/2011


O Google acaba de anunciar o novo recurso Gmail Motion, que permite aposentar o teclado e o mouse – e navegar pela sua caixa postal usando apenas gestos. Not.

Por Atualizado em 29/03/2011

A Amazon, que já tinha um serviço de venda de músicas similar ao iTunes, acaba de dar um passo à frente da Apple: lançou hoje nos EUA o Amazon Cloud Drive, um serviço de músicas “na nuvem”. Funciona assim. Você faz o upload dos seus arquivos MP3, que ficam guardados nas máquinas da Amazon. Aí, você pode ouvi-los via streaming – em qualquer computador ou, mais importante, no seu celular Android (aparentemente, não funciona com o iPhone).

Isso traz três vantagens. 1. Dá para tocar as músicas na casa de um amigo (numa festa, por exemplo). 2. Você não precisa se preocupar em fazer backup. 3. O seu celular passa a ter uma capacidade enorme – tendo acesso, via streaming, a até 1000 GB de músicas.

Música via streaming é o futuro. Mas esse futuro ainda não chegou. Primeiro, porque o serviço da Amazon é caríssimo. Ele dá 5 GB de espaço de graça. Mas se você quiser 50 GB de espaço, quantidade razoável para a maioria das pessoas, terá de pagar US$ 50 por ano. 100 GB? US$ 100 por ano. Ao longo de dois ou três anos, isso dá o preço de um iPod ou iPhone novo. Caro demais (e nem queira saber quanto custa o plano de 1000 GB).

O outro problema está na conexão. Se você pensa em armazenar todas as suas músicas na nuvem e escutá-las no celular via conexão 3G, esqueça. Todas as operadoras de telefonia impõem limites à quantidade de dados que cada usuário pode baixar (e cobram adicionais pesados, ou reduzem drasticamente a velocidade quando ele passa do seu limite). O serviço
da Amazon consome pelo menos 30 a 40 MB por hora de uso, suficiente pra detonar muitas cotas rapidamente. E, mesmo se os limites de download não existissem, as redes 3G simplesmente não suportam esse tipo de tráfego – milhões de pessoas fazendo streaming de música ao mesmo tempo. Uma realidade técnica.

Em suma. O Amazon Cloud Drive é bacana. Um dia, todos nós usaremos um serviço do tipo (acredita-se que a Apple já esteja preparando algo do tipo). Mas, hoje, ele não é tecnicamente – nem economicamente – viável. Snif, snif.

Por Atualizado em

O centro de distribuição da Apple em Elk Grove, na Califórnia, foi evacuado ontem devido a uma ameaça de bomba. Todos os 750 funcionários tiveram de deixar o local, que foi vasculhado por policiais e cães farejadores. Nada foi encontrado, e o complexo foi liberado 5 horas depois.

Por Atualizado em 25/03/2011


Ontem, o sistema operacional Mac OS X completou exatamente 10 anos. Eu me lembro de ver pela internet essa apresentação do Steve, no dia 24 de março de 2001, e ficar maravilhado com a interface gráfica. Note como a resolução de tela é baixa, como o Dock é grosseiro. Mas, para a época, era legal. Também lembro de instalar o sistema: foi num iMac G3, que ficou praticamente inutilizado (levava uma eternidade pra carregar).

Nestes 10 anos, o OS X ganhou muitas melhorias – destaque para Quartz Extreme, Spotlight e Time Machine -, mas sua essência continua a mesma. Um sistema operacional estável, baseado em Unix, mas com uma interface gráfica simples e bonita (coisa que, em 2001, o mundo Unix e Linux estava longe de ter). O Mac OS X realmente merece parabéns. Pena que seu pai, Bertrand Serlet, tenha acabado de pedir demissão da Apple.

Por Atualizado em 24/03/2011

É isso o que alega a Sony, segundo a qual o hacker George Hotz (vulgo GeoHot, autor do desbloqueio do iPhone e, mais recentemente, do PS3) teria fugido para a América Latina para escapar da polícia – ele está sendo processado pela Sony, que não gostou de ver seu videogame aberto para a pirataria. GeoHot diz que, sim, está por aqui – mas de férias, não de mudança. Acho que acredito nele. Afinal, que americano louco por tecnologia aguentaria viver num lugar onde poucos gadgets chegam, e os que chegam têm preços absurdos?