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7 dicas para sumir da internet, proteger sua privacidade e passar menos tempo online

Redação Super 2 de setembro de 2009



Por Cláudia Fusco

Mais um dia começa. Você entra inocentemente no e-mail – em uma das suas contas, já que você tem várias – apenas para conferir o que chegou nas últimas horas. Mas de repente, sem o menor aviso prévio, você é engolido por uma avalanche de mensagens, newsletters e spams (é claro). Seu Orkut e Facebook estão cheios de pessoas frenéticas enviando mensagens e memes e, ao menor sinal de vida no Twitter, você recebe dezenas de joguinhos infernais via direct message. Às vezes não dá vontade de gritar, apagar tudo e sumir da internet por alguns tempos? Existe um botão “desliga” da vida virtual?

Bom, lamentamos dizer que não. Do jeito que as coisas estão, até um monge no topo de uma montanha pode roubar o sinal de wi-fi do vilarejo mais próximo. Além disso, a internet é inevitável para muita gente durante o horário de trabalho. Claro que dá para viver com o básico na rede, se você quiser. Isso pode ser também uma ótima forma de correr menos riscos de privacidade e aproveitar a vida lá fora. Mas já vamos avisando: para ser virtualmente desprendido, é preciso ser forte.

1) Você e o Google

Você já teve a curiosidade de ver a quantidade de resultados que aparecem quando você digita o seu nome no Google? Para proteger sua privacidade, saiba que não é uma boa ideia deixar seu nome completo na web. Muitas informações, como seu RG e CPF, podem ser levantadas apenas usando seu nome completo. Por outro lado, de um resultado das buscas você não irá se safar: basta passar no vestibular que inevitavelmente seu nome é indexado pelo Google. O que fazer? Se você deseja se tornar menos rastreável, passe a usar apenas seu primeiro nome ou um nick. Evite assinar seu nome completo em comentários de blogs ou sites de compra online, e crie usernames diferentes para cada perfil que você possui.

2) De olho na sua opinião e no seu e-mail

Que as empresas estão de olhos no que você pensa é notícia velha. Atualmente, além de comunidades no Orkut, que estabelecem um contato mais aberto com o consumidor, existem até alguns sites que observam o que as pessoas mundo afora andam sentindo – como o Tweetfeel, que avalia em tempo real o comportamento dos usuários do Twitter. Fontes ligadas a agências de marketing de guerrilha informam ainda que  algumas marcas utilizam os e-mails encontrados nas redes sociais e sites de compra para cadastramento em mailings – ou seja, mais spam para a sua caixa de entrada.

3) Seja menos virtualmente sociável

Por essa você já esperava, é claro, mas vamos frisar: se você quer mais privacidade e reduzir drasticamente o tempo que você gasta na internet, um bom jeito de fazer isso é banir as redes sociais da sua vida. Deixe claro para os amigos e contatos mais próximos que você ainda existe, apenas não quer se expor na web. Ofereça seu telefone ou um (apenas um!) e-mail de contato para emergências. Afinal, como é que as pessoas interagiam antes da internet? É, por telefone!

4) Nada de 1001 e-mails e senhas

Sejamos práticos: por que você precisa de três contas de e-mail? Encaminhe tudo para apenas um endereço – de preferência, pouco divulgado – e reduza seu tempo online. Aproveite para apagar mensagens antigas, afinal, você sabe que pode perder horas vasculhando nostalgicamente os primeiros PowerPoints guti-guti que recebeu. Aproveite a sessão descarrego e retire-se de listas de discussão e newsletters.

5) Livre-se dos spams

Uma pesquisa feita pela empresa McAffee calculou que, em 2006, os americanos gastavam cerca de 40% do seu tempo online deletando spams. Hoje em dia, apesar de estarmos menos expostos a essa praga virtual por e-mail, temos que lidar com ela em todos os lugares. Se você não quer passar um tempo precioso da sua vida eliminando porcarias que chegam até você, aí vão algumas dicas.

Antes de mais nada, procure o sistema anti-spam do seu e-mail e fique atento ao que você acessa na web. Mas se sua preocupação é ter um e-mail menos visado, existem outras opções. Uma delas é o spamgourmet, que cria e-mails descartáveis para despistar spammers. Funciona assim: você cadastra seu e-mail pessoal no site e, a partir daí, pode criar contas fake que selecionam mensagens suspeitas. Outra ferramenta doida é o Dodge It, um sistema de e-mails que não exige senha. Sim, é isso mesmo: qualquer pessoa pode acessar suas mensagens caso conheça o endereço eletrônico. Segundo o site, o servidor dificilmente é rastreado por listas de spammers, além de ser um ótimo jeito de se policiar em relação a seus e-mails. O serviço também tem uma versão paga, que fornece senha.

Você ainda pode colaborar com o mundo anti-spam: encaminhe as mensagens mal-intencionadas para o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, o CERT. O site faz um levantamento de todos os spams que circulam pela internet brasileira e estuda maneiras de eliminá-los.

6) Livre-se dos spams que você pede para receber

Essa é para os mais fortes: cancele cadastros em sites de compra online. Você irá se livrar daquela porrada de e-mails que você recebe toda semana informando a melhor promoção dos últimos tempos da última semana. Para completar, peça aos seus amigos para mandarem mensagens para você apenas com cópia oculta, para impedir que seu endereço circule entre desconhecidos. E tome uma atitude drástica: abandone os fóruns e peça aos seus 15 amigos para te retirarem daquela corrente de e-mails em que todo mundo dá “reply all” há anos. Quanto mais básicas forem suas necessidades na internet, menos tempo você gastará nela. Ah, a liberdade!

7) Cuide bem do seu computador

Se você não quer ver seus dados e arquivos espalhados pela web, é essencial tomar cuidado com a segurança do computador. Atualize sempre seus sistemas de anti-vírus e spyware, não bobeie com senhas e logins, mantenha-se informado sobre o status do seu IP e crie o hábito de limpar os cookies do navegador. Aliás, Firefox e Explorer são alvos freqüentes de hackers e programas mal-intencionados, então pode ser o caso de optar por outro browser menos popular.

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Comentários

André disse:

Dicas para sumir da internet!??!?! ahuahuah….
As vezes as pessoas reclamam que eu sumo, sem querer…Isso porque tenho orkut, e-mails e todas essas porcarias.
Materia pra quem tá com depêndencia de internet, isso nunca foi um problema para mim.

Danielly disse:

Ótima matéria, muito instrutiva!

renato disse:

uso a net a mais de quinze anos e tem muita coisa que foi dita que não conheço e nem quero comhecer,isso sim seria perca de tempo,psicopata,pseudo-intelectual…

renato disse:

uso a net a mais de quinze anos e tem muita coisa que foi dita que não conheço e nem quero comhecer,isso sim seria perca de tempo,psicopata,pseudo-intelectual…

Thiago henrique disse:

Mtas pessoas dizendo besteiras.. A materia fala sobre informações pessoais. Não o fato d usar mto a internet.
boa materia !

Junior Evans - Evanescence disse:

Realmente a materia teve mt obviedade, mas nao acho nada legal ficar desprestigiando o trabalho de quem fez essa materia, pois pra quem nao tem o conhecimento sobre o assunto a materia eh um grande guia.

Entao se tens o conhecimento pq leu =/

alvarovix disse:

Impressionante a quantidade de nerds viciados em internet que nao gostaram da materia. Tentem dar uma volta na rua, ir a praia, etc… em nenhum momento a materia diz que e para as pessoas se isolarem COMPLETAMENTE da internet, e sim dosar o uso.

corrimento vaginal disse:

Vocês deviam já colocar ai um tutorial pra cancelar o cadastro com a “abril” , a maioir enchedora de spam da minha caixa de entrada.

Lucas K - São Paulo, SP disse:

É isso aí. Interessante o SuperBlog tratar disso. Andei vasculhando minha vida pela web pra ver o tanto de informação que daria pra levantar. Caraca! É de assustar mesmo… Depois disso adotei um postura defensiva… É um uma questão de equilíbrio: perde-se um pouco de popularidade em troca de privacidade e segurança.

nix disse:

Gostei muito da matéria. Embora, meu comentário pareça ser único.

mushtay disse:

Odiei a matéria. Hoje em dia a internet facilita a vida das pessoas em diversos meios, desde a conta bancária, compras online ao contato com os amigos. Se expor na internet é uma coisa, usar a internet devidamente é outra. Agora se isolar dela é coisa pré-histórica. É possível sim manter contato com seus amigos, ter seus emails, compras, diversão e etc, sem se expor completamente, basta saber para onde está enviando seus dados e quais dados são esses.

Prado (sobrenome não!) disse:

que matéria ruim… não lê-la seria uma forma de se distanciar da internet…

Nat disse:

Acho que a maior dica para sumir da Internet não está nela, e sim fora dela. As pessoas não recorrem à Internet “apenas porque não querem usar o telefone”, e sim porque não querem sair às compras, porque buscam lazer na Internet e etc… a matéria poderia ser muito mais completa, oferecendo possibilidades de lazer fora da Internet e mostrando vantagens em realizar compras em que você TEM CONTATO com o produto. Como jornalista, achei que a matéria deixou a desejar.

Enrico disse:

Realmente, só coisas óbvias, e sinceramente? Eu faço a maioria das coisas ali e não consigo me desprender. #fato.

Enrico disse:

Realmente, só coisas óbvias, e sinceramente? Eu faço a maioria das coisas ali e não consigo me desprender. #fato.

Tiago Santos disse:

A materia me deu sono o.o

Leitor disse:

Que materia ruim, somente obviedades.

Rafael Camargo disse:

De que planeta veio o escritor desse post?

Se você também perdeu seu precioso tempo lendo esse post, aproveite-o melhor:
http://www.rafaelcamargo.com

Felipe disse:

Tem que ser forte demais!!!! #medo

GuimaSan disse:

… ou seja, uma eutanásia digital!
#medo rs

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