Tarde demais. Há zumbis por toda parte e você não conseguiu se preparar a tempo. Agora, precisa desesperadamente encontrar suprimentos para sobreviver. Tá, essa situação não parece muito provável. Mas, se os seus desejos se realizarem e ela acontecer, você não precisa mais se preocupar. É só consultar o “Map of the Dead” (em português, “Mapa dos Mortos”), um mapa interativo que aponta onde você pode encontrar os produtos necessários para sua sobrevivência em uma invasão zumbi.
O site funciona de um jeito bem simples: é só digitar o endereço de onde você está e ele mostra os locais mais próximos com lojas de armas, bases militares, postos de gasolina, aeroportos, hospitais, farmácias, shoppings, lojas de bebida e de conveniência, entre outros. Além disso, ele também diz onde estão as zonas de perigo, como os cemitérios mais próximos.
Se você tem estômago fraco, fique longe desse post. O Museu de História Natural de Londres acaba de inaugurar a exposição “Animals Inside Out” (algo como “Animais Pelo Avesso”, em português), que traz vários corpos de animais sem sua “roupa natural”. Ou seja: sem a pele, mas com os músculos, vasos sanguíneos e espaços internos preservados. Um pouco nojento, não?
Mas é para o bem da ciência. Os responsáveis pela exibição acreditam que um olhar tão detalhado na anatomia animal é crucial para mais descobertas sobre a evolução dos animais e do mundo natural. “Normalmente, vemos as espécies em esqueletos, animais empalhados ou preservados em álcool”, afirma Georgina Bishop, uma das curadoras da exposição. “Aqui, os animais estão expostos de uma forma totalmente diferente. Os visitantes poderão ver de perto detalhes impressionantes que estão por debaixo da pele de algumas das mais incríveis criaturas da natureza”.
As obras se baseiam no processo de plastinação, inventado pelo anatomista alemão Gunther von Hagens e que consiste em retirar os fluidos corporais e substituí-los por uma espécie de resina endurecida. Vale lembrar que von Hagens é conhecido por outra exposição polêmica: anteriormente, apresentou a controversa mostra “Body Worlds”, que exibia corpos humanos tratados também com a técnica de plastinação.
A cervejaria japonesa Kirin acaba de anunciar uma invenção que promete abalar os barzinhos e churrascos mundo afora. É a “Ichiban Shibori Frozen Draft”, uma camada generosa de espuma de cerveja que mantém todo o líquido abaixo sempre gelado. A máquina responsável pela proeza deve ser lançada no Japão já em maio.
Funciona assim: primeiro, a máquina forma uma espuma feita de cerveja e ar. Essa espuma passa por um processo de congelamento instantâneo, que leva a temperatura da massa a -5 graus Celsius. Finalmente, a máquina libera a espuma do mesmo jeito que nas máquinas de sorvete. O vídeo promocional mostra essa parte final do processo, dê uma olhada:
Só resta saber como beber a cerveja sem encostar na espuma congelada…
Poucas semanas depois, a corrupção e os desastres ambientais se espalharam para outras cidades do planeta. Para piorar, os astrônomos fizeram uma previsão catastrófica: uma chuva de meteoros atingirá a Terra nos próximos meses. Meteorologistas fizeram cálculos ainda mais desesperadores: queda de meteoros podem ocasionar tremores de terra, maremotos e consequências ainda piores.
Em Apocalipcity, sua missão não é salvar o mundo – é destruí-lo. Use meteoros, tsunamis e terremotos para devastar uma cidade no menor tempo possível. Utilize estratégias para se desviar dos mísseis teleguiados que vão tentar impedir que os seus meteoros arruínem as construções. O fim do mundo vai chegar. E a culpa vai ser sua. Jogue agora.
Quem usava computador nos anos 1990 provavelmente se lembra bem das características da internet na época. Você já parou para pensar como seria a vida se a velocidade de conexão e as interfaces gráficas da web não tivessem evoluído nos últimos trinta anos? Entrar no Facebook e no Twitter certamente seria uma experiência bem diferente. O grupo Squirrel-Monkey.com criou dois vídeos que simulam as redes sociais feitas no passado.
Dá uma olhada em como seria a rede social de Mark Zuckerberg, se tivesse sido criada há 17 anos (isso mesmo, em 1995):
Basicamente, é a mesma coisa que o atual – a única diferença são os gráficos, que na versão anos 90 são bem feinhos. Mas o bacana da ideia é que ela também brinca com coisas bizarras que todos nós notamos no Facebook. Por exemplo, quem nunca achou estranho o fato de só existir o botão para ‘curtir’ as postagens?
O Twitter versão anos 80 tem gráficos piores ainda. Nada agradável de usar, olha só:
A equipe do site da SUPER traz o que há de mais curioso na rede e aponta as tendências no mundo virtual.
Otávio Cohen
Jornalismo, literatura, quadrinhos, música, TV, cinema e os anos 90: todos os clichês reunidos, modificados e traduzidos em pixels
otavio.cohen@abril.com.br
Carol Vilaverde
Jornalista viciada em séries, podcasts e cultura inútil. Apaixonada por livros e filmes, acredita no bom humor pra resolver qualquer problema.