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Por Atualizado em 11/11/2015

Por Raquel Sodré

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Sei lá vocês, mas, pra mim, a hora de acordar é uma dor diária pela qual eu preciso passar. Dá trabalho procurar por um toque de despertador que não seja agressivo demais (caso em que eu acordarei assustada e, consequentemente, insuportavelmente mal-humorada), mas que ao mesmo tempo me acorde. Se você é como eu, trago boas notícias.

O Spotify e um pesquisador de música da Universidade de Cambridge elaboraram a lista definitiva das melhores músicas para acordar. De acordo com o pesquisador David M. Greenberg, que é psicólogo, há três pontos chave que transformam uma música em um bom toque de despertador. O primeiro deles é a melodia ir crescendo gradualmente (em vez de já começar com uma bateria destruidora, ou um riff de guitarra, por exemplo). Depois, a canção precisa ter uma letra bacana, que te motive a começar o dia. E, por fim, ter uma batida vigorosa, que fique entre 100 e 130 bpm. Com essas informações em mãos, o Spotify elaborou uma lista com músicas que preenchem esses requisitos. A SUPERLISTA de hoje te apresenta essas músicas e a minha avaliação sobre cada uma. Vem ver se você concorda:

20. Hit The Quan (iLoveMemphis)

Não à toa ficou em 20º lugar. Pensa em um soneca com esse beat? Dá até náusea.

19. Warm Blood (Carly Rae Jepsen)

Acho que tem mais cara de música de academia do que de acordar. Mas quem curte a vibe de academia pode curtir já acordar no ritmo da malhação.

18. Reflections (MisterWives)

Essa falha no segundo requisito, porque uma música sobre um não relacionamento em que as duas pessoas estão presas na agonia da indefinição não é exatamente uma boa motivação para sair da cama. Em termos de batida, se você não acordar nos primeiros 46 segundos, o primeiro “Put me on the shelf; discipline myself” irá te tirar da cama.

17. On Top of the World (Imagine Dragons)

Acho as palmas do início a tradução musical de “good vibes only” (“só boas vibrações”).

16. Walking on Sunshine (Katrina & The Waves)

Essa já começa com os dois pés na porta do seu sono com a batida da caixa da bateria. Mas é um clássico dos anos 1980, então como não acordar de bom humor ouvindo “Waling on Sunshine”?

15. Rather Be (Clean Bandit)

Essa também me remete muito a academia. Mas acordar com barulhinho de água e violino tem seu valor. E o nível de animação sobe contagiantemente no refrão, o que pode garantir o bom humor do dia. Para quem preferir, ainda tem a versão lounge da (fofa) Jasmine Thompson.

14. Feel Right (Mark Ronson)

Gente. “Eu acordaria já dando um soco pro lado” foi a opinião do meu roomie, que eu assino embaixo. Cabô bom humor da semana se eu acordar com essa música.

13. Ain’t Nobody (Loves Me Better) (Felix Jaehn)

Xilofone voz da Jasmine Thompson. Podemos abrir os trabalhos do dia.

12. Come and Get It (John Newman)

Assovios. Não dá pra começar mais suave que isso. Mas aí, se o seu sono for terrorista, a bateria entra pra não deixar dúvidas de que você vai acordar mesmo. Além disso, o refrão “Come and get it you really want it” (“Vem pegar se você quer mesmo”) é um ótimo incentivo pra matar seu leão do dia.

11. I Can’t Help It (Esperanza Spalding)

Acordar com som de passarinhos já é um privilégio. Depois vem um sax mara, e a voz doce da Esperanza pra te dar o melhor “bom dia”. Melhor que isso, só se ela viesse te acordar pessoalmente.

10. Money On My Mind (Sam Smith)

Devo dizer que Sam Smith não é dos meus artistas preferidos, mas “Money On My Mind” obedece aos critérios para música-despertador e até poderia ser usada aqui em casa (desde que eu acorde antes do refrão, porque esse falsete, logo de manhã, pode ser irritante).

9. Love Myself (Hailee Steinfeld)

“Hey!” Chamado mais direto que esse para acordar, só o dia que inventarem o despertador que, além de fazer barulho, também te sacode.

8. Wake Up (Arcade Fire)

A guitarra do primeiro acorde não é o instrumento mais delicado pra acordar ninguém, mas essa música tem uma vibe tão boa que supera o possível mal-humor.

7. Confident (Demi Lovato)

É um bom jeito de se sentir grandioso ao acordar. E isso pode te valer o dia.

6. Can’t Sleep Love (Pentatonix)

Uma música que fala sobre insônia de amor talvez não seja a melhor opção para acordar. Mas a melodia é bem gostosa, e os estalidos de dedo no início são bem agradáveis.

5. Wake Me Up (Avicii)

Não dá pra ser mais literal que “Wake Me Up”. A letra é bem motivadora, e a melodia é delícia.

4. Lovely Day (Bill Withers)

Clássico da black music, letra linda e melodia com levada maxi gostosa. Só pode mesmo resultar em um “lovely day”.

3. Downtown (Macklemore & Ryan Lewis)

Acordar com esse piano e com esse set de metais pode ter consequências animadoras sobre o seu dia. E a letra fala sobre um cara fazendo um bom negócio “downtown”, o que pode te inspirar para o restante do seu dia.

2. Elevate (St. Lucia)

Crescendo na melodia: check. Letra animadora: check. Beat: check. Temos uma candidata perfeita.

1. Viva La Vida (Coldplay)

Esta seria a música perfeita. Tem uma melodia que vai crescendo, tem a letra motivadora, tem a batida certa. Mas tenho certeza de que você vai se sentir no BBB se colocar essa música como despertador. Sei lá vocês, mas eu odiaria sentir que estou vivendo no “Show de Truman”.

Como empresa gringa, o Spotify só considerou músicas que fazem sucesso lá fora. Mas queremos saber: quais músicas, do nosso repertório brazuca, seriam bons alarmes para acordar de manhã?

Dica útil:

Se você gostou das sugestões, o app Alarmify torna possível usar as músicas do Spotify como alarme (#todascomemora).

Leia mais:
8 bandas que trocaram seus vocalistas (e continuaram mandando ver)
6 pegadinhas da alimentação (aparentemente) saudável
7 motivos pelos quais a Netflix vai dominar o mundo

Por Atualizado em 05/10/2015

Por Raquel Sodré

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Cerca de duas semanas atrás, um senhorzinho de 105 anos bateu o recorde mundial de corrida na categoria sênior (mas muito sênior mesmo, para pessoas que já passaram os três dígitos na idade). Ele fez 100 m em 42,2 segundos e ainda tirou onda desafiando Usain Bolt para um “pega” (só por curiosidade, Bolt faz os mesmos 100 m em 9,58 segundos). Olha só:

A velhice já foi sinal de que a pessoa iria ficar mais parada, curtindo os netos e sem muitos desafios na vida. No século passado. Atualmente, vovôs e vovós estão mandando melhor que muita gente de 30 anos. Nossa SUPERLISTA de hoje mostra velhinhos e velhinhas que fizeram coisas incríveis já na terceira idade – e vai fazer você ter vontade de chegar lá com o mesmo pique.

 

6. Atletas

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Ainda no campo esportivo, os atletas com mais de 100 (anos) estão vivendo seu momento de ouro. Além do japonês Hidekichi Miyazaki, que abriu este texto, a também japonesa Mieko Nagaoka bateu o recorde na natação em 2014. Aos 100 anos, ela foi a primeira pessoa de sua idade no mundo a nadar 1.500 m livres em piscina de 25 metros, tudo isso em 1h 15min (bem melhor que eu, que não nado nem 50m). Em 2012, foi o francês Robert Marchand que se destacou no ciclismo. Aos 100 anos, ele bateu o recorde em sua categoria ao percorrer 100 km em 4 horas, 17 minutos e 47 segundos.

 

5. Gamer

Se você pensa que tecnologia e jogos eletrônicos são coisas de jovem, é porque você nunca ouviu falar do Video Game Masters Turnament, evento criado em 1983 para conquistar recordes para o Guinness Book. Um desses recordes foi bem impressionante. Aos 81 anos, a jogadora Doris Self bateu o recorde no jogo Twin Galaxies, acumulando 1.112.300 pontos no modo Tournament, que é a configuração mais difícil do jogo.

 

4. Desbravadores

O Polo Norte é um local inóspito, com visitação restrita a uns poucos e bravos que conseguem lidar com temperaturas que chegam a – 43ºC. Uma dessas desbravadoras, a mais velha delas, foi Dorothy Davenhill Hirsch, de 89 anos, que visitou o Polo Norte a bordo do navio quebrador de gelo russo Yamal. O outro polo – um ambiente ainda mais inóspito, com menos vida, altitude acima de 2.800 m e temperaturas que chegam a – 58 ºC – também foi visitado por um desbravador sênior. Simon Murray, de 63 anos, fez um trekking de 1.200 km pelo Polo Sul em uma jornada de dois meses. Ele é o homem mais velho do mundo a chegar ao Polo Sul sozinho.

 

3. Velejador

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Enfrentar os mares em um veleiro já é, por si só, um dos maiores desafios que alguém pode enfrentar na vida. Agora, imagina fazer isso aos 77 anos? Foi o que Minoru Saito fez. Ele deu a volta ao mundo em seu veleiro quando tinha essa idade. E ele fez o percurso oito vezes. Na oitava, ele pegou o “caminho ao contrário”, ou seja, velejou rumo ao oeste, contra correntes e ventos. Toda a jornada levou 1.080 dias para ser completada.

 

2. Senhor Doutor

Hoje, é muito comum que as pessoas recém-saídas da faculdade continuem na carreira acadêmica e logo emendem um mestrado e um doutorado. Mas não o professor doutor alemão Heinz Wenderoth, que conquistou o título aos 97 anos. Sua dissertação foi sobre o estudo biológico de células na morfologia e fisiologia da vida marinha primitiva Placozoons Trichoplax Adhaerens.

 

1. Escaladores

Subir o Everest é o sonho de 11 entre dez escaladores. Alguns só conseguem realizá-lo quando já são, digamos, muito, muito experientes. Foi o caso de Tamae Watanabe, que conquistou o monte mais desejado do mundo aos 73 anos, em 2012. Ela também escalou o Mont Blanc, o Kilimanjaro e o Aconcágua. Já o homem mais velho do mundo a escalar o Everest foi Yuichiro Miura, um japonês que conquistou o monte aos 80 anos em 2013, batendo seu próprio recorde (ele havia sido o mais velho do mundo a escalar o Everest em 2008, aos 75 e, antes, em 2003, aos 70).

Esta nossa lista mostra que nunca se é velho demais para fazer alguma coisa. E então? Está esperando o que para começar a realizar seus sonhos?

Por Atualizado em 28/09/2015

Por Raquel Sodré

Até a última semana, segundo a ONU, 442 mil pessoas já chegaram à Europa vindas do Oriente Médio. Dessas, cerca de 3.000 morreram ao tentar atravessar o Mar Mediterrâneo. Naufrágios são, de maneira geral, tragédias que tendem a fazer um número muito grande de vítimas fatais, e sobreviver a um naufrágio pode ser considerado milagre. Nossa SUPERLISTA de hoje fala de náufragos que, milagrosamente, ficaram tempos à deriva e sobreviveram para contar

 

4. Náufragos birmaneses – 25 dias

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Nos últimos dias de 2008, um barco de pesca tailandês saiu da costa carregando 20 pessoas em sua tripulação, mas se partiu no mar e afundou. A maior parte dos tripulantes caiu no mar e nunca mais foi vista. Dois homens conseguiram se agarrar a uma caixa térmica, que eles usavam para armazenar os peixes. A caixa era grande, e eles conseguiram entrar dentro dela. Os dias chuvosos que eles pegaram foi o que lhes deu água para beber, e eles comeram o peixe que ainda estava na caixa térmica. Por acaso, eles foram avistados por um avião, que chamou um barco de resgate. Os náufragos foram levados para a Ilha Thursday, na costa da Austrália, onde receberam tratamento para desidratação, desnutrição e para os problemas causados pelo sol.

 

3. Poon Lim – 4 meses e meio

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Em 1942, o navio em que o chinês Poon Lim era tripulante afundou próximo da costa africana. Lim se atirou ao mar e – para sobreviver a um naufrágio, sorte conta – encontrou uma jangada que estava à deriva. Dentro da jangada – sorte conta muito, aliás – havia uma lanterna, seis caixas de biscoito, dez latas de conserva, uma garrafa de suco de limão, cinco latas de leite em pó, barras de chocolate e dez galões de água. Ou seja, Lim estava, por um tempo, salvo. Mas ele ficou no mar por mais tempo que isso e ele precisou improvisar um material de pesca com um anzol e uma mola da lanterna (MacGyver mode: on). A água ele resolvia captando da chuva. Depois, ele evoluiu a técnica de sobrevivência e passou a usar os peixes para capturar gaivotas. Quatro meses e meio depois do naufrágio, Lim percebeu a cor do mar mudando de azul para verde, e avistou uma pequena embarcação de pescadores, o que significava que ele estava chegando perto de terra firme. Terras brasileiras, aliás. A jangada de Lim atravessou todo o Oceano Atlântico e chegou ao Estado do Pará. De Belém, 133 dias depois de sua embarcação ter naufragado, Lim embarcou para a Inglaterra – dessa vez, de avião, porque ele não era trouxa.

 

2. Jesus Vidana Lopez, Salvador Ordonez, Lucio Rendon – 10 meses

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Os três e mais outros dois pescadores saíram de San Blas, no México, em uma expedição para a pesca de tubarões. Mas uma tormenta empurrou seu barco para oeste, para dentro do Oceano Pacífico. O grupo acenou para navios que passaram por perto, mas ninguém quis salvá-los. Dez meses depois, os três sobreviventes chegaram em Majuro, capital das Ilhas Marshall, na Micronésia, a bordo de um barco de pesca desportiva que os resgatou. Lopez, Ordonez e Rendon sobreviveram bebendo água da chuva e comendo peixe cru e gaivotas. Quando retornaram ao México, Vidana descobriu ser o pai de uma menina de seis meses, que nasceu enquanto todo mundo achava que ele estivesse morto no mar.

 

1. José Salvador Alvarenga – 13 meses

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O mexicano começou sua jornada em dezembro de 2012, no México, quando saiu para pescar tubarões com outro pescador, Ezequiel Cordoba. No mar, eles foram surpreendidos por uma tempestade que parou o motor do barco e os deixou à deriva. Cordoba só sobreviveu por quatro semanas, pois, segundo Alvarenga, ele não conseguia beber sangue de tartaruga e se alimentar de peixe cru para viver. Alvarenga foi encontrado, em novembro de 2013, em um atol das Ilhas Marshall, na Micronésia, cerca de 11.112 km longe de onde havia partido. Até hoje, Alvarenga tem problemas de saúde relacionados ao longo tempo como náufrago, além de ter que conviver com as polêmicas sobre seu tempo à deriva e sobre sua sobrevivência. Dizem as más línguas que ele comeu Cordoba (literalmente, seus pervertidos) para não morrer – fato que ele nega veementemente. Desde janeiro deste ano, Alvarenga está sendo processado por uma série de acusações (dentre elas, canibalismo) e, se perder, terá que pagar US$ 1 milhão a seus acusadores.

 

Moral da história: se estiver no México, NÃO vá pescar tubarões. A prática sofre de uma maldição que faz os pescadores ficarem à deriva por meses.

 

Por Atualizado em 22/09/2015

Por Raquel Sodré

Nada deu tanto pano pra meme esta semana quanto a performance de Adam Lambert nos vocais do Queen no primeiro dia do Rock in Rio edição comemorativa de 30 anos. Teve gente que curtiu (o/ – haters gonna hate, mas dou meus motivos no final da lista), mas teve muita gente que ficou resmungando que “não é o Freddie Mercury”. ~olhinhos de reprovação~

Minha gente, o Queen não foi a primeira, nem será a última banda a trocar de vocalista, e os motivos para a troca são inúmeros – desde picuinha entre membros da banda até, como no caso do Queen, uma trágica morte. Vamos parar de mimimi e lembrar algumas bandas que trocaram seus vocais e continuaram fazendo (algumas vezes, até mais) sucesso?

1. Barão Vermelho

O grupo foi fundado com a voz de Cazuza em 1981 com a proposta de ser uma banda de rock. Mas Cazuza queria explorar outros estilos e se sentia engessado com a proposta da banda – e com os outros membros, que não queriam abrir o leque de pegadas. Foi assim que, em 1985, Roberto Frejat, que era guitarrista, assumiu a voz da banda (para ser, com seu tom rouco, uma das mais marcantes do rock do Brasil). O primeiro sucesso do Barão com Frejat à frente dos vocais foi “Torre de Babel”, desse mesmo ano.

2. Genesis

Primeiro era Peter Gabriel. Mas os interesses dele e dos demais membros do Genesis foram em direções diferentes, e quem acabou assumindo os vocais foi o então baterista Phill Collins. Junto com Collins, veio também uma pegada mais pop e um sucesso maior para a banda. Eles venderam milhões de discos depois da troca. O Genesis, aliás, foi um grupo especialista em substituição de membros. Além do vocalista, eles trocaram de baterista (Phill não conseguia estar em dois lugares ao mesmo tempo) e guitarrista (Steve Hackett, que saiu em 1977).

 

3. Faith No More

Você provavelmente nem sabia. Mas, antes de Mike Patton, o vocalista era Chuck Mosley, que acompanhou a banda de sua fundação, em 1981, até 1989. O sucesso mesmo só veio com o novato, que passou a ser considerado uma das maiores e mais influentes vozes de sua geração. A estreia de Patton na banda, o álbum “The Real Thing”, contém vários dos maiores hits da banda, inclusive “Epic”, em que ele inovou juntando o rock com uma pegada mais hip hop.

4. Iron Maiden

É claro que sempre tem aqueles que vão dizer que o Iron Maiden era melhor com seu vocalista original, Paul Di’Anno. Mas a entrada de Bruce Dickinson simplesmente mudou a história da banda. A maioria dos fãs foi conquistada por conta dos vocais arrasadores de Dickinson. Seu tom altíssimo, mas gutural, virou o modelo de como cantar heavy metal, e provavelmente ainda será por algumas décadas. E quem já foi ao show atesta: ele é um dos melhores frotmen do planeta.

 

5. Pink Floyd

Depois do lançamento de seu primeiro álbum, o então vocalista do Pink Floyd, Syd Barrett, começou a ter sérios problemas mentais, até chegar ao ponto de ficar catatônico em cima do palco. David Gilmour veio para tentar consertar a situação, porque eles ainda tinham shows a serem feitos nos Estados Unidos. O resto da história, bem, acho que todo mundo já sabe.
6. AC/DC

Esta é, além do Queen, outra banda que precisou trocar seus vocais por um motivo trágico. Bon Scott, primeiro vocalista da banda, morreu em 1980 depois de uma noitada de alto consumo de álcool, logo quando o AC/DC começava a ter sucesso internacional. A banda chegou a considerar se separar. Mas, com depois de receber apoio dos pais de Scott, eles assumiram Brian Johnson como sua nova voz. Com a letra de Scott, Johnson gravou “Back in Black” em estúdio e criou o álbum mais aclamado de todos os tempos.

 

7. Van Halen

Ninguém sabe muito bem por que David Lee Roth saiu da banda. Mas muita gente ficou feliz, principalmente os fãs da segunda fase da banda. Sammy Hagar, que assumiu os vocais depois da saída de Roth, fez quatro álbuns que ficaram em primeiro lugar nos rankings mundiais.

 

8. Black Sabbath

Pra falar a verdade, o Black Sabbath trocou de vocalista que nem a gente troca de calcinha/cueca (a gente troca muito, certo? Todo mundo aí troca pelo menos todo dia, né??). Ozzy Osbourne foi demitido da banda em 1979 por conta de seu altíssimo abuso de drogas (quem imagina trabalhar com o velho Ozzy, gente?). Aí ele foi substituído por Ronnie James Dio. Depois vieram Ian Gillan, Glenn Hughes, Ray Gillen e Tony Martin – para depois voltar a ter Ozzy operando o microfone em 2011.

 

Por que eu defendo Queen + Adam Lambert

Pois bem, minha gente. Há uma realidade dura que precisamos enfrentar: Freddie Mercury morreu. A morte foi anunciada no dia do meu aniversário, quase 25 anos atrás (uma efeméride que dói no meu coração até hoje). Isso ninguém pode mudar. E, diante dessa dura e cruel realidade, a gente tem que fazer limonada dos nossos limões. Adam Lambert é um cantor talentosíssimo, com invejáveis agudos e um poder vocal impressionante. Está longe de cantar como Freddie Mercury (mas quem cantaria?), e, particularmente, nem acho que ele deveria tentar. São pessoas diferentes, em lugares diferentes, em momentos diferentes. Seu show com o Queen, na última sexta-feira (18) foi irretocável, impecável, excelente. Um p*ta show mesmo, daqueles épicos. É claro: quem pagou a entrada esperando ouvir Freddie, se decepcionou (porque, né?). Mas bora largar de ser o mané do mimimi e vamos aproveitar o que o mundo nos oferece agora? Beijos.

Lista com informações do site Music Bump

Por Atualizado em 14/09/2015

Por Raquel Sodré

Sempre é hora de começar novos hábitos – às segundas-feiras, especialmente. Depois de um fim de semana comendo como se não houvesse amanhã, um “detox” cai bem e, quem sabe, levar essa nova alimentação para a vida. Mas nem tudo que parece saudável realmente é – do mesmo jeito que nem tudo que parece light é de verdade. Fizemos uma SUPERLISTA com comidas que têm toda cara de saudáveis, mas, no fundo, no fundo, não passam de enganação. E olha que não foi a primeira vez. Mas, como a moda da comida muda, era hora de um novo texto sobre o tema.

Veja e não caia mais nessas pegadinhas:

 

1. Pão multigrãos

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Fritzs – Own work. Licensed under CC BY-SA 3.0 via Commons

Sério. Aquele pão cheio de pedacinhos e casquinhas crocantes pode não ser tudo isso que você pensa. Muitos pães “multigrãos” são feitos com cereais refinados. Portanto, eles não te entregam todos os benefícios dos grãos integrais. Além disso, como são industrializados, eles sempre contêm conservantes. Para ter certeza se você está comprando um pão realmente saudável, leia os rótulos com atenção e veja se ele contém farinha refinada e outros cereais processados. Ou passe a fazer seus pães em casa, seguindo receitas como esta ou esta.

 

2. Saladas prontas

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Nem tudo que é salada é saudável, minha gente. Aquela salada de maionese, por exemplo, apesar de ser feita com legumes, está cheia de… maionese, que não é o supra sumo da saúde alimentar. Do mesmo jeito, mesmo aquelas saladas de folhas que você compra nos supermercados ou nos restaurantes e vêm cheias de molhos também não são tão saudáveis assim. Os molhos costumam ter maionese, que, além de um poço de calorias, também são uma fonte alimentadora do mau colesterol.

 

3. Molhos prontos para saladas

Falando em saladas, que delícia aqueles molhos que vêm em garrafinhas, hein! Pois é, pegadinha. A maioria dos molhos industrializados contêm açúcar, colorantes, espessantes, melhoradores de sabor (o famoso glutamato monossódico) e outros aditivos químicos. Isso sem contar a quantidade de sódio que, em alguns molhos, pode chegar a cerca de 7% da quantidade diária recomendada. Em apenas uma colher de sopa. Para fugir disso, faça seu molho em casa com temperos naturais, ou vá no combo vinagre-e-azeite (extra virgem)

 

4. Peito de peru

Em vez de presunto, você opta por um fatiado mais light e faz aquele sanduba com peito de peru. Lamento ser a portadora de más notícias, mas o tal peito de peru também não é lá essas coisas por estar cheio de sódio. Algumas marcas podem chegar a ter até 250 mg, ou 0,25 g de sal, por fatia, o que corresponde a pouco mais de 10% de todo o sódio que você deveria ingerir em um dia inteiro, segundo o Guia Alimentar, do Ministério da Saúde. A solução seria passar a fazer sanduíches de peito de frango feito em casa e desfiados, ou de carne assada, que você pode fatiar e congelar para ir comendo aos poucos.

 

5. Wraps

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Takeaway – Own work. Licensed under CC BY-SA 3.0 via Commons

Você olha aquela massa fininha dos wraps e pensa: “não tem como isso não ser saudável”. Mas tem. Uma “folha” de wrap geralmente contém mais gorduras saturadas e sódio do que duas fatias de pão integral (dos bons, não os de enganação). Muitos deles também levam gorduras hidrogenadas – ou seja, gordura trans. E contêm menos fibra. #pã Se você prefere mesmo os wraps, escolha uma marca que contenha “farinha integral” como primeiro ingrediente da lista* e que não leve gordura hidrogenada. Aí, faça seu recheio com bastantes vegetais e proteína magra. Ou, mais uma vez, faça seu próprio wrap em casa e saiba os ingredientes que está ingerindo.

* No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que os ingredientes apareçam nos rótulos dos produtos por quantidade utilizada na receita. Ou seja, se o primeiro ingrediente de um rótulo é “farinha integral”, isso significa que esse é o ingrediente mais usado naquele alimento – e assim sucessivamente.

 

6. Whey protein

Acrescentar um pouco mais de proteína à alimentação pode ser uma boa, principalmente se você faz muita atividade física e tem um gasto energético alto. Mas isso pode ser feito de forma ainda mais saudável se você escolher alimentos de verdade – em vez de potes cheios de pó. As proteínas naturais (tipo tofu, castanhas, sementes de girassol e outros alimentos que você encontra aqui) são menos processadas, mais fáceis de serem digeridas e mais gostosas do que os pós de proteína. Além disso, você se livra do risco de uma overdose de proteína, que pode sobrecarregar o fígado e os rins.

 

As informações são das nutricionistas Katerine Brooking e Carolyn Williams, consultoras do site Cooking Light.