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10 palestras mais assistidas do TED

20 de maio de 2013

Tecnologia, entretenimento e design. Fundada em 1984, a fundação sem fins lucrativos TED realiza conferências ao redor do mundo com objetivo de difundir ideias que valem a pena ser espalhadas. Em novembro de 2012, os vídeos das conferências – sempre transmitidas ao vivo e disponibilizadas na internet – já ultrapassavam a marca de 1 bilhão de visualizações. Entre as mais de 1.400 falas registradas desde 2006, conheça as 10 conferências mais assistidas do TED:

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1. Ken Robinson: “As escolas acabam com a criatividade”


Visualizações: 16.435.213

Depois da aula de matemática, os alunos seguem para a aula de dança; depois estudam um pouco de química antes de pegarem pincéis e colocarem em prática o que aprenderam na aula de história da arte. Hoje, essa grade de horários é rara nas salas de aula. Para o especialista em criatividade Ken Robinson, a escola nos ensina a nos tornar bons trabalhadores e não pensadores criativos. E, para ele, isso precisa mudar. O britânico propõe uma nova forma de pensar o sistema de ensino, cultivando a criatividade e reconhecendo múltiplas formas de inteligência.

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2. Jill Taylor: Uma revelação através do derrame

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Histórias de superação não são sempre um clichê – e a pesquisadora Jill Bolt Taylor é prova disso. A neurocirurgiã americana sofreu um derrame cerebral em 1996. Enquanto acompanhava suas funções se deteriorarem, percebeu a singularidade daquela experiência: “Em um primeiro momento, fiquei aflita. Depois, pensei: quantos cientistas têm a oportunidade de estudar as funções cerebrais de dentro para fora?”, conta no vídeo. Jill passou 8 anos se recuperando e estudando seu processo de reabilitação. A experiência fez dela porta-voz da possibilidade de recuperação de acidentes vasculares.

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Era curou o próprio cérebro

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3. Simon Sinek: Como grandes líderes inspiram ação


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Todas as empresas sabem o que fazem. Algumas sabem também como o fazem. Mas, segundo Simon Sinek, poucas sabem por que o fazem. Depois de passar por alguns perrengues em sua vida profissional, o escritor diz ter descoberto que “saber os porquês” seria o motivo pelo qual só alguns conseguem se tornar líderes e inspirar outros.

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4. Pranav Mistry: Sexto Sentido

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O assunto do momento é o Google Glass, óculos digitais que permitem fotografar, filmar, enviar mensagens, fazer buscas na internet, consultar mapas e dominar o mundo uma série de outras funções. Mas o dispositivo não é o único a propor a diminuição dos limites entre o mundo digital e o mundo físico. Em 2009, o pesquisador Pranav Mistry apresentou no TED o SextoSentido, dispositivo de interface gestual que tem como base o uso de um colar que serve como projetor de dados e câmera. O potencial de seu projeto garantiu ao indiano a posição de Diretor de Pesquisas na Samsung.

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5. Brené Brown: O poder da vulnerabilidade


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Foram suas próprias ansiedades e vulnerabilidades que inspiraram Brené Brown a pesquisar as bases da conexão humana. A professora da Universidade de Huston, nos EUA, estuda há 10 anos temas como coragem, autenticidade, vergonha e empatia. Em sua apresentação durante o TED, a pesquisadora fala sobre sua trajetória e sobre a importância de aceitar (e abraçar) a própria vulnerabilidade.

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6. David Gallo: Surpresas subaquáticas

(clique para assistir)

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O oceanógrafo David Gallo trabalha para ampliar os limites conhecidos dos oceanos. Pioneiro, ele foi um dos primeiros a combinar submersíveis tripulados e robôs para mapear o fundo do oceano com clareza e detalhe. Mas, para ele, o trabalho está só começando: “ainda existem 97% [de porções do oceanos a serem exploradas]. Ou estes 97% estão vazios ou cheios de surpresas”, afirma. No vídeo, ele apresenta algumas das descobertas e fala sobre o que ainda está por vir.

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7. Daniel H. Pink: Ciência da motivação

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Daniel H. Pink costumava escrever os discursos do ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, antes de resolver largar seu emprego e investir em uma ideia. Dan identificou uma mudança no mundo corporativo: para ele, o ambiente de trabalho deixou de estar centrado apenas em dados e informações e passou a ser motivado por conceitos. Nesse cenário, criatividade e design seriam palavras chave. Ele já escreveu cinco livros sobre o tema e, durante o TED, apresentou sua visão sobre o mundo empresarial.

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8. Amy Cuddy: “A linguagem corporal molda quem você é”

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Um simples aperto de mão (ou a falta dele) renderia semanas de discussões na presença de Amy Cuddy. A psicóloga social estuda como o comportamento não-verbal pode afetar a nossa vida. Segundo a pesquisadora, nossos gestos podem comunicar tanto quanto palavras. Por isso, não é só sua coluna que pode sofrer com a má postura – na conferência, Amy defende que a posição do corpo influencia a percepção que os outros têm sobre você e pode afetar até mesmo o seu próprio cérebro.

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9. Hans Rosling: Estatísticas ganham vida

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Hans Rosling, professor de saúde global do Instituto Karolinska, na Suécia, tem atualmente um objetivo que ultrapassa as salas de aula: ele concentra suas forças em dissipar velhos preconceitos a respeito dos chamados “países em desenvolvimento” e a ultrapassada concepção de “terceiro mundo”. Em sua palestra, ele dá vida às estatísticas para mostrar que dados desenham uma nova configuração global, mas essas informações ainda não podem ser facilmente comparadas. Este futuro pode estar próximo, no entanto: o Gapminder, software de visualização e organização de dados criado por Hans, foi comprado pelo Google em 2007.

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10. Elizabeth Gilbert: Alimentando a criatividade

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Imagine poder se dar ao luxo de tirar um ano da sua vida para descobrir tudo sobre você mesmo. Foi isso que Elizabeth Gilbert fez. Em um ano sabático, ela viajou pela Itália, Índia e Indonésia em busca de autoconhecimento. Parece ter dado certo: sua aventura foi levada para as páginas do livro Comer, Rezar, Amar, adaptado para o cinema em 2010. No TED, a novelista fala de suas experiências e sobre criatividade, descobertas e o medo do fracasso.

 

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