Twitter Superinteressante

Blogs

Os 5 piores empregos da ciência

Ana Carolina Prado 15 de julho de 2010

Sabe todas essas pesquisas que proporcionam descobertas importantíssimas para a humanidade? Então. Algumas delas envolvem tarefas extremamente tediosas, complicadas ou incrivelmente (e literalmente) sujas. Mas alguém tem que fazer – e ainda bem que existem cientistas dispostos a isso. Com a ajuda da Popular Science, que listou alguns desses empregos péssimos na ciência, apresentamos os 5 piores.

5º Curador de um museu de cocô
Desde a década de 1970, Jim Mead recolhe fezes de bichos pré-históricos e modernos para pesquisas. O material, depois de seco, é armazenado em caixas próprias, constituindo um verdadeiro museu. Hoje, a sua coleção abrange cerca de 13 mil espécies e o cara virou referência no assunto: quando cientistas precisam identificar um pedaço de esterco, é só enviar para ele que o mistério está resolvido. Além disso, o museu permite que pesquisadores de todo o mundo usem as amostras para estudar o DNA ou recriar as dietas antigas desses animais, bem como encontrar informações sobre a sua saúde e o ambiente em que viviam.

4º Coletor de gosma oceânica
O trabalho do pesquisador Antonio Pusceddu, da Universidade Politécnica de Marche, na Itália, é pular no mar e recolher um material liberado pelo plâncton (organismos minúsculos que são a base da cadeia alimentar dos ecossistemas aquáticos) para ser estudado em laboratório. Conhecida como “mucilagem marinha”, trata-se de uma massa de muco enorme e gelatinosa que vai abraçando tudo o que encontra pelo caminho (incluindo um monte de bicho morto e bactérias), o que lhe dá um aroma todo especial de frutos do mar com ovos podres. Há séculos o mar Mediterrâneo tem presenteado a costa leste da Itália com essas melecas, mas nos últimos meses isso tem sido mais frequente. Culpa do aquecimento global, provavelmente.

3º Detetive de cheiros
Assim como nossas impressões digitais, o nosso cheiro também é único e serve para nos identificar. Ok, os cachorros sempre souberam disso. Mas o pesquisador George Preti, do Monell Chemical Senses Center, na Filadélfia, está tentando isolar os componentes que nos dão um perfume exclusivo. Desde 1973, ele tem coletado odores humanos, dando preferência para os cheiros do sovaco, boca e urina. Haja nariz – e estômago. Até o governo americano ajudou a financiar a pesquisa como parte de um projeto de detecção química. Preti ainda não conseguiu isolar e descrever os componentes, mas está desenvolvendo formas de farejar certos tipos de câncer, como melanoma e carcinoma do ovário.

2º Dissecador de baleias
Os pesquisadores do Museu de História Natural de Santa Bárbara, na Califórnia, estudam restos mortais de animais marinhos que aparecem nas proximidades. Quando o bicho é enorme como uma baleia, o trabalho de dissecação precisa ser feito ali na praia mesmo – e aí é com Michelle Berman, curadora de zoologia de vertebrados do museu. Ela e sua equipe vestem uma capa amarela impermeável, vão cortando a gordura da baleia em tiras de alguns metros de comprimento com um punhal e então abrem caminho para que possam se enfiar lá dentro. Ali, além de terem sangue de baleia até os joelhos, os pesquisadores ainda precisam enfrentar óleos e outros fluidos do animal grudando na pele e no cabelo. Segundo Berman, o cheiro (metálico no começo, por causa da enorme quantidade de ferro no sangue, e podre depois que a decomposição começa) pode ficar impregnado na pessoa por anos. Como se isso não bastasse, ainda existe o risco de o bicho explodir por causa do acúmulo de gases dentro dele, se o corte for feito da maneira errada.

1º Transplantador de fezes
Isso ocorre em alguns poucos hospitais nos Estados Unidos, mas existe – e é feito pelo nariz do paciente! Eficaz para curar pessoas infectadas pela bactéria Clostridium difficile, que acaba com a flora intestinal e provoca uma diarréia fortíssima que pode matar, o transplante fecal ajuda a recolonizar o intestino com os microorganismos necessários. Geralmente, as fezes são recolhidas de um parente saudável e misturadas com uma solução salina. O material é então levado até o intestino delgado do doente através de um tubo nasal.

2º Dissecador de baleias
Os pesquisadores do Museu de História Natural de Santa Bárbara, na Califórnia, estudam restos mortais de animais marinhos que aparecem nas proximidades. Quando o bicho é enorme como uma baleia, o trabalho de dissecação precisa ser feito ali na praia mesmo – e aí é com Michelle Berman, curadora de zoologia de vertebrados do museu. Imagine que trabalho bacana! Ela e sua equipe vestem uma capa amarela impermeável, vão cortando a gordura da baleia em tiras de alguns metros de comprimento com um punhal e então abrem caminho para que possam se enfiar lá dentro. Ali, além de terem sangue de baleia até os joelhos, os pesquisadores ainda têm que enfrentar óleos graxos do animal grudando na pele e no cabelo. O cheiro (metálico no começo, por causa da enorme quantidade de ferro no sangue, e podre depois que a decomposição começa) pode durar anos (como assim:  a pessoa pode ficar fedendo depois de anos que dissecou uma baleia?). Como se isso não bastasse, ainda existe o risco de o bicho explodir por causa do acúmulo de gases dentro dele, se o corte for feito da maneira errada.


As 7 mortes mais bizarras do rock

Ana Carolina Prado 13 de julho de 2010

No dia do rock, a gente resolveu fazer uma lista clássica e relembrar algumas das mortes mais esquisitas de astros do rock. Não incluímos aqui as mortes que ainda não foram esclarecidas. Veja se você concorda com a classificação.

7º Billy Murcia, do New York Dolls, 1972
O baterista do New York Dolls morreu sufocado com café quente quando sua namorada tentava reanimá-lo de uma intoxicação braba por álcool e vários tipos de drogas. Isso aconteceu durante a primeira tour da banda pela Inglaterra, quando ele tinha só 21 anos.

6º Clarence White, Byrds, 1973
O guitarrista dos Byrds foi atropelado por um caminhão dirigido por um motorista bêbado. Dois anos antes, a banda havia lançado a música Truck Store Driving Man, satirizando os caminhoneiros.

John Bonham, Led Zeppelin, 1980

O baterista do Led Zeppelin morreu sufocado pelo próprio vômito após beber o equivalente a 40 copos de suco de laranja – com muita vodca.

4º Keith Relf, Yardbirds, 1976


O ex-vocalista do Yardbirds e fundador do Renaissance sofreu uma descarga elétrica quando tocava guitarra dentro de uma banheira cheia de água. Foi encontrado pelo filho com os fones de ouvido na cabeça.

3º Johnny Ace, 1954

O cantor de rhythm and blues morreu brincando de roleta russa nos bastidores de um show. Segundo os membros da sua banda, ele estava bêbado e foi advertido contra brincar com a arma, mas teria dito: “Tudo bem! A arma não está carregada, viu?”. Então ele disparou e morreu imediatamente.

Ricky Nelson, 1985


O rival de Elvis Presley, sucesso nas décadas de 1960 e 1970, explodiu o avião que pilotava ao acender um “freebase” (cigarro de maconha e cocaína).

Michael Hutchence, INXS, 1997


Segundo relatório oficial, o vocalista da banda INXS se suicidou por asfixia com um cinto em um quarto de hotel em Sydney. Mas segundo sua ex, ele curtia sentir falta de ar durante o sexo e, no dia da sua morte, teria tentado masturbar-se enquanto se sufocava – mas levou a coisa longe demais. Foram encontrados cocaína, álcool, Prozac e outros medicamentos em sua corrente sanguínea.


Os 10 maiores matadores do cinema

Ana Carolina Prado 9 de julho de 2010

Qual foi o ator que matou mais gente em filmes de Hollywood? Se pensou em Chuck Norris, está enganado: o cara com nervos de aço ocupa só a sexta posição. Arnoldão, o exterminador do futuro, está na frente dele. Mas nem sempre o maior matador tem a maior média de mortes por filme. Se fosse para classificar assim, o primeiro lugar seria de (quem diria?) Harrison Ford. Quer os números completos? Vamos lá:


10º Charles Bronson – 377 pessoas em 38 filmes (aproximadamente 10 por filme)

Desejo de Matar 3 foi o filme em que ele mais matou: foram 55 pessoas. Somando os cinco filmes da série, Charles Bronson acabou com a vida de 124 pobres coitados.


9º Clint Eastwood – 411 pessoas em 32 filmes (aproximadamente 13 por filme)

O filme Josey Wales O Fora da Lei (The Outlaw Josey Wales) é o longa em que o também diretor deu show de violência: só nesse faroeste de 1976, matou 56.


8º Jean-Claude Van Damme – 411 pessoas em 29 filmes (aproximadamente 14 por filme)

Ele matou o mesmo tanto de gente que o nono lugar, mas conseguiu esse feito em um número menor de filmes. No recente “Soldado Universal: Regeneração” (2009), Van Damme bateu o recorde: matou 42 pessoas.


7º Mel Gibson – 421 pessoas em 19 filmes (aproximadamente 22 por filme)

Pois é, Mel não mata só ETs que têm problemas com portas, não. No épico Coração Valente, ele provocou 237 mortes!


6º Chuck Norris – 455 mortes em 27 filmes (aproximadamente 17 por filme)

Ele está só no sexto lugar, mas fez um estrago estrago enorme em alguns filmes. No recordista “Braddock – O Super Comando I”, o coronel matou 78. No segundo filme da série foram 31 e no terceiro, 50.


5º Sylvester Stallone – 517 mortes em 20 filmes (aproximadamente 26 por filme)

Só o Rambo matou 236 pessoas em 4 filmes. John Spartan, em O Demolidor, matou 84 em apenas 1 filme. Medo.


4º Harrison Ford – 518 pessoas em 17 filmes (aproximadamente 30 por filme)

Como Indiana Jones, ele matou 72 pessoas. Em “Star Wars Episode VI: O Retorno de Jedi”, foram 387! Ele tem a maior média da lista. Vai nessa achando que ele é bonzinho…


3º Arnold Schwarzenegger – 538 pessoas em 20 filmes (aproximadamente 27 por filme)

Dos 20 filmes em que ele matou alguém, só em 6 o número de vítimas foi menor que 10. “Comando para Matar” foi o campeão: foram 105 mortes. Em “O exterminador do futuro” foram 22.


2º Steven Seagal – 575 pessoas em 32 filmes (aproximadamente 18 por filme)

O recorde de mortes em um único filme não é tão alto: foram “só” 50 pessoas, em “A Força em Alerta” (Under Siege). Mas o cara só matou menos de 10 pessoas em 5 dos seus 32 filmes.


1º Dolph Lundgren – 782 pessoas em 30 filmes (aproximadamente 26 por filme)

O número 1 da nossa lista conseguiu esse feito porque geralmente matava um monte de gente de uma só vez. “O Justiceiro” foi o mais violento, com 182 vítimas. O número de mortes por filme também é alto: 26, a terceira maior média.

Fonte: SCMS


As 4 potências do apito em Copas do Mundo

Redação Super 8 de julho de 2010

Com o juiz Howard Webb na final, Inglaterra conquista tetracampeonato do apito

por Braulio Lorentz
COLABORAÇÃO PARA A SUPERINTERESSANTE

O time da Inglaterra foi campeão da Copa do Mundo uma só vez, mas os inventores do futebol são tetra quando o assunto é arbitragem, graças à escalação do inglês Howard Webb para a final do próximo domingo (dia 11). É ele quem comanda Holanda e Espanha, partida que decide o Mundial. Juízes de 13 países diferentes já foram escalados para finais de Copa, sendo que em quatro delas o escolhido foi um da terra da Rainha. França, Itália e Brasil – na segunda posição entre as potências do apito – só tiveram dois juízes em finais.

Bélgica (Jean Langenus, em 1930), Suécia (Ivan Eklind, em 1934), a então União Soviética (Nikolaj Latychev, em 1962), Suíça (Gottfried Dienst, em 1966), Alemanha (Rudolf Gloeckner, em 1970), México (Edgardo Codesal Mendez, em 1990), Hungria (Sandor Puhl, em 1994), Marrocos (Said Belqola, em 1998) e Argentina (Horacio Elizondo, em 2006) têm uma indicação apenas.

É com uma mãozinha das confederações de cada continente que a Fifa elege os árbitros para cada Copa do Mundo. Por isso, todas as confederações são representadas, o que explica a presença de juízes de países nada relevantes no mapa do futebol. Nas quartas de final deste ano, estavam lá árbitros da Guatemala (Carlos Batres comandou Paraguai e Espanha) e Uzbequistão (Ravshan Irmatov apitou Argentina X Alemanha).

Veja quais são as potências do apito:

Inglaterra – quatro finais
Além de Webb, que apita a final deste ano, outros três foram agraciados. Em 1950, George Reader apitou Brasil e Uruguai. O triunfo britânico é completado por William Ling (1954) e John Taylor (1974).
Brasil – duas finais
Ninguém conseguiu repetir a dose como o Brasil, único bicampeão na sequência. Em 1982, o escalado foi Arnaldo Cézar Coelho (hoje comentarista da Rede Globo). Na competição seguinte, em 1986, foi a vez de Romulado Arppi Filho.
França – duas finais
As escalações de juízes franceses em disputas de títulos são separadas por 20 anos. Em 1938, o homem de preto da final foi George Capdeville. Já em 1958, o primeiro título do Brasil teve a presença de Maurice Guigue.
Itália – duas finais
Foi com a assoprada de Sergio Gonella que os argentinos comemoraram sua primeira conquista de Copa do Mundo, em 1978. O carequinha Pierluigi Collina fechou a dobradinha italiana em 2002, na final entre Brasil e Alemanha.


6 mitos alimentares nos quais todo mundo acredita

Ana Carolina Prado 5 de julho de 2010

Você se obriga a tomar 8 copos de água por dia e sempre prefere comer carne de frango à de porco? É daqueles que enchem a cara sem pensar no amanhã? Gasta horrores com comida que nem curte muito só porque tem propriedades afrodisíacas? Então é bom que leia a nossa lista, porque você foi enganado!

Afrodisíacos funcionam
Amendoim, ovo de codorna, pimenta, ostras… Se você costuma investir nesses alimentos achando que têm poderes afrodisíacos, esqueça. É verdade que a pimenta, por exemplo, aumenta a pulsação e induz ao suor, produzindo uma sensação parecida com a da excitação sexual. Mas isso é bem diferente de provocá-la. Os pesquisadores garantem: afrodisíacos não existem. Mas podem funcionar como um placebo. Quer dizer, se você realmente acredita que comer ostra ou pimenta fará com que tenha um desempenho sexual melhor, isso pode acontecer mesmo.

Bebidas alcoólicas não matam por overdose
Ao contrário do mito, consumir uma quantidade de álcool maior do que a que seu corpo consegue metabolizar pode ser fatal. A substância age sobre o sistema nervoso central e desliga áreas cerebrais responsáveis pelo controle da consciência, respiração e batimentos cardíacos, levando ao coma e à morte. A intoxicação depende de fatores individuais, como massa corporal e grau de tolerância à bebida. O estado do fígado também conta: um órgão já avariado sofre mais as conseqüências do álcool. Então, se você é daqueles que bebe sem pensar no amanhã, é bom se ligar nos sinais que seu corpo dá.

O estômago encolhe quando comemos menos
Pensemos: se fosse fácil assim, o estômago de pessoas em coma praticamente desapareceria e ninguém passaria pela complicada cirurgia de redução de estômago. O órgão pode, sim, aumentar quando exageramos, mas diminuir, jamais. O que pode acontecer quando você radicaliza na dieta é seu estômago ficar condicionado a se satisfazer com menos, reduzindo a produção de grelina, hormônio liberado quando o estômago está vazio que faz você sentir fome.

Você deve tomar 8 copos de água por dia
Esse mito é fruto de um baita mal-entendido. De fato, o Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA revelou, em 1945, que o consumo diário adequado de água para adultos era de 2,5 litros (o equivalente a 8 copos). Mas a maioria das pessoas ignorou a afirmação que veio depois: “A maior parte dessa quantidade está contida em alimentos preparados”. Então, se você costumava enfiar goela abaixo os 8 copos de água mesmo sem gostar muito, relaxe. Alimentos como tomate, pepino, chuchu e melancia têm 95% de sua composição em água. Chá, leite, sucos e até café também devem entrar na contagem. Além disso, os 2 litros e meio não são uma regra universal. Tudo depende da saúde de cada pessoa e da temperatura do lugar em que ela vive.

Carne de frango é mais saudável que carne de porco
Não necessariamente. O xis da questão aqui é a forma de preparo. Uma sobrecoxa de frango assada com pele tem 3 vezes mais gordura que um lombo assado; um filé de frango grelhado sem pele tem menos gordura saturada (a que eleva o colesterol ruim), mas o lombinho tem mais ácidos graxos insaturados, além de ser fonte de vitaminas, ferro, potássio e zinco. Se você quer ser saudável, o ideal é evitar frituras e tirar a pele da carne – tanto de frango quanto de porco.

Latas abertas devem ser guardadas na geladeira
O problema das latas não é guardá-las na geladeira, mas manter o resto do alimento dentro delas. Depois de aberta, a lata vai perdendo o verniz interno que protege o conteúdo dos metais tóxicos que constituem a embalagem, podendo provocar intoxicação alimentar. Assim, o ideal é, depois de abrir aquela lata de leite condensado, tirar o produto de dentro e colocar em um pote de vidro ou cerâmica e, aí sim, guardar na geladeira ou em outro lugar. E lembrando: se estiver amassada, o melhor é nem abrir. Pelo mesmo motivo.

Tem outros 67 mitos relacionados à alimentação no especial da SUPER “73 Mitos Alimentares”.

Você vai ver ali que chá verde não emagrece, barras de cereais não são assim tão boas para quem pratica exercício e a cerveja não é a grande culpada por aquela barriguinha. A revista custa R$10,95 e pode ser comprada aqui.


Página 46 de 50primeira...102030...4445464748...última