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Posts da categoria ‘Inovação’


Billr, o app para dividir a conta do bar sem polêmicas

Ismael dos Anjos 21 de maio de 2012


Almoçar ou jantar com os amigos costuma ser uma coisa boa, né? E é mesmo, a não ser quando a conta chega e a divisão dos gastos se transforma num pesadelo. Mas calma, tá tudo bem agora. O aplicativo para iPhone e iPod Billr ajuda você a dividir o prejuízo sem passar raiva ou reclamar daquele coleguinha que ‘esqueceu’ de pagar os 10%.

Classificado com destaque pela própria Apple dentro das categorias “Novos e Dignos de Nota” e “O Que é Quente” da App Store, o Billr faz jus à fama. Disponível em inglês e bastante intuitivo, o aplicativo permite a inclusão de até 16 pessoas. Depois, ele faz o cálculo da conta a partir dos preços de pratos e bebidas consumidas por cada um mais gastos extras, como taxas e gorjetas.

Para facilitar, a dolorosa ainda pode ser enviada por mensagem de texto ou e-mail para aquela amiga que insiste em contar até os centavos do acerto de(a) conta entre amigos. O único senão é que, até agora, não existe um atributo no app que divida, automaticamente, o preço do tira-gosto consumido por mais de uma pessoa.

Criado por estudantes americanos, o app custa 99 centavos de dólar, e - infelizmente – ainda não tem uma versão disponível para aparelhos Android.

via co.Design
Imagem: Billr


Geocoded Art, o app que leva você aos lugares onde foram pintados quadros famosos

Ismael dos Anjos 17 de maio de 2012


Você está ali, andando ryca pelas ruas de Paris, e dá de cara com uma estação de trens enorme. Até aí tudo normal, pois se trata de uma grande capital europeia. Mas e se você, turistão, soubesse que foi ali, entre as plataformas, que a série de quadros impressionistas The Gare Saint-Lazare, do pintor francês Claude Monet, foi produzida?

É exatamente para isso que serve o Geocoded Art, app voltado para viajantes e apaixonados por arte. O aplicativo usa o GPS de seu celular para enviar notificações sempre que você passa pela fonte de inspiração de uma obra famosa, e te guia para o mesmo ângulo captado pelo autor. Depois, é só usar a imaginação para enxergar aquela imagem da mesma forma que o artista original ou, quem sabe, ‘homenagear’ a obra fazendo uma foto com um filtro bem hipster no celular.

Por enquanto, o app funciona apenas de forma integrada ao Google Earth, mas seus desenvolvedores já iniciaram uma campanha na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter para que a ferramenta tenha seu próprio aplicativo para smartphones. Quem não tem smartphone pode acessar o site do Geocoded Art. Ali, você pode procurar as pinturas por região, nome do autor ou obra, caso você queira planejar uma viagem bem ~artística~.

E aí, curtiu a ideia? Que ‘obras’ você gostaria de visitar?

Imagem: The Gare Saint-Lazare: Arrival of a Train, via Wikipedia
Post via Mashable


Festival Sónar tem arte com controle de Super Nintendo. E você pode jogar.

Felipe van Deursen 11 de maio de 2012

Eu conheço esse plug...

O Sónar, festival que acontece em São Paulo hoje e amanhã, terá alguns destaques musicais descolados, como Kraftwerk e Cee Lo Green. E, como em muito evento que tem por aí, também haverá espaço para arte. No SonarPro, a arte digital vai ter que correr para fugir de um mico recorrente em festivais que misturam música com arte/sustentabilidade/(…)/política/etc.: salões vazios. Ah, o medo de ninguém te ver ou ouvir…

Mas tem coisa legal aí.

Imagine um videogame em que ninguém ganha e o único resultado é entender como um jogo pode ser violento, humilhante e carregado de excessos. Ponto, um videogame sem vencedor é uma obra interativa, manipulada por dois controles de Super Nintendo, com imagens que lembram jogos antigos. O artista convidará algumas pessoas do público para interagir com a obra. Ou seja, matar um pouco da saudade (ou conhecer) do joystick do velho SNes.

E ele é Hol, nome artístico de Henrique Roscoe, artista que explora um ramo ainda pouco conhecido no Brasil, a arte generativa. Nela, a partir de uma ideia inicial, cores e sons evoluem de forma aleatória, gerados por um programa de computador.

“Posso definir cada aspecto do resultado final, mas é mais interessante não ter o controle total e brincar com a aleatoriedade”, diz. A obra estará à disposição do público no sábado, a partir de 20h40.

Outra iniciativa bacana é o Conductr, um app musical que ajuda você a fazer mash-ups e remixes. O aplicativo foi desenvolvido por uma empresa espanhola e não tem data para ser lançado. Mas o protótipo estará no SonarPro sábado, às 16h.

A SUPER conversou com um dos desenvolvedores do Conductr. Leia aqui.


Vai viajar? Alugue um iPad

Felipe van Deursen 8 de maio de 2012


Madri de iPad

Você já deve ter ouvido por aí que bons aplicativos de viagem no tablet ou no smartphone podem deixar as férias muito mais completas. Mas, se ainda não sabe se vale a pena comprar um tablet para viajar, experimente alugar.

Pelo menos em Madri já é possível. O PadinTheCity é um serviço madrileno que oferece um iPad recheado de aplicativos para ajudar o turista a explorar a capital espanhola. Há mapa de transporte público, audioguias de museu e até Angry Birds para passar o tempo!

Basta se cadastrar no site e alugar o aparelho a uma diária de 25 euros. Por enquanto, o serviço só está disponível em Madri. Já vale para dar uns tiros em porcos verdes enquanto aguarda na fila para ver Guernica.

Veja mais no site padinthecity.com

 

Mais viagem >>>

Diária de poucas horas
Você acha  que um dia é muito tempo para ficar em um hotel? Conheça o  Day Use Hotel.

Trata-se de um catálogo que mostra onde é possível encontrar, digamos, semidiárias. São 200 hotéis em Londres, Paris e outras cidades europeias e americanas que abrem seus quartos por períodos de 3 a 7 horas, a preços até 70% mais baratos que a diária integral.

Além disso, é claro, há ainda um aplicativo para celular que facilita a reserva.
Veja mais em Dayuse-hotels.com

crédito da foto: marcp_dmoz


Maçãs desperdiçadas viram sidra na Austrália

Felipe van Deursen 27 de abril de 2012

Sabe a sidra, aquela bebida feita do sumo fermentado da maçã, que muitos associam às festas de fim de ano e, portanto, a um tipo vagabundo de champanhe? Pois ela, que nada tem a ver com champanhe (é outro tipo de bebida, afinal), foi elevada ao hype orgânico e sustentável na Austrália.

Lá, uma cooperativa de fazendeiros resolveu dar um novo uso às maçãs que, por motivos variados, não serão vendidas aos mercados. Bingo: fazer sidra.

O apelo verde do produto vai além. A garrafa não contém glúten nem adição de açúcar e os fazendeiros garantem que é tudo feito a mão.

Boa alternativa para as sidras industrializadas que deixam um cheiro pavoroso na mão. Quem já estourou uma garrafa na praia sabe do que estou falando.

Veja mais no site da Batlow Premium Sider


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