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Conheça 18 animais peçonhentos que você encontra no Brasil

Lorena Dana

Esta serpente venenosa é a jararaca-do-norte (Bothrops atrox), que pode ter até 1,5 m de comprimento. Ela tem hábitos diurnos e vive nas matas e locais inundados da região Norte do Brasil. A jararaca-da-seca (Bothrops erythromelas) é uma serpente venenosa que mede no máximo 60 cm de comprimento e pode ser encontrada em quase todo o Nordeste brasileiro, principalmente na região meridional da Bahia, onde há predominância de caatinga. A jararaca pintada ou jararaca-do-rabo-branco (Bothrops neuwiedi) é uma serpente venenosa de hábitos noturnos que pode ser encontrada em quase todo o Brasil, principalmente na região de cerrado. Pode atingir 80 cm de comprimento. Esta serpente venenosa é a Bothrops jararacussu, conhecida como jararacuçu, surucucu, urutu-dourado e patrona. É conhecida por ter coloração escura e manchas triangulares marrons no corpo. Chega a medir 2m de comprimento e pode ser encontrada nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. É responsável pela maioria dos casos de picadas do país, por causa da grande quantidade de veneno que injeta e por ter um bote de grande alcance. A serpente venenosa Bothrops alternos, conhecida como urutu e cruzeiro, pode ser encontrada nos brejos do Centro-Oeste e do Sul do Brasil. É extremamente perigosa e ágil nos botes. É reconhecida pelas manchas em forma de ferraduras que aparecem por toda a extensão de seu corpo. Pode chegar mais de 2 m de comprimento. Esta é a Caiçara (Bothrops moojeni) também conhecida como Jacuruçu e Jararacão. Trata-se de uma serpente venenosa que pode ser encontrada no norte do Paraná e de São Paulo, no Mato Grosso do Sul, no Triângulo Mineiro, em Goiás e no Tocantins. Seus habitats preferidos são as florestas de araucárias e o Cerrado. É conhecida por ser muito agressiva e dar botes muito altos. A jararaca-da-mata (Bothrops jararaca), também conhecida como jararaca-preguiçosa e jararaca-verdadeira, é uma serpente venenosa que pode alcançar 1,6 m de comprimento. É encontrada nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, além do sul da Bahia. É reconhecida pela faixa preta atrás dos olhos. Ela vive em ambientes úmidos e costuma dormir sob o sol. A cascavel-de-quatro-ventas (Crotalus durissus), também chamada de boicininga, maracá ou maracabóia, é uma serpente venenosa que atinge até 1,5 m de comprimento. É encontrada em quase todo o território brasileiro, principalmente no cerrado e na caatinga. A espécie tem um chocalho na ponta da cauda. A Lachesis muta, popularmente conhecida como surucucu, é a maior serpente venenosa da América do Sul, pois chega a ter 4,5 m de comprimento. Pode ser encontrada em florestas densas, como a Amazônica e a Mata Atlântica. Ela tem a habilidade de identificar o calor dos animais, e caça seguindo o rastro térmico. É extremamente agressiva e venenosa. Apesar de não ter um chocalho, sua cauda pode emitir um ruído. Está em extinção por causa do desmatamento. As serpentes do gênero Micrurus são popularmente conhecidas como ‘cobras-corais’ - as mais venenosas do Brasil. As víboras têm coloração vermelha com anéis pretos e anéis brancos, não são agressivas e podem chegar a 60 cm de comprimento. A espécie Micrurus corallinus é encontrada nas regiões Sul e Sudeste; a coral Micrurus lemniscatus habita a Amazônia, o Cerrado e regiões litorâneas do Rio de Janeiro, da Bahia, de Pernambuco, da Paraíba e do Rio Grande do Norte; e a Micrurus frontalis está presente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O escorpião-amarelo (Tityus serrulatus) é típico do Sudeste do Brasil. Pode ser reconhecido pela cor amarelada e o tronco escuro. Tem até 7 cm de comprimento e é muito venenoso. Sua picada pode levar à morte por parada respiratória. O escorpião-preto (Tityus bahiensis) pode ser encontrado em Goiás e nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Ele mede 6 cm, tem coloração escura e patas castanhas. É responsável pela maioria dos casos de picadas das áreas rurais do país. Uma criança picada pelo animal tem expectativa de vida de apenas 2 horas. O escorpião-do-nordeste (Tityus stigmurus) tem coloração amarelada para se camuflar no solo arenoso da região Nordeste do Brasil. É reconhecido pelo triângulo preto no cefalotórax, acompanhado de uma faixa ao longo do corpo. Mede cerca de 7 cm de comprimento. Sua picada causa dor e dormência. O escorpião-negro (Tityus cambridgei) é encontrado na Amazônia. Pode chegar a 8,5 cm, tem hábitos noturnos e se alimenta de aves. As aranhas do gênero Phoneutria são conhecidas como armadeiras aqui no Brasil. Elas medem de 3 a 4 cm de comprimento e podem ser encontradas em todo o território nacional. Quando incomodadas, picam furiosamente diversas vezes. São responsáveis por mais de 40% dos casos de picadas por aracnídeos. As aranhas do gênero Loxosceles, conhecidas como aranhas-marrons, podem chegar a 4 cm de comprimento . Elas só atacam para se defender e a picada pode causar necrose, falência renal e até morte. São encontradas em São Paulo e na região Sul do Brasil. Podem viver em ambiente doméstico, principalmente atrás de móveis. As aranhas do gênero Latrodectus são popularmente conhecidas como viúvas-negras. Têm apenas 1 cm de comprimento, mas suas picadas podem ser letais. São encontradas em todo o Brasil, principalmente nas regiões litorâneas e particularmente na Baía da Guanabara. As arraias de água doce, pertencentes à família Potamotrygonidae, são peixes encontrados em todo o Brasil. Os ferrões localizados na ponta da cauda são usados como defesa e causam muitos acidentes. Em alguns casos, quando a vítima não recebe o tratamento adequado, são necessárias amputações de membros. Além disso, vários outros animais peçonhentos podem ser encontrados no Brasil, como abelhas, lacraias, vespas e formigas.

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