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Conheça 20 animais que correm risco de extinção

Lorena Dana

Até o início do século 20, o Pinguim Africano era facilmente encontrado nas praias do sudoeste da África. A espécie, que vive em bandos, é bastante resistente aos predadores naturais, mas acabou entrando para a lista de animais em extinção por causa dos frequentes derramamentos de óleo na costa africana. De acordo com informações da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), é provável que, atualmente, existam apenas 55 mil exemplares do pinguim. O Elefante Asiático sofre grande risco de extinção. Desde o início do século 20, mais da metade dos indivíduos foi aniquilada pela ação humana. A espécie, que já perdeu grande parte de seu habitat natural, é caçada por comerciantes de marfim e domesticada para fins turísticos em vários países do sudoeste asiático, principalmente na Tailândia. Este elefante da foto nasceu em 2010, no Zoológico de Berlim. A Baleia Azul, o maior animal do mundo, pode desaparecer em breve. A espécie começou a ser dizimada ainda no século 19, quando pescadores desenvolveram equipamentos especializados para a caça de grandes baleias. Atualmente, existem cerca de 10 mil indivíduos em todo o mundo. O Leopardo Persa é um dos animais com maior risco de extinção no mundo. A espécie, que era comumente encontrada no Oriente Médio (principalmente na Turquia e no Irã), foi dizimada por guerras, traficantes de peles, desmatamentos e atropelamentos. Atualmente, existem pouco mais de mil indivíduos adultos em todo o planeta. O filhote da foto nasceu em um cativeiro da Itália, em 2011. De acordo com as estimativas mais otimistas, restam cerca de 3 mil exemplares de Panda Gigante em todo o mundo. Destes, cerca de 200 vivem em cativeiros. A espécie está em extinção por causa da destruição de seu habitat natural: os bambuzais do centro-sul da China. Apesar de pertencerem à ordem dos carnívoros, os pandas são herbívoros e, praticamente, só se alimentam de bambu. O simpático casal da foto (Xingrong e Xingya) é um dos poucos casos de animais criados em cativeiro que conseguem se mudar para um ambiente selvagem. Eles foram soltos em uma reserva ambiental da China, após um processo de adaptação à natureza. Este é o Orangotango de Sumatra - um primata exclusivo da ilha indonésia. A espécie está em extinção por causa do desmatamento das florestas tropicais e também porque os filhotes são roubados das mães para serem vendidos como bichos de estimação. Atualmente existem apenas 7 mil indivíduos no planeta. O Jacaré da China está em extinção porque o seu habitat natural (pântanos do sudeste da China) foi destruído para dar lugar a plantações de arroz. Estima-se que existam apenas 200 indivíduos na natureza e outros 10 mil criados em cativeiros. O Camelo Bactriano é um mamífero nativo do leste da África, que está quase extinto por causa da ação humana. O habitat natural animal, em sua maior parte, foi destruído por fazendeiros e mineradores. Atualmente, existem cerca de 700 indivíduos em todo o mundo. O Gorila das Montanhas também pode desaparecer nos próximos anos. Existem apenas 700 indivíduos na natureza. A espécie, comum da África Central, foi dizimada pela ação humana: guerras, doenças, desmatamento e caça. O Kakapo é um papagaio noturno que habitava a Nova Zelândia. Hoje, existem cerca de 80 indivíduos em todo o planeta; todos criados em cativeiro. A espécie foi dizimada por humanos que caçavam o pássaro em busca de carne e penas (usadas para decoração). Devido a políticas predatórias e à destruição do meio ambiente, o Lobo Vermelho, nativo do sudeste dos Estados Unidos, foi praticamente extinto na década de 1980. Atualmente, existem cerca de 200 indivíduos que vivem em cativeiros e outros 50 que foram reintroduzidos à natureza. A Tartaruga de Couro, também chamada de Tartaruga Gigante, está em extinção por causa da dificuldade de sobrevivência dos filhotes. Os ovos são frequentemente destruídos por mamíferos, aves e répteis. Além disso, quando as tartarugas nascem e encontram a água, podem ser devoradas por crustáceos, peixes e cefalópodes. De acordo com dados do governo americano, por ano, as fêmeas fazem cerca de 30 mil ninhos. Na década de 1980, havia mais de 100 mil ninhos. A Foca Monge do Havaí também se encontra entre os animais com maior risco de extinção. A pequena população, estimada em mil indivíduos, é ameaçada por lixo marinho, caça predatória, comércio ilegal de peles e doenças. É bom lembrar que sua prima, Foca Monge do Caribe, foi extinta em na década de 1950. O Leopardo das Neves também pode desaparecer em breve. Devido à caça, restam apenas 5 mil indivíduos em todo o mundo. A espécie, original da Ásia Central, é altamente requisitada por traficantes que atuam na indústria das peles. O leopardo da foto vive no Bronx Zoo, em Nova Iorque. A Zebra de Grévy é o maior equino do planeta. Atualmente, existem apenas 3 mil indivíduos em todo o mundo. A espécie foi caçada durante anos por comerciantes de peles. O Leão Asiático é nativo de Gurajat, na Índia. Existem apenas 400 indivíduos em todo o mundo. A espécie está em extinção por causa da disputa de território com outros animais e com humanos. O habitat natural do leão, muitas vezes, é transformado em áreas de agricultura. Esta leoa está cuidando de seus filhotinhos em um zoológico indiano. O Pato Mergulhão é um animal nativo do Brasil e corre sérios riscos de extinção. Existem apenas 250 indivíduos em todo o mundo. A espécie está desaparecendo por causa do desmatamento e do assoreamento dos rios. O Tigre de Bengala é uma subespécie de tigre, nativa do sul da Ásia. Devido ao comércio de peles e a destruição do meio ambiente, existem apenas 2500 exemplares em todo o mundo. O Asno Selvagem Africano é um equino nativo do norte e nordeste da África. A subespécie está em extinção por causa da domesticação e da destruição do meio ambiente. Existem pouco mais de 500 exemplares na natureza. Existem apenas sete indivíduos do Rinoceronte Branco do Norte em todo o mundo: uma na República Tcheca, quatro no Quênia (um deles está na foto) e dois nos Estados Unidos. O animal está à beira da extinção por causa da caça predatória e da destruição do meio ambiente.

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