


texto Pedro Burgos
edição Marcos Nogueira
ilustração Sattu
design Adriano Sambugaro
Gente normal é capaz de feitos extraordinários: essa é a premissa de Heroes, o maior fenômeno da última temporada televisiva americana. Ao aproximar o telespectador dos tais super-heróis - eles podem estar logo ali na esquina -, o seriado tenta fazer o fantástico parecer verossímil. Para tanto, os roteiristas põem o nome da ciência na roda. Mutações genéticas seriam a explicação das capacidades extraordinárias dos personagens, frutos naturais da evolução da espécie humana.
Balela. Voar, parar o tempo ou atravessar paredes usando apenas a força de vontade nunca vão deixar de ser coisas absurdas. Mas isso não quer dizer que não existam super-heróis. O mundo está cheio de pessoas com habilidades especiais, genéticas ou adquiridas, que desafiam a compreensão dos cientistas. E, como em Heroes, nem por isso deixam de ser normais... mais ou menos.