

GRÉCIA ANTIGA
Apenas os escravos pegavam no batente. Para os gregos, a política e a filosofia vinham em primeiro lugar. Nenhum cidadão pensaria em cerzir, moldar metais ou cuidar da casa. Esses eram serviços feitos pelos serviçais, gente de segundo escalão.
IDADE MÉDIA
Somente aos servos cabia arar a terra, extrair dela bens agrícolas, fabricar as armas usadas nas guerras e tudo o mais que se relacionasse à sobrevivência da sociedade. Os senhores feudais, a nobreza e os membros do clero usufruíam dos frutos desse trabalho.
RENASCIMENTO
A partir do século 15, o trabalho passou a ser visto como forma de auto-expressão. Tudo o que fosse feito por mãos humanas tinha seu valor reconhecido. A arte passa a ser encarada como profissão, patrocinada por ricos e pela Igreja.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
No século 18, cada vez mais gente passa a trabalhar coletivamente, em indústrias, em brutais jornadas de até 16 horas por dia pelos menores salários possíveis. Por serem mais baratas, mulheres e crianças compõem boa parte da força de trabalho da época.
REVOLUÇÃO BURGUESA
Em 1789, a Revolução Francesa liberta a burguesia das amarras da monarquia e abre espaço para a livre iniciativa. Comerciantes, profissionais liberais, banqueiros, industriais e funcionários públicos formariam o embrião do que no século 20 se tornaria a classe média.
GLOBALIZAÇÃO
A microeletrônica, a robótica, a informática e novos processos de gestão transformam o panorama das relações de trabalho no final do século 20. O desemprego cresce e as garantias trabalhistas são flexibilizadas. Época de transição e de incertezas.