Cientistas acharam evidências de que o gelo do Ártico está derretendo e enchendo o norte do Oceano Atlântico de água doce, fazendo com que o inverno na Europa se torne mais rigoroso.
Cientista do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos, inventam um novo jeito de fazer ciência. Eles acham que simplificar a ciência não leva a nada. O negócio é complicar.
Novas pesquisas mostram que a natureza está repleta de bichos que aprendem, resolvem problemas e usam ferramentas. Todos têm um kit básico de inteligência.
O popular seriado americano de televisão recorre a argumentos científicos para justificar suas histórias. Agora um livro mostra o que faz sentido e o que é delírio.
Pode ser difícil de perceber, mas no verão a pessoa é diferente daquela que foi no inverno. As reações emocionais se alteram conforme o clima e a luz do ambiente.
Físicos europeus encontram os primeiros indícios de que o cosmo está imerso num mar de partículas muito especiais. São elas que dão massa e peso a tudo o que existe, das galáxias às bactérias.
No século XIX, o naturalista Johann Natterer passou quase vinte anos embrenhado no território brasileiro. Coletou bichos e plantas e revelou aos cientistas novidades como o peixe-boi e a piranha.
As estrelas não desmoronam sobre si mesmas porque a energia luminosa gerada em seu núcleo faz pressão de dentro para fora e contrabalança o peso estelar.
O número de diabéticos dobrou nos últimos dez anos. Já há 160 milhões de doentes, 6 milhões só no Brasil. Mas novas terapias ajudarão a cuidar dessa multidão.