
Quanto mais próximas estiverem do equador as bases de lançamento de satélites, mais facilmente eles alcançarão a órbita geoestacionária em que permanecerão no espaço, 36 mil quilômetros acima do equador.
Em órbita geoestacionária, o satélite dá impressão de estar parado no céu. Na verdade, ele está girando na mesma velocidade da Terra. Os satélites são lançados perto do equador – como é o caso da base em Kurou, na Guiana Francesa – e aproveitam a própria rotação terrestre, o que faz com que suas trajetórias requeiram apenas uma correção mínima.