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CARTAS

Superinteressante edição 113
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Outras matérias

CARTAS

Sem resumo

GIGANTES PELA BRAVURA

 

Com Índios gigantes, uma história com um grande final feliz (número 12, ano 10) ganhei um motivo de orgulho. Pois a reportagem mostra que os panarás, brasileiros como eu, foram capazes de realizar o ato heróico de voltar às terras que, por direito, sempre foram deles.

Helber Inácio Morais, Itaquaquecetuba, SP.

Sou descendente de índios e fiquei feliz em ver o nome dos munduruku, a tribo dos meus ancestrais, em um trecho do texto. Além disso, foi maravilhoso saber que os panarás sobreviveram apesar do que passaram.

Cinthia Cardoso Munduruca, Feira de Santana, BA

Senti um nó na garganta ao tomar conhecimento do que fizeram (e do que ainda fazem) com os nossos índios em nome do progresso.

Aroldo Alves Soares, Goiânia, GO

Fiquei emocionado com a lenda de que as estrelas são panarás que morreram. As pequenas seriam os homens e as grandes, as mulheres.

André Santana, Salvador, BA

É revoltante como os brancos se acham no direito de invadir, interferir e ameaçar a cultura dos índios, que são os verdadeiros donos deste país. Civilização para quê?

Belisa Mendes, Brasília, DF,

Acho uma grande injustiça tirar índios de suas tribos e levá-los de avião para um local desconhecido. É como se tirassem um morador de seu apartamento à força, sem explicar os motivos e sem dar chance de defesa.

Paulo C. de Souza Junior, Uberaba, MG

Onde a Funai coloca a mão, desaparece o brilho da cultura indígena. Acho que a sigla Funai quer dizer Fundação Acabai com o Índio.

Edison Rogério Merlini, Cambira, PR

Sou oficial-aviador da Aeronáutica. Em 1972 dei apoio aéreo para as expedições na rodovia Cuiabá-Santarém, levando suprimentos. Tive então o prazer de trabalhar com os irmãos Villas Bôas e conhecer os panarás gigantes. Antes da nossa chegada, a região era um paraíso. Depois, o desenrolar dos fatos foi bastante desfavorável aos donos daquelas terras. Posso garantir, como bom avaliador de medidas, que muitos panarás tinham dois metros de altura. Esses indivíduos mais grandalhões apresentavam uma fisionomia bem diferente dos mais baixinhos. Fiquei com a impressão de que outra raça havia se intrometido ali.

Jonas Henrique Silveira, Belo Horizonte, MG

Nós, que nos dizemos civilizados, temos uma dívida com os primeiros habitantes das Américas. Ainda podemos fazer muita coisa pelos índios.

Carlos Cesar Oliveira, Areia Branca, RN

 

 

, UM ENCONTRO DA PESADA

 

Em Quando os gênios se encaram no fim do mundo (número 12, ano 10), tanto Hawking quanto Penrose apresentam teorias próximas da realidade, mas para saber qual delas é a verdadeira precisamos de pesquisas concretas sobre o Cosmo em vez de cálculos quilométricos com pouco fundamento.

Alexandre Erwin Ittner, Jaraguá do Sul, SC

A SUPER vem dando shows em todas as matérias sobre Física. Essa última foi digna dos geniais cientistas ingleses Stephen Hawking e Roger Penrose.

Grégori Michel Czizeweski, Erechim, RS

Gostei muito de ver o confronto entre os grandes gênios da Física, envolvendo questões sobre a origem e o final do Universo. Graças aos infográficos consegui mergulhar no pensamento dessa dupla de físicos, mesmo sendo leigo no assunto.

Fábio Galvão Dantas, São Paulo, SP

Nem mesmo os dois maiores gênios do mundo conseguem desvendar o temível buraco negro. Será que o final dos tempos será cair no buraco?

Ivolnei Roberto da Silva, Caxias do Sul, RS

Acredito que milhares de pessoas se sentiram satisfeitas com a explicação sobre a origem e o fim do Cosmo, embora tudo ainda não passe de teorias interessantes.

Jorcene S. de Souza, Cuiabá, MT

 

, VIZINHOS DO PLANETA TERRA

 

Sempre é bom encontrar na SUPER artigos como Vão-se os anéis, ficam as luas (número 12, ano 10) sobre Saturno. Só assim a gente pode conhecer mais os planetas do nosso sistema solar.

Eduardo Bilman, Belo Horizonte, MG

O SONO NOSSO DE CADA NOITE

Antes de ler SHHHHH, pois o sono é leve (número 12, ano 10), eu nunca imaginaria que a gente acorda várias vezes na madrugada sem perceber.

Marcelo Pilatti Blaskoski, Corbélia, PR

Agora, sabendo mais a respeito das funções do sono, posso entender o efeito das minhas noites maldormidas.

Josefa A. Soares, Estância, SE

Fiquei maravilhada com o artigo. Tanto que, ao terminar de ler, tirei uma soneca.

Elizimar Maia Pureza, Tabuleiro do Norte, CE

Em tempos modernos, dormir é um luxo. Alguns preferem usar o período re-servado ao sono para atividades mais úteis.

Cláudia Maria Guimarães, Ipameri, GO

 

, PARA DERRUBAR O MEDO

 

Com tantos aviões caindo, os passageiros já estão ficando preocupados. Mas a reportagem Medo de Avião (número 12, ano 10) mostrou que o transporte aéreo é seguro. E além disso, cá entre nós, ninguém morre na véspera.

Mirna Correa Bueno, Itajaí, SC

Estou grata por vocês terem tocado em um assunto tão discutido nos últimos tempos. Eu não tenho medo de voar, mas conheço muitas pessoas que jamais entrariam em um avião por vontade própria.

Dayane Santana Mesquita, Brasília, DF

A reportagem veio na hora certa, com tantos acidentes aéreos no mundo todo. Perdi um pouco do meu medo ao ler que tenho 500 vezes mais probabillidade de morrer batendo o carro no caminho do aeroporto do que o meu avião despencar.

Bianca Bocci Bizetto, Curitiba, PR

O artigo evidenciou ainda mais que a SUPER tem uma grande responsabilidade e respeito em relação aos seus leitores. Pois a revista mostra que se preocupa em enfocar os problemas atuais. São cuidados assim que fazem da SUPER uma super-revista.

Alberto L. Fracasso, Francisco Beltrão, PR,

Vocês não fazem a menor idéia de como conseguiram tirar as minhas dúvidas sobre os acidentes aéreos. Eu nunca imaginei que existisse mais chance de um avião despencar durante o pouso. De qualquer maneira, com tantas explicações eu já posso viajar mais aliviado.

Vitor Bertini, Rio de Janeiro, RJ

Deslumbrante a matéria sobre aviação. Mas quero dizer que discordo daquela estatística apresentada no texto mostrando que é mais fácil alguém sofrer um acidente de carro do que ser vítima de um acidente aéreo. Ora, o número de automóveis é indiscutivelmente maior que o de aviões. Portanto, é natural que as trombadas nas ruas e avenidas sejam mais comuns.

Núbia Coelho Moreira, Juazeiro, BA

 

, O BRILHO DE MIL UTILIDADES

 

Desde pequeno, quando ainda morava em um sítio, eu tinha uma curiosidade enorme sobre os vaga-lumes. Queria saber como conseguiam energia para brilharem. Depois de tantos anos, Me dê uma luz (número 12, ano 10) finalmente esclareceu minhas dúvidas de infância.

José Valcileide de Souza, Pau dos Ferros, RN

É impressionante como insetos minúsculos que parecem até insignificantes podem contribuir tanto para a ciência. Graças a textos assim, a gente passa a ver a natureza de outro jeito.

Joanir Streda, Santa Rosa, RS

O mais interessante foi saber que, além de bonitos, os pirilampos são úteis servindo para testar antibióticos e alimentos.

Maria Salete Zufelato, Santa Rita do Passa Quatro, SP

ESCONDIDO NA NATUREZA

Gostei demais da matéria Trama invisível (número 12, ano 10), revelando minúsculas células e subpartículas que a gente não vê. Adorei principalmente a parte que mostra a fecundação.

Tércio Câmara Cordeiro, Teresina, PI

PROFESSOR BECHARANa reportagem Me dê uma luz (número 12, ano 10), o nome do químico Etelvino Bechara foi citado como Etevaldo. A falha foi percebida por Wolfgang Fischer (São Paulo, SP) e João Maluf (São Paulo, SP).

 

CARGAS TROCADAS

Na imagem que mostra o núcleo do hélio em Trama Invisível (número 12, ano 10) foram indicados dois elétrons de carga positiva, quando o correto seria carga negativa, conforme apontaram Margarete Francisca de Souza (Itabirito, MG), José Maria Fernandes (Cachoeira Dourada, GO) e José Candido Nogueira Neto (Campinas, SP).

 

MARA BEHLAU

Em Voz Afinada não depende da garganta (número 12, ano 10), da seção Perguntas Superintrigantes, está escrito que Mara Behlau é otorrinolaringologista, quando na verdade ela é fonoaudióloga do Centro de Estudos da Voz, em São Paulo. Ana Beatriz Ribeiro (Ituiutaba, MG) e Aline Caldas (São Paulo, SP) corrigiram a informação.

 

BANANA VACINADA

Segundo a notícia Engorda, faz crescer e ainda protege (número 12, ano 10), a banana passaria a produzir antígenos capazes de defender contra a hepatite, mas o correto seria anticorpos, como alertaram Mauro Bertin (Centenário do Sul, PR) e Giselda Alvarenga (Belém, PA).

 

OCEANOGRAFIA

Em Imitações do sol no fundo do mar (número 12, ano 10) da seção Supernotícias, está escrito que os ventos oceânicos nascem a quase 5 000 quilômetros da superfície dos mares, mas o certo é  a cerca de 5 000 metros de profundidade. Dennys Marcelo Antonialli (Campinas, SP), Jadir da Rosa Costa (Palhoça, SC), Cássio de Paula Freitas (Curitiba, PR) e Luiz Fernando Nunes (Votuporanga, SP) perceberam a falha.

 

AUDIÇÃO

Em Alavancas químicas para ouvir bem (número 12, ano 10) da seção Supernotícias, saiu publicado que o ouvido interno tem 30 000 cílios , mas o correto seria 30 000 células ciliadas, como apontou Aldo Soares de Souza (Planura, MG).

 

FAHRENHEIT e KELVIN

Em No zero grau Kelvin as moléculas param (número 12, ano 10) da seção Perguntas Superintrigantes, o físico Daniel Gabriel Fahrenheit foi citado como polonês, mas ele era alemão, como indicou Antonio F. Porto (São José do Rio Perto, SP). Além disso, o uso da palavra grau não é necessário para designar kelvin, pois kelvin é considerada medida absoluta. Rodrigo Figueiredo Bertelli (São Paulo, SP), Márcia Trevisan Nogueira (Campinas, SP) e Rui Vogt Alves da Cruz (São Paulo, SP) notaram a incorreção.

 

ENTERPRISE

Em Uma jornada cheia de surpresas (número 12, ano 10) da seção Supermultimídia foi dito que a nave da série Jornada nas Estrelas foi destruída em um dos episódios do seriado da TV. Mas a destruição ocorreu no filme Star Trek, Generations. O leitor Dario Alberto de Andrade Filho (Franca, SP) corrigiu o erro.

 

 

 

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