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CARTAS

Superinteressante edição 116
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Outras matérias

CARTAS

Sem Resumo

Um tesouro na Amazônia

 

É incrível como uma região com flora e fauna tão diversificadas pode ser praticamente desconhecida. Se não fosse a SUPER, a gente jamais conheceria certas regiões do nosso país.

Elcilene Holsback, Campo Grande, MS

Excelente a reportagem O rei e sua floresta submersa (número 3, ano 11) sobre a reserva de Mamirauá. A região amazônica, onde eu vivo, precisa ser mais divulgada. Fala-se muito do seu potencial ecológico, mas pouco do econômico, que também é grande.

Williams Flamarion Dias, Manaus, AM

Gostaria de agradecer, em meu nome e de toda a equipe, o espaço dedicado ao Projeto. E aproveitar para dizer que o nosso trabalho na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Ma-mirauá não seria realiza- do sem o apoio de instituições brasileiras e estrangeiras, entre elas, CNPq, WWF, WCS e governo do Estado do Amazonas.

José Márcio Ayres, Coordenador Geral do Projeto Mamirauá, Brasília, DF

Sou moradora do Amazonas e não conhecia o uacari-branco. É um animal importante porque, graças a ele e a outros bichos da várzea, foi criada a primeira reserva de desenvolvimento sustentável do Brasil.

Cléia do Nascimento, Tefé, AM

Outra vez vocês provaram ser a revista que mais valoriza a natureza aqui no Brasil.

Antônio Garcia de Souza, João Pessoa, PB

Eu me sinto confiante ao saber que existem pessoas interessadas na preservação do meio ambiente, pois acredito que o homem só vai conhecer o verdadeiro significado de sua existência quando entender e respeitar a natureza.

Hilário Arruda, Quinta do Sol, PR

A criação da Reserva de Mamirauá foi, sem dúvida, uma importante contribuição para o estudo das espécies que fazem da várzea seu habitat natural.

Augusto Filho, Manaus, AM

A SUPER proporcionou aos seus leitores a chance de conhecer melhor alguns animais raros, como o uacari-branco. As fotos da Reserva, apontada como a mais importante experiência de proteção à natureza da Amazônia, são maravilhosas.

Emerson Rodrigo Pelizer, Itapira, SP

 

 

, Empenho na reabilitação

 

Fiquei satisfeito com Movimento, volver! (número 3, ano 11). Apesar do tema ser complexo, a SUPER traduziu tudo numa linguagem compreensível para médi-cos, fisioterapeutas e estudantes como eu.

Marcelo Almeida, Salvador, BA

Curso a faculdade de Educação Física e adorei a reportagem. O quadro O jeito certo de socorrer não poderia ser mais oportuno.

Wandson Armini, Fundão, ES

Achei o artigo de extrema importância, pois mostra a luta dos profissionais da área de reabilitação. Afinal, nós estamos sempre buscando a reintegração na sociedade de pessoas acometidas por lesões no sistema nervoso central.

George Márcio de Souza, Guarabira, PR

Pena que a maioria dos brasileiros com traumas medulares ou cerebrais não dispõem de terapias com auxílio de computadores. Pois muitos dependem da saúde pública, que está doente financeiramente.

Nailson Pinto, Nossa Senhora das Dores, SE

 

, Interesse pelo Timor Leste

 

Muito boas as informações de Temor do leste (número 3, ano 11) sobre a província indonésia que vi-ve dias de constante tensão e medo. Nota-se claramente que seu povo se encontra oprimido devido aos interesses econômicos no arquipélago.

Myckon Macedo, Jaboatão dos Guararapes, PE

A reportagem foi pouco detalhista. Não só a história do Timor, mas a de todos os outros países de língua portuguesa, deveria ser divulgada com maior profundidade. A colonização latifundiária e escravocrata adotada por Portugal contribuiu para formar países com imensa desigualdade social.

Tarso Cardoso, Santana, BA

Detalhes no mapa do céu

 

Tenho grande amor pela Astronomia e quando recebo a revista começo a folheá-la de trás para frente, procurando em primeiro lugar o mapa do céu. Mas vocês devem concordar que ele mudou bastante nos últimos anos. É de fácil compreensão, mas vem ignorando muitas constelações do Hemisfério Sul. Cada vez mais os mapas da seção Universo estão ficando pobres em detalhes.

Angela Schlindwein, Brusque, SC

 

, Homenagem ao gênio

 

Magnífico o artigo ...e Carl Sagan foi para o céu (número 3, ano 11). Só quem conhece a fundo o trabalho e a importância desse cientista sabe como foi inestimável sua contribuição. Sagan sempre demonstrou realmente acreditar na humanidade.

Francisco Mesquita, Cariré, CE

Quem garante que Sagan foi mesmo para o céu? Como qualquer outro ser humano até agora, ele morreu sem explicar como começou o Universo. Por isso precisamos de novas inteligências para dar continuidade a esse trabalho.

Alberto Segat, Passo Fundo, RS

De forma objetiva e cuidadosa, a revista mais uma vez mostrou a vida e o trabalho de um grande cientista. Carl Sagan sabia como ninguém transmitir ao público e aos outros pesquisadores a incrível história do Universo.

Daniel Vieira Marins, Niterói, RJ

Vocês poderiam ter falado mais sobre as principais descobertas e os projetos dos quais Carl Sagan participou. Sinceramente, eu acho que tiveram preguiça de pesquisar e escrever. Uma figura brilhante como Sagan merecia mais.

Daniel Carvalho Monção, Montes Claros, MG

 

, A máquina do futuro

 

A matéria O computador atômico (número 3, ano 11) estava realmente fascinante. Vocês destrincharam o funcionamento dessa máquina de maneira bem didática. É impressionante o ritmo de desenvolvimento na área dos processadores.

Max Ruben Schultz, Marmeleiro, PR

Eu fiquei encantadíssimo com a clareza para abordar um assunto que é tão complicado. Quanto à velocidade, na minha opinião o computador atômico só per-de para a rapidez com a qual a SUPER sempre traz as novidades do mundo científico para os seus leitores.

Valdemar B. Andrade, Salvador, BA

Estou surpreso com a audácia dos cientistas que pretendem codificar a informação em escala atômica. Será, sem dúvida, uma revolução na Informática.

André Barros Pereira, Fortaleza, CE

 

, Tempo cada vez mais previsível

 

Deu para notar o empenho da redação em Será que vai chover? (número 3, ano 11). Criticamos muito os meteorologistas sem nos darmos conta do pouco incentivo que recebem. Se investíssemos nessa área teríamos uma agricultura mais produtiva e os surfistas poderiam planejar melhor sua ida à praia.

Sidiclei André Cé, Porto Alegre, RS

O artigo mostra os novos equipamentos que nos ajudam a prever os fenômenos meteorológicos. É a inteligência e a tecnologia a serviço da humanidade.

Cláudia Guimarães, Ipameri, GO

Tive uma surpresa quando olhei a edição de março. Lá estava a matéria sobre meteorologia que eu vinha querendo há tanto tempo. Estava perfeita.

Rossana Colla Coletti, Erexim, RS

Só mesmo quem ainda não leu a SUPER acredita na velha frase faço tudo, só não faço chover. A reportagem sobre os avanços na área da previsão do tempo, principalmente de tempestade, está muito interessante. n

Wagner Braz, Anápolis, GO

MedulaNo quadro O jeito certo de socorrer, em Movimento, volver! (número 3, ano 11), as setas que indicam a vértebra e a medula estão invertidas. O correto está no desenho acima. Thaís Bosio Cappi (Jandaia do Sul, PR) fez a correção.

 

Nome trocado

Em Engolir um chiclete é como comer borracha (número 4, ano 11), da seção Superintrigante houve uma troca de nomes. Não foi o obstetra Thomaz Gollop que nos ajudou com a resposta e, sim, o gastroenterologista Thomaz Szego.

 

Sagan

Ao contrário do que diz a legenda da página 32, no texto ...e Carl Sagan foi para o céu (número 3, ano 11), o disco de ouro com informações sobre a Terra foi transportado pelas naves Voyager 1 e 2, e não pela Pioneer 10. Além disso, o nome correto do livro de Sagan é Pálido Ponto Azul e não Pálida Mancha Azul, como notou Vilar C. Neto (Manaus, AM).

 

Rapidez

Em O computador atômico (número 3, ano 11) afirmou-se que os circuitos eletrônicos ficaram 3 milhões de vezes mais rápidos nos últimos trinta anos. Mas eles ficaram 100 000 vezes mais velozes nos últimos cinqüenta anos, ou 25 000 vezes em 25 anos. A imprecisão foi notada por Roberto Sukys (São Paulo, SP).

 

Latitude

No quadro Sem mistério da matéria Será que vai chover? (número 3, ano 11) está escrito que a massa de ar frio se forma nos pólos e vai para latitudes mais altas. Na verdade, ela vai para latitudes mais baixas já que as mais altas se encontram nos pólos. Cristiane Rosevelt (Bauru, SP) percebeu a falha.

 

Portugal

O artigo Temor do leste (número 3, ano 11) explica que, em 1975, Portugal passou por uma revolução. Trata-se da Revolução dos Cravos, que na verdade ocorreu um ano antes, em 1974, como alertou Carlos Alberto Neves (São Paulo, SP).

 

Eclipse

O De olho no céu, da seção Universo de março (número 3, ano 11) informou a data errada para o eclipse lunar. Ele ocorreu na madrugada de 23 para 24 de março, e não de 24 para 25. Claudio Millian (Mogi das Cruzes, SP) nos corrigiu.

 

Canetti

O escritor Elias Canetti não é italiano como foi informado no Dito e Feito da edição de março (número 3, ano 11). Ele nasceu na Bulgária. O leitor Alexandre Costa Leite (Goiânia, GO) pegou o erro.

 

 

 

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